Swarovski Shine: um wearable de fitness brilhante

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O último grito da moda (cof) dos gadgets são os wearables (também chamados de dispositivos vestíveis), como o Google Glass e os relógios inteligentes do Google e da Apple, entre outros (tem até para bebezinho, gente). Eles podem ter várias funções, mas a mais comum é o rastreamento de funções vitais, como batimentos cardíacos, atividade física, padrões de sono, e produtividade, como aviso de chegada de emails, mensagens, busca no Google e por aí vai.

O problema? Normalmente eles são feios de doer. Não adianta um vestível que a gente não quer vestir, né? A gente já falou do Ringly, uma joia inteligente que muda de cor quando você recebe um email, mas a novidade quentinha vinda da CES (Consumer Eletronic Show, a maior feira de eletrônicos do mundo), é o Swarovski Shine.

A versão original do Shine é um circulinho metálico do tamanho de uma moeda que registra sua atividade física e padrões de sono (que por sua vez, alimentam um app que indica seu progresso, o que precisa ser melhorado, qual seu nível geral de condicionamento físico, etc). Ele já era considerado um dos mais bonitinhos do mercado por seu design minimalista, gama de cores variada e diferentes acessórios (pode ser acoplado numa pulseira de relógio, num clipe para colocar no bolso ou na gola da camiseta, ou em um pendente de colar). E é a prova d’água em uma profundidade de até 50 metros.

shine6A nova versão mais, aham, perua foi concebida em parceria com a Swarovski e inclui um mostrador de cristal, pulseiras de couro e pendentes de colar, todos decorados com cristais (confesso que super usaria esse aí da foto). Segundo o Gizmodo, o modelo violeta ainda tem um painel solar – nada de se preocupar com a bateria, ele recarrega sozinho — desde que você não o deixe no fundo da gaveta. 

O lançamento será a partir de março nos Estados Unidos, Hong Kong e China, mas algumas versões já estão disponíveis para pré-venda no site da Misfit. De acordo com o Digital Trends, o preço do wearable sozinho vai ser de 150 dólares, com pacotes que incluem o gadget mais dois acessórios variando entre 170 e 250 dólares. Acessórios avulsos custarão a partir de 70 dólares cada.
(Imagens via Gizmodo e Digital Trends)

iPhone 6 e Apple Watch: os maiores e os menores que você vai querer

Como é de costume nesta época do ano, hoje a Apple anunciou as novidades que farão a gente parcelar gadgets em muitas vezes, importunar amigos que estão indo para Miami e desejar acessórios caros, de design escandinavo e ligeiramente inúteis.

A “missa”, a como muitos geeks se referem, perde bastante sem Steve Jobs, aquele ser hipnótico que te levou a comprar o telefone celular mais caro da história da sua vida (e que te convenceu de que trocá-lo a cada novo modelo fazia muito sentido). Ninguém saberá contar as histórias da Apple como ele, mas as novidades desse ano apontam para caminhos bem interessantes.

A gente acompanhou o evento via todas-as-redes-possíveis e fez um resumo bem objetivo.

O iPhone 6 e sua versão “plus”

O novo iPhone 6 tem dois tamanhos, ambos são maiores, mais leves, mais bonitos e rápidos do que o iPhone 5S. O tamanho plus é grande MESMO, e veio para competir abertamente com aqueles Androids que mais parecem versões “SUV-branca” de smartphones legais. Alguns chamam de (perdoe, Jobs) “phablets”, uma mistura andrógina e estranha de tablets e smartphones.

Phil Schiller, VP de marketing internacional da Apple. (o primeiro da foto é o iPhone 5S!)
Phil Schiller, VP de marketing internacional da Apple. (o primeiro da foto é o iPhone 5S!)

Quem testou disse que não é grande demais para usar com uma mão só, mas por via das dúvidas eles deram um truque que te permite “ativar” uma tela menor caso você tenha uma mãozinha. O botão de liga/desliga foi movido para a lateral direita e como ambos são maiores, as baterias são melhores e duram mais \o/ #Dizque a câmera frontal melhorou, então preparem os rostinhos, até porque agora teremos uma versão com memória de 128G: haja selfie. Ele vai custar a partir de US$ 199,00, está disponível em grafite, dourado e branco e a pré-venda começa nos Estados Unidos no dia 12 de setembro.

 

NFC  – encoste e pague

NFC é a sigla para near field communication, algo como “comunicação por proximidade”. O iPhone 6 já virá com essa tecnologia embutida e serve para transformar o seu celular na sua carteira. Tudo o que você precisará fazer é: 1) aproximar o celular do sensor do caixa onde você irá pagar 2) checar o valor que vai aparecer na sua tela e escolher o cartão que você quer usar 3) autorizar a compra com a sua digital no botão de “home” do iPhone. Um processo de aproximadamente 7 segundos. Oh yes. Além disso você também poderá usar esse sistema de pagamentos dentro de aplicativos. Pode funcionar muito bem com apps de taxi, por exemplo. É  claro que a gente ainda não sabe qual será a fatia desse bolo para a Apple (normalmente não é pequena), então não dá pra garantir quantos aplicativos toparão usar de fato.

Um ponto importante: não vamos julgar quem está achando surreal a ideia de fornecer (mais) dados de cartão de crédito para a Apple tendo em vista os últimos acontecimentos, mas a tecnologia NFC é bem interessante. Atualmente ela estava relegada à tentativas mal-sucedidas em ações pontuais bancadas por operadoras de cartão de crédito ou bancos fanfarrões, MAS, se os estabelecimentos se equiparem de sensores (simples e baratos) aptos a usá-la, vai ter muito coxispter usando na próxima viagem para Orlando. Aqui no Brasil ainda vai demorar.

 

Apple Watch – o tal relógio é legal, sim

 

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É no mínimo engraçado que a gente tenha parado de usar relógios muito por conta dos nossos iPhones e que agora a Apple lance um relógio que é impossível não desejar. Sim, a gente quer um Apple Watch. ¯\_(ツ)_/¯ A aposta aqui foi bem alta e o investimento idem. Enquanto a Motorola, LG e Samsung se degladiavam antecipadamente para lançar os seus relógios inteligentes este ano, a Apple preparou um arsenal humilhante, digno de genocídio de mercado. O Apple Watch vem em 3 modelos (1 deles em ouro 18 quilates, pá!), possibilita uma infinidade de customizações com pulseiras que trocam (tipo Champion, lembram?) e tem o design mais lindo, orgânico e sem emendas que a gente poderia esperar.

 

 

Então é isso mesmo que você imaginava e além: ele é um micro-computador que armazena fotos, mede batimentos cardíacos, lê e responde emails, te dá informações sobre o caixa eletrônico mais próximo, te avisa sobre uma ligação, te lembra de levantar e mexer o corpo depois de muitas horas sentada, pode ser o seu personal trainer, manda o seu batimento cardíaco (real) para o seu amor em forma de coração e… ah sim! Te mostra as horas.

 

A pesquisa tecnológica por trás desse reloginho é obscena de linda, e por mais que o Apple Watch pareça ser a nova galinha dos ovos de ouro da casa e vá fazer um monte de gente se endividar, não dá para negar que os caras empurram os limites do mercado para uma nova fronteira e ensinam como gerar muito desejo amador sobre um dispositivo extremamente tecnológico.

 

O lançamento do Apple Watch (não é iWatch, pessoal!) é uma resposta um pouco tardia mas promissora da Apple à grande tendência das tecnologias  vestíveis, os “wearables”. São dispositivos que estarão cada vez mais próximos do nosso corpo, que serão cada vez mais inteligentes e customizáveis para as nossas necessidades. Se você achava que dormir ao lado do seu iPhone e tatear o criado-mudo logo de manhã procurando por ele sem abrir o olho era muito freaky, espera só até VESTIR sistemas operacionais inteiros. Já já um iMind. Aguardem 🙂

Crédito das imagens: Reprodução

Conheça o Moto 360, o relógio inteligente do Google

Moto 360, o novo relógio inteligente do Google
Crédito: Divulgação

Nesta quarta-feira (18), o Google e a Motorola apresentaram o Moto 360, um novo relógio inteligente para a nova plataforma Android Wear (anunciada um dia antes), que é basicamente o sistema operacional de smartphones do Google adaptado para acessórios.  Na verdade, a LG também anunciou um produto com a mesma plataforma, o G Watch, mas o Moto 360 ganha por se parecer mais com um relógio tradicional, de mostrador redondo e pulseira de couro ou metal. A data prevista de lançamento é meados de 2014.

De acordo com o Google, o Android Wear é ativado por comandos de voz, e se parece muito com o sistema operacional do Google Glass, o Google Now, e promete uma série de serviços como aplicativos de redes sociais, chats, notícias, compras, reservas voos, pedir um taxi,  funcionar como controle remoto, e até monitorar sinais vitais.

Os mais velhos vão lembrar do famoso relógio do Dick Tracy, mas em um produto bonito e bem feito, uma plataforma dessas faz muito mais sentido que um óculos como o Google Glass.

Veja no vídeo abaixo em inglês tudo que o Android Wear promete. Você usaria?