5 aplicativos para fazer diário

meditação

 

ilustração por Bruna Zanardo*

 

Quantas vezes na vida você já começou um diário nos primeiros dias do ano e conseguiu mantê-lo por mais de algumas semanas? Se a sua resposta for “nunca”, você precisa conhecer uma nova leva de aplicativos que tem mudado a nossa relação com os nossos registros pessoais. O micro-journaling, como é chamado este novo formato, é um hábito facinho de manter.

Aplicativos de micro-journaling incentivam o seu usuário a alimentar o feed diariamente. Seja através de conteúdo inserido manualmente (textos, fotos, links), perguntas randômicas ou pelo registro automático das suas atividades nas redes sociais. Neste último caso, você passa a alimentar passivamente o seu diário com as suas ações digitais, como check ins, posts, fotos do rolo da sua câmera, e assim mapear como foi o seu dia. Chamados de loggers, os apps também te impulsionam a registrar pensamentos, histórias, e elementos complementares ao que já foi postado.

Fizemos uma lista de alguns que vão te ajudar a manter o hábito saudável de escrever sobre nós mesmos. Sem ego, sem filtro e de maneira privada.

 

 Rove

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Pra quem nunca conseguiu manter um diário, este app é uma boa opção. O Rove coleta passivamente (e com a sua autorização) todas as atividades do dia que envolvem o seu smartphone. Exemplo: ele registra os seus deslocamentos e inclusive identifica automaticamente se o trajeto foi feito a pé, de carro, de bicicleta etc. Ele também te geolocaliza sem a necessidade de check-in, usa as fotos que você tirou ao longo do dia e conecta as músicas que você ouviu com momentos específicos. Também tem espaço para notas pessoais, claro. Uma função querida é “exportar uma história”, que gera uma imagem para compartilhar nas redes com os melhores momentos do dia. Pode ser um diário de viagem interessante. No final do dia ele ainda te pergunta: “como foi o seu dia?”

(para iPhone e Android, gratuito).

 

Timehop

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Você se lembra como foi o seu dia há exatamente um ano? Este aplicativo faz isso de forma passiva, sem que você precise inserir informações manualmente, assim como o Rove. Você recebe lembretes das fotos que tirou, do que postou no Facebook, no Instagram ou Twitter, dos seus check-ins no FourSquare e ele ainda te permite sincronizar o feed com iPhoto e DropBox. O app prepara lembretes diários para te mostrar o que estava acontecendo há um, dois ou três anos, com a temperatura local e possibilidade de compartilhamento nas redes sociais. Fofinho para mandar lembranças para os amigos/família/amor em datas especiais.

(para iPhone Android, gratuito)

 

Askt

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A premissa é muito simples: o Askt quer te incentivar a escrever sobre você e suas questões mais íntimas de forma rápida, simples e cativante. Com o formato de um bloco de notas muito espartano, o aplicativo faz uma pergunta provocadora e objetiva por dia. Elas são imprevisíveis e fixas, você não pode simplesmente pular para a próxima. Alguns exemplos: “Descreva a sua ética profissional”,  “Quem você gostaria de conhecer melhor?” ou “Escreva a primeira sentença da sua autobiografia”.

(para iPhone, gratuito)

 

Momento

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Este é o mais “parrudo” de todos e funciona basicamente como o Timehop, só que integrado com mais redes: Facebook, Twitter, Vimeo, Youtube, Last.FM, Flickr (?!), Instagram, a sua agenda e até os seus trajetos no Uber. A diferença é que, aqui, a experiência é mais focada na produção de texto, a experiência mais clássica de um diário pessoal. A interface é bonita, é fácil de usar e a possibilidade de usar tags ajuda muito na hora de procurar momentos, pessoas e histórias específicas.

(para iPhone, US$2,99)

 

Day One

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Tão elegante e simples que dá até vontade de escrever diariamente. O DayOne também está na categoria de diários passivos mas oferece uma experiência bem completa e mais integrada. A começar que também existe uma versão para Mac (US$9,99) e o sync entre as contas é impecável, inclusive com o iCloud. A informação fica segura na nuvem e o app pode ser aberto apenas com senha ou Touch ID (só para iPhones 5S em diante).  Você também pode exportar PDFs só de tags específicas, receber lembretes diários ou semanais e ver estatísticas relacionadas as suas atividades.

(para iPhone, US$4,99)

 

* ilustração: Bruna Zanardo se formou em moda e criou sua própria marca de roupas ainda no colégio para poder dar vida às estampas que criava. Hoje se dedica a projetos de design, ilustração e estamparia. Cresceu em São Paulo mas vive em Chicago, onde trabalha para clientes de lá e de cá.

 

 

 

 

#testamos: o foursquare da maconha

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Clássico na internet é aquele post engraçadinho do seu amigo hippie/descolado às 4:20 da tarde. Para quem não sabe, o número 420 faz referência à maconha e a cultura do seu consumo. Uma espécie de código secreto (#sqn) que identifica fumantes ou entusiastas da cannabis.

O brasileiro João Paulo Costa também acha que maconheiros gostam de deixar rastros de seus hábitos internet afora, por isso criou o Who is Happy, uma espécie de FourSquare para maconha. Nele o usuário faz check in no lugar onde está fumando o seu baseado e compartilha anonimamente com a sua rede (ou posta nos seus perfis públicos autorizados). Obviamente o app não marca a sua posição exata, mas a cada check-in uma nuvem de fumaça verde se espalha pelo Google Maps. Muito amor.

Além do mapa permitir ver os bairros mais “felizes” da sua cidade, ele te mostra um ranking dos países que mais participam da brincadeira.

 

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Testamos por aqui e ele ainda está um pouco atrapalhado: a tela inicial travou três vezes seguidas, o mapa não se mexia e a lista dos países não carregou de primeira, mas nada que uma atualização para limpar os bugs não resolva.

Em entrevista à Folha de São Paulo, João contou que usa a cannabis e os seus derivados para combater os sintomas da sua epilepsia. Por enquanto o modelo de negócio ainda não está definido, mas ele já sabe que pretende focar a sua busca por investimento fora do Brasil. Ainda segundo a Folha, fundos de investimento nos Estados Unidos injetaram mais de US$90 mi em 29 empresas de ferramentas tecnológicas ligadas ao assunto em 2014, por conta da gradual legalização da droga no país. João quer pegar esse vento a favor, o foco agora é conseguir usuários. #táfácil

(para iPhone e Android, gratuito)

 

(imagens: reprodução do aplicativo Who is Happy)

Respire fundo: 6 aplicativos de meditação

* Por Cora Poumayrac Nieto e Diana Assennato

 

headspace

 

Ok, a gente sabe: a resolução campeã de começo de ano é o combo entrar na academia, fazer dieta, perder uns quilos.

Mas você já ouviu a expressão em latim mens sana in corpore sano (uma mente sã em um corpo são)? Pois é. Para abrir 2015, a gente vai te ajudar a ganhar mais paz de espírito e clareza de mente, com nossa lista de aplicativos que ensinam a meditar. Escolha o seu, respire fundo e comece seu ano com mais leveza.

 

1) 5 minutos – Eu medito 

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A campanha “5′ Minutos, Eu Medito” é desenvolvida pela ONG Mãos Sem Fronteiras em mais de 35 países com o objetivo de desmistificar e difundir a prática da meditação. É bem simples de usar e está disponível em várias línguas, inclusive em português. As funções são básicas: medidor de tempo meditado e lembretes para as próximas pausas. Os gráficos são fofos e te ajudam a entrar no mood da meditação com mini-aulas de preparação.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

2) Buddhify²

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Perfeito para quem não sabe por onde começar. O app tem design colorido e muitas escolhas de programas, focados em diferentes situações e estados de espírito. Uma roda de arco-íris pergunta o que você está fazendo, e te oferece algumas opções de relaxamento para aquela situação específica. São mais de 11 horas gravadas e você consegue acompanhar suas estatísticas de performance.

(para iPhone e Android, US$2.99)

 

3) Headspace

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Esta é uma excelente escolha para quem procura meditação guiada (apenas em inglês) para começar sem dor. Antes de iniciar qualquer atividade, o app te convida a assistir três vídeos que resumem de forma muito prática os princípios básicos da meditação e como ela atua na mente. É bem focado no dia-a-dia de quem está começando. O criador do app, Andy Puddicombe era monge budista e se tornou empreendedor milionário e palestrante do TED graças à usabilidade impecável do app (e ao seu sotaque britânico que conduz a meditação <3). Você aprende o básico em 10 sessões de 10 minutos, ganha pontos por regularidade e pode salvar gravações para usar quando estiver offline. É o preferido das celebridades inglesas.

(para iPhone e Android, gratuito para as primeiras dez sessões)

 

4) Calm 

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Lindo! Minimalista e meticuloso, o aplicativo começa ensinando os 7 passos da calma (postura, respiração, etc.) e se propõe a ser a sua válvula de escape quando a pressão estiver forte demais. Além de calma, os programas também tratam de foco, perdão, gratidão, força e paz interior, motivação, aceitação e sono. A gravação é uma voz feminina sexy e às vezes divertida, que lembra um a voz da Samantha do filme Ela, só que um pouco mais coxinha. A versão grátis oferece 10 meditações para diferentes situações, e a compra da versão Pro, por US$4,99 para três meses, traz mais séries e mais músicas. Tem também para a web.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

5) Smiling Minds

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Desenvolvido na Austrália, este é voltado principalmente para crianças e jovens. Divide-se em três faixas etárias de sete a 22 anos, e mais uma para adultos. O objetivo deste projeto (sem fins lucrativos), é promover a meditação como forma de explorar o momento presente, focando sua atenção e consciência de maneira específica. “Queremos dar ferramentas para ajudar a criar jovens felizes, saudáveis e com compaixão”, diz a empresa. Também tem versão web.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

6) Breathe2Relax

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Não é bonito e mais parece um site em flash dos idos 00s, mas este app é focado em desenvolver habilidades respiratórias para usá-las no relaxamento do corpo e da mente. Ele basicamente começa ensinando o que é a respiração diafragmática e os seus benefícios, detalha os efeitos do estresse e ensina diferentes exercícios para levar o corpo a um estado mais relaxado, para reduzir a ansiedade e estabilizar o humor.

(para iPhone e Android, gratuito)

(Imagens: Divulgação)

 

Hanx Writer, o app que simula uma máquina de escrever

Clack, clack, clack, clack. Fiiiiiiiit. Clack, clack, clack, ding! Se você tem mais de 30 anos, já deve ter usado (ou brincado com) uma máquina de escrever, aquele assombro da engenharia humana que criou um processador de texto acoplado a uma impressora que nem precisa nem de eletricidade. Quer retomar a sensação de escrever em uma? Basta baixar o Hanx Writer, um aplicativo gratuito para iPad criado pelo ator Tom Hanks.

Tela do Hanx Writer, com o teclado de máquina de escrever. Crédito: Reprodução

Ele imita uma máquina de escrever nos mínimos detalhes, inclusive em todos os sons e com animações que evocam o movimento de colocar um papel na máquina, rodar a bobina etc. A experiência é mais agradável com um teclado Bluetooth acoplado, mas funciona bem com o teclado do próprio tablet.

O aplicativo vem com um modelo de máquina de escrever e funções básicas, mas permite que você salve o que escreveu em um pdf e mande por email ou salve no Google Drive, Dropbox, enviar para o Kindle e outros serviços, funcionando como um processador de texto bem básico.

Mas ele não ignora as facilidades da vida moderna. A tecla de backspace, que apaga o que já foi digitado, funciona normalmente, mas você pode desabilitar a função e ir na manha, como nos velhos tempos digitando XXXX em cima dos erros.

Um pacote extra de funções (que é pago) dá direito a mais dois modelos de máquina de escrever, mais moderninhos, suporte a múltiplos documentos, a possibilidade de trocar a “bobina de tinta” para azul e vermelho e alinhar o texto de três diferentes maneiras. Um detalhe divertidinho é que se você desabilita o som, as letras saem mais claras, como se você não estivesse fazendo tanta força para digitar. Mas a graça toda da coisa é o barulho, não é mesmo?

 

Carta do Tom Hanks explicando seu amor por máquinas de escrever e porque criou o app. Crédito: Reprodução.
Carta do Tom Hanks explicando seu amor por máquinas de escrever e porque criou o app. Crédito: Reprodução.

O app está fazendo sucesso: já chegou ao primeiro lugar na App Store no ranking dos aplicativos gratuitos, segundo o Mashable. Para os brasileiros, no entanto, o Hanx Writer tem um defeito grave: não há suporte para caracteres especiais ou acentos, o teclado é 100% americano. Até isso ser consertado, a única coisa que dá para fazer é brincar com a máquina de escrever, igual aos tempos de criança.

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Babá eletrônica do futuro

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Imagine uma babá que consegue te informar, de uma só vez, se o seu bebê está dormindo bem, se está com cólicas, se a temperatura do quarto é a ideal, os seus batimentos cardíacos e até que horas ele irá acordar. Sproutling é a versão Matrix de uma babá-eletrônica: um aplicativo que funciona em conjunto com um wearable (lembra que já falamos deles antes aqui?), colocado no tornozelo do bebê que monitora a sua cria constantemente.

Uma faixinha hipoalergênica com um sensor inteligente acoplado mede movimento, temperatura e posição (o bom e velho GPS). No celular, o aplicativo é alimentado constantemente com esses dados, então se algo sai da normalidade os pais recebem uma notificação. Calma que melhora: a base carregadora da engenhoca também é um compilado de sensores e microfones que medem umidade, luminosidade do quarto e barulho.

Não fosse estranho/futurista o suficiente, o sistema do app começa a aprender com os números que são gerados a partir dos sensores e passa a identificar os padrões vitais do seu filho. Assim, você pode confortavelmente sair pra sua aula de pilates porque uma notificação do Sproutling te avisou que o seu anjinho só vai acordar em 45 minutos. Agora a cereja do bolo: ele também consegue “prever” se o seu filho acordará de bom ou mau humor. Mas e se forem gêmeos? Não se preocupe, você pode “cadastrar” até 4 bebês. Ufa.

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A marca começou o pré-lançamento há uma semana e já vendeu 81% do estoque de um produto que ainda não existe (e que não é barato). Isso nos mostra que há uma bela demanda por este tipo de solução na nossa geração. O lançamento definitivo está previsto para março de 2015 e o preço sugerido é US$300.

Jóia envia notificações do seu celular

Você já ouviu falar em “internet das coisas”? O termo não é uma metáfora e quer dizer literalmente isso: levar a internet e o universo digital para objetos físicos, eletrodomésticos, roupas e todos os elementos palpáveis que nos cercam no dia-a-dia.Uma vertente bem interessante dessa tendência são os wearables, ou seja, as tecnologias vestíveis. Não, não estamos falando de roupas com poderes especiais (ainda), mas sim de dispositivos móveis que vão além de celulares, tablets, GPS e relógios inteligentes.

Um exemplo óbvio de wearable é o Google Glass, aquele óculos bem do estranho que te permite acessar aplicativos e a internet a partir dele e enxergar tudo diretamente no seu olho. O aspecto estranho de Ciclop do X-Men foi alvo de muitos memes da Internet, por isso eles até tentaram dar uma melhorada no visual ciborgue chamando a estilista e diva Diane Von Furstenberg, mas… né? Não deu exatamente certo. Se a ideia é boa mas a execução é feia, não dá para imaginar muitas pessoas vestindo essa tecnologia.

Por isso o Ada PIROU quando descobriu o Ringly, uma “jóia inteligente” bem gatinha que lembra muito os anéis de humor que mudavam de cor conforme os ânimos. Bem anos 80, lembram?

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A diferença é que o Ringly fica conectado ao seu celular e muda de cor, vibra ou emite uma luz discreta de acordo com as notificações que você recebe no seu smartphone. Emails importantes, ligações, lembretes, alertas do seu calendário; é só baixar o aplicativo no seu celular e configurar que tipos de aviso você quer receber e de que maneira. A customização não é nem um pouco ruim; são 4 tipos de vibração, 5 modelos criados em ouro 18 quilates e pedras preciosas e semipreciosas, como esmeralda, safira e ônix.

Nos Estados Unidos o sistema consegue até avisar quando o táxi que você pediu chegou no seu endereço. Alô, vida prática! Mas esperem, porque só melhora: o anel também se conecta com o seu Facebook, Twitter e… atenção, TINDER.

Para quem critica e discute a falta de etiqueta social que os smartphones trouxeram às mesas, reuniões e viagens, o Ringly pode representar um grande avanço. Deixe o celular na bolsa, receba as suas notificações silenciosamente e cheque o que for mais urgente de forma elegante sem aquela sensação de que você está perdendo algo essencial.

A jóia já está disponível para pré venda pelo site, custa em média US$ 150 e as primeiras 1.000 unidades terão um diamentezinho na lateral. <3

Esse vai pro wishlist 🙂

Papel e lápis de cor para um belo #lookdodia

Uma das coisas mais legais do Instagram é quando ele faz com que blogs e tumblrs saiam dos nossos computadores e venham para os nossos celulares. Quando aquele (bom) conteúdo que a gente já amava se torna mais um quadradinho no nosso feed reconfortante de Instagrammers, parece que aquele universo se aproxima do nosso dia-a-dia e passa a nos fazer companhia de uma outra forma.

Jenny Williams, artista plástica novaiorquina que se auto-entitula “apenas mais uma mãe do Brooklyn”, queria criar um blog de moda mostrando as roupas que a sua filha Clementine, de 11 anos, e o seu grupo de amigos usavam. Ao invés de reproduzir o que zilhões de outros fashion blogs fazem (fotos de looks do dia e muitos duck faces), Jenny achou bem mais legal criar esboços lúdicos e quase irônicos para mostrar as escolhas indumentárias da filha e sua turma pré-adolescente. No perfil de instagram What My Daughter Wore, Jenny reposta os desenhos que faz para o seu blog e em pouco mais de um ano já atingiu quase 20.000 seguidores apaixonados pelo seu traço.

Os retratos coloridos mostram corpos desajeitados, caras emburradas, algumas caretas mas acima de tudo uma certa timidez mostra-esconde, orgulhosa de assumir e misturar referências e texturas num street style super contemporâneo. Um feed cheio de coroas de flores, bonés, óculos coloridos, franjas de papel crepom e fantasias de princesa e animais fofos que a vida adulta ainda não teve tempo de levar.

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Ps: não custa nada relembrar e morrer de amor pelo perfil de Instagram de Angie, mãe de Mayhem, uma garotinha de 4 anos apaixonada por moda. A mãe da pequena notou o interesse acima do normal de sua filha e começou a criar vestidos feitos de papel e muita criatividade. Passamos mal com essa réplica em cartulina do vestido que Lupita Nyong’o, vencedora do Oscar deste ano, usou na premiação dos Golden Globes. <3

 

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Instagram une pai e filha através do Jazz

No último Dia dos Pais o Instagram lançou uma hashtag para celebrar a data, e a instagramer inglesa Zoë Timmers postou uma foto que mexeu com um monte de gente. Com esse post lindo ela quis homenagear o pai, especialista da indústria musical e colecionador de vinis de jazz. O seu enorme acervo de 10 mil discos fica em um chalé no norte da Inglaterra e tem mais de 70 anos de idade: o primeiro vinil foi comprado por ele em 1942.

Dad's Disc Delights

A foto fez sucesso e pessoas desconhecidas começaram a fazer perguntas sobre a sua coleção, sobre o disco que estava segurando e sobre a história do jazz. Zoë não teve dúvidas e criou um perfil só para isso, o Dad’s Discs Delight: um espaço que ela usa para se conectar com o pai e a sua grande paixão, além de uma ótima desculpa para passar mais tempo com ele.

Ela tira todas as fotos e o pai escreve as legendas, depois de decidirem juntos a ordem dos discos que querem mostrar. Zoë faz o post no Instagram e ele responde a todos os comentários. “O meu pai ficou surpreso com tanta empolgação. As pessoas fazem perguntas muito específicas e os comentários acabaram virando uma espécie de forum para quem já conhece jazz, mas também para quem está descobrindo o gênero agora e até para os que só curtem as imagens que fazemos.”, conta uma instagrammer feliz.
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(Crédito das fotos: Reprodução Dad’s Disc Delights http://instagram.com/dadsdiscdelights)