#testamos: Nexus Player

(Uma versão resumida deste post saiu no caderno Tec da Folha de S.Paulo na terça-feira 4/11: Nexus Player é resposta do Google à Apple TV)

Nexus Player
Nexus Player: como o Apple TV, só que redondinho

Demorou, mas o Google trouxe uma resposta à altura do Apple TV. O Chromecast, mais simples e mais barato, se propunha apenas a transmitir o conteúdo de um dispositivo com Android à TV, enquanto o Nexus Player, lançado esta semana nos EUA, almeja mais longe, com mais recursos que o set top box da Apple e uma nova plataforma de entretenimento.

A interface, chamada de Android TV e baseada no Android 5.0 Lollipop, é parecida com a do Apple TV: uma tela inicial com sugestões de vídeos e aplicativos de entretenimento. Mas enquanto o Apple TV vem com os aplicativos pré-instalados e as sugestões de filmes são os lançamentos da iTunes, no Nexus Player os apps pré-instalados são os básicos do Google e o Youtube, e o usuário pode escolher outros na Google Play Store.

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A oferta de aplicativos de vídeo e música ainda está bem limitada, mas é possível instalar Netflix, Hulu, TED, Bloomberg TV, Vevo, Pandora e outros serviços de streaming também disponíveis no Apple TV. O material de divulgação do Google afirma que HBO Go e apps da Disney e ESPN também estariam disponíveis, mas não estavam no menu de opções no aparelho disponível para avaliação da Folha. O Crackle, uma das opções gratuitas para filmes, travava a cada cinco minutos.

A oferta de apps pode ser baixa por enquanto, mas o sistema de recomendação do Nexus é superior ao da Apple. Ele busca conteúdos dos apps instalados no aparelho, não só do Google Play, e faz as recomendações em cima do que o usuário já viu na plataforma. O serviço de streaming do Chromecast também está disponível no Android TV.

nexusplayer2
TV conectada no Nexus Player: busca por voz, recomendações de filmes, séries e música, mas poucos apps

Ivete Sangalo e Tropa de Elite
A busca por voz, acionada via controle remoto, é um recurso bastante interessante, e já usado no concorrente Amazon Fire TV. Apesar da interface geral do Android TV não estar disponível ainda em português, é possível fazer buscas por voz no idioma: para isso, basta mudar o idioma nos ajustes, em “idioma de busca por voz”.

Quando a busca estava em português, o sistema entendeu buscas pela cantora Ivete Sangalo e pelos filmes “Tropa de Elite” e “Se Eu Fosse Você”, apresentando fichas técnicas e biografias dos atores principais via IMDB e, no caso de “Tropa de Elite”, um link para Tropa de Elite 2″, disponível no Google Play dos EUA (mas não o link para o filme no Netflix, hmmmm). Ao mudar o idioma da busca de volta para inglês, o sistema se confundiu e não trouxe os mesmos resultados.

O Google também está apostando nos jogos para Android. Há uma loja do Google Play separada para jogos (cuja oferta é maior que a de aplicativos de entretenimento) e é possível comprar em separado um joystick sem fio compatível com o Nexus Player. Como o Android TV é baseado no Lollipop, o Google afirma que é possível começar o jogo em um dispositivo Android, interromper e continuar no Nexus Player.

Esta é a segunda tentativa do Google de entrar no mercado de set top boxes, as caixinhas que funcionam como uma central de entretenimento online para sua TV. Em 2012, a empresa apresentou o Nexus Q durante a conferência para desenvolvedores Google I/O, mas o dispositivo tinha poucos recursos que justificassem seu preço de 299 dólares — a oferta de conteúdo era limitada à loja do Google Play, por exemplo. A recepção foi tão negativa que o produto nunca foi colocado oficialmente à venda.

Mas o Google parece ter aprendido sua lição com o Nexus Q: o Nexus Player tem preço estimado de 99 dólares nos Estados Unidos, a mesma faixa de preço do Apple TV e Amazon Fire TV. O joystick é vendido separadamente a 39 dólares. Não há por enquanto previsão de lançamento no Brasil.

(Crédito das imagens: Divulgação/Google)

Fim da promoção do Deezer!

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Se a indústria musical foi das primeiras a implodir e a se reestruturar com a chegada da Internet, ela também é a que mais passa por adaptações. E que bom! Sem essa corrida maluca não teríamos acesso a serviços tão práticos quanto os que oferecem música por streaming, que nos permitem compartilhar uma biblioteca gigantesca, organizada e integrada com outras milhares de pessoas. Aqui no Ada nós já testamos vários, como o Spotify, o Rdio, o Grooveshark, e Soundcloud. Todos eles têm a mesma premissa: ouça a música que você quiser, a hora que você quiser e onde você estiver por preços módicos.

Esta semana quisemos testar o Deezer, que está investindo forte no mercado brasileiro e tem várias funcionalidades legais.  Temos 5 códigos promocionais para vocês testarem o plano mais legal deles de graça, o Premium+ \o/ Vamos sortear os códigos entre os assinantes da nossa newsletter semanal, então se você ainda não nos deu este voto de confiança, é  bem fácil: é só colocar o seu email aqui e confirmar a assinatura clicando no link que você vai receber no seu inbox. O sorteio vai rolar na próxima terça-feira, dia 13 de maio.

Além do básico que todo tocador de streaming oferece, você pode integrar o serviço com a sua biblioteca pessoal, criar playlists e receber recomendações de músicas para cada uma delas e ouvir uma rádio baseada numa região geográfica específica. São 3 opções de planos: o Discovery, que é gratuito e só web com publicidade (bem mala), o Premium, que custa R$8,90 por mês e é ilimitado, sem propaganda e só web, ou o Premium+, para web, smartphone e tablet, ilimitado e sem publicidade, por R$14,90 por mês. O app para iPhone e Android (gratuitos) funcionam bem, e no Premium+ te permitem salvar algumas músicas offline para você ouvir quando estiver sem 3G ou wi-fi.

Aproveitando a ocasião, fizemos uma playlist do amor com o que está tocando no meu player e no da Natasha Madov. Um mimo só de coisa boa 😉