Por que não vamos mais escrever sobre o Tinder

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O Ada nasceu há alguns meses da nossa vontade, Diana e Natasha, de ser útil a um grupo que não tinha voz nos atuais meios de comunicação: a mulher que usa tecnologia. Queríamos prestar serviço e ajudar na reflexão de como o mundo digital impacta o dia a dia e as nossas relações.

Tínhamos percebido que alguns serviços e aplicativos estavam abrindo novas possibilidades em várias frentes para todas nós: estamos mais produtivas, mais conectadas, mais informadas. E um dos serviços, lá atrás, que chamou a nossa atenção para isso foi o Tinder.

(Momento transparência: a Diana me apresentou o aplicativo , eu usei durante meses, até conhecer meu namorado ali mesmo e por motivos óbvios, deixar de usá-lo. Ou seja, podemos ser consideradas ~cases de sucesso~ do Tinder.)

O app transformou todo o processo de conhecer e paquerar alguém pela internet em uma grande brincadeira, e deu mais voz e participação às mulheres que serviços anteriores. Sua popularização também tirou um pouco do estigma que ainda perdurava nos chamados “sites de encontros”.

A gente sabe, pelos nossos números de audiência, que o app é popular e que todo mundo, se não usa, adora falar dele. A própria ideia de poder conhecer alguém em um “catálogo de gente” (como eu, Natasha, gosto de me referir ao Tinder) é extremamente sedutora, ainda que canse depois de um tempo.

Até que  chegou aos nossos ouvidos a notícia que o Tinder estava sendo acusado de discriminação e assédio sexual. “Ai, mais um”, pensamos. Como tínhamos publicado há pouco tempo este artigo ótimo da Bárbara Castro, achamos que não valia a pena entrar no assunto de novo. E mais uma coisa: gostamos de separar o produto da empresa. O dono pode ser um imbecil, mas o produto é bom, inovador e popular, então vamos continuar falando dele e prestando serviço, certo?

Errado. Porque depois de um tempo descobrimos  que Whitney Wolfe, a ex-vice-presidente de marketing (aos 24 anos!) que está processando a empresa, perdeu o título de cofundadora porque ter uma mulher tão jovem como sócia “fazia o Tinder não parecer uma empresa séria”. Para quem lê em inglês, aqui está a queixa completa de Whitney.

Segundo a ação judicial, muito do que faz o Tinder ser tão popular com as mulheres (mais do que a maioria dos sites e serviços online de namoro) são ideias trazidas por essa menina de 24 anos que, por ter se envolvido romanticamente com seu chefe, perdeu sua participação societária no negócio.

Os sócios se defenderam em um comunicado dizendo que a queixa da moça tem uma série de imprecisões e erros, e que nunca discriminaram nenhum funcionário por idade ou gênero, mas não ofereceram provas nem contra argumentos às acusações.

É claro que lamentamos (até porque o Tinder sempre bomba os nossos acessos) mas ficou difícil separar o produto de seus criadores. Se o Tinder é um grande sucesso entre as mulheres – conectadas, tecnológicas ou não -, temos certeza que é porque muitas delas contribuiram com processo de criação e crescimento da empresa. Seja escrevendo o código mágico desse aplicativo que fez todo mundo dar uma chance ao algoritmo, seja indicando o poder do cardápio humano para esquecer um coração partido. Sem mulheres (lindas, feias, gordas, casadas, velhas e novas) os matches não aconteceriam, então nos parece no mínimo irônico menosprezar o gênero que compõe quase 50% da sua base de usuários.

Então aqui vai o nosso recado, querido Tinder: se uma “empresa séria” pode prescindir de mulheres na sua liderança, vocês estão criando uma tecnologia burra e inconsistente. Não vamos incentivar um boicote geral ao aplicativo, porque isso vai muito da consciência de cada uma. De nossa parte, vamos continuar acompanhando a cobertura do caso, mas não iremos mais falar do app no Ada até ficar claro o que aconteceu.

Um abraço,

Natasha e Diana

Foto: Diana Assennato Botello

O Tinder no segundo tempo

por Maíla Sandoval*

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ilustração por Thiago Thomé*

Tudo começou quando uma amiga entrou no Blender no ano passado. Eu sempre fui dessas de não entender casais cibernéticos. Eu era até competente em manter contato pela internet, mas me vangloriava por conhecer pessoalmente todo mundo em meu Facebook.

Então essa minha amiga decidiu que queria namorar e entrou no Blender. Eu, cética decidi propor uma aposta de que aquilo era um grande bacanal e que eu podia provar. Criei meu perfil. Isso foi perto do Carnaval. De início, foi frustrante. Ninguém dali me interessava o suficiente para engajar uma conversa. Percebi que a dancinha do acasalamento ali seria muito diferente das que tinha testemunhado no Grindr dos meus amigos.

Com o acesso liberado entre todos os perfis, sem qualquer tipo de filtro, comecei a receber mensagens deste tipo:

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Acontece que por mais que não recusemos uma baixaria de qualidade, acredito que nós, mulheres (ou pelo menos eu e minhas amigas), não conseguimos aceitar abordagens que subjuguem nossa inteligência ou que, simplesmente, denunciem o “copie e cole”.

Não conseguia interagir com ninguém. Argh. Mas eu tinha uma teoria para provar. A aposta, eu já tinha perdido.  Escolhi um perfil mais ou menos agradável e iniciei uma conversa. O papo foi bem, promovido ao Whatsapp, e depois de um mês de esparsas conversas marcamos um encontro e, agora, encurto a história dizendo que fomos ao Empanadas e que não rolou. (Dica para os rapazes: atualize suas fotos).

Desisti de provar qualquer teoria, online dating não era pra mim, sou do tipo xavequeira cara a cara. Até que… Fiat Tinder.

Foi no dia dos pais que minha prima mostrou o Tinder para a família. Foi no wifi do restaurante que ela demonstrou o divertido jogo  que eliminava o caráter aleatório desta cyber-balada. Só podem conversar os que se curtem mutualmente. Gênio! Quase como na vida, você só dá papo pra quem quer.  E ainda por cima, vinha com o cobertorzinho pro ego cada vez que aparecia a notificação “it’s a match!“

O jogo, tão viciante quanto Candy Crush, ainda põe na sua mão a decisão entre mandar uma mensagem ou keep playing. Keep playing! Iniciei algumas investidas pelo chat, uma ou outra promovidas ao Facebook ou Whatsapp, e a eficácia do aplicativo foi se revelando. As conversas pareciam fluir melhor, a partir do interesse mútuo confirmado.  As pessoas ali não pareciam profissionais do cyber-dating. Pareciam todo o tipo de pessoa. Era mesmo como estar na balada, com a vantagem de saber gostos e amigos em comum logo de cara.

Foi um mês depois, quando viajei sozinha ao Uruguai, num dia bem chuvoso, que tive meu primeiro Tinder-date. Foi demais, rápido, sem muita enrolação e um jeito diferente de conhecer uma cidade que não era a minha.

Voltei pro Brasil com aquele gás, motivada a finalmente conhecer os “tindos“ da minha lista. Foram cinco experiências muito distintas, fiz amigos e tive micro-relacionamentos que me tornaram advogada fervorosa da “ferramenta“. Conheci casais formados pelo Tinder, conheci pessoas que passavam o Tinder-rodo.  Acabou meu preconceito, ficou fácil. Cada um usa como quer. Eu dizia a todas as minhas amigas: “Você vai curtir!”.

A adesão em massa da galera trouxe o divertido movimento dos efêmeros Tumblrs sobre o Tinder (tinderland, tindereatorre, tindernasuecia) – a captura de tela é mesmo uma ferramenta pro humor. Todos rimos, pois éramos parte daquilo.

Leia também: 

Esposas do Silício

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Por que a vida de todo mundo no Facebook parece melhor que a sua

Viajo muito pelo Brasil a trabalho e criei o passatempo de sempre espiar os tindos locais, e cada vez mais percebia que, apesar das novas combinações, eu já não tinha energia para iniciar ou dar continuidade às conversas. Dei um tempo. Fiquei sem entrar e de vez em quando recebia uma notificação de que meu perfil não mais seria mostrado, caso eu não aparecesse… de novo, quase como na vida, tem que dar as caras pra continuar na cena.

Em abril, tirei férias, e entrei no Tinder-California. Dei risada da imensa quantidade de tindos com tigres (tinderguyswithtigers), mas no final, peguei dicas de todas as cidades com os meus matches e acabei conhecendo um deles em São Francisco. Tinder continua uma ferramenta eficaz para o turismo customizado, não deixem de experimentar.

Voltei pra São Paulo. Encontrei amigas que, após traumáticos términos, tinham recém aderido ao aplicativo e começavam a se divertir com seus matches. Além disso, a proximidade do mundial de futebol deu uma renovada no “catálogo“. Fiquei curiosa. Voltei pro Tinder.

Iniciei a pesquisa, e com curtidas retrancadas, já não era mais o mesmo pra mim. Conversei com alguns mais, mas não me motivei. Recém separados foi o que mais encontrei por lá desta vez. Além deles, ficaram  cyber–solteiros profissionais, que sempre conheceram pessoas pela internet.  A peteca não ficava mais no ar.

Notei que minhas amigas também foram perdendo a empolgação e  o Tinder foi criando sua própria definição. Não é um vício que perdura. Dificilmente encontraremos o Tinder Anônimos por aí. Ele é eficaz de verdade para quem quer se reabilitar de um pé na bunda, ou do fim de um casamento muito longo, e não sabe como, nem onde reaprender a paquerar.

Então, parece que não é pra mim. Não é por não acreditar em cyber-relacionamentos, muito pelo contrário, o aplicativo me ensinou que existe faísca na internet. A verdade  é que pessoas “olho no olho” como eu ficam em grande desvantagem nesta cyber-balada. Meus melhores xavecos são ao vivo. As mensagens de texto acabam com minhas pausas dramáticas.

Mas não, não deletarei o Tinder por enquanto, pois ainda não existe guia de viagens melhor. Sem contar que, logo menos, vêm as Olimpíadas e posso ficar curiosa novamente!

maila*Maíla Sandoval é bailarina sem fronteiras com alma de golfinho. Esconde do grande público que é autora do @palavragrelhada e integrante da Banda Literária. Paulistana criada, nasceu com rodinhas nos pés e não recusa a oportunidade de conhecer lugares novos. Torcedora fanática dos Diablos de Avellaneda.

foto: arquivo pessoal

Thiago Thomé (aka Liquidpig) viveu por anos em São Francisco e é formado pela California College of Arts. Hoje mora em São Paulo, é designer, ilustrador e editor de arte da Confeitaria.

Tumblr que estamos amando: Tinder na Copa

VAI TER COPA SIM! Mas se depender desse tumblr que descobrimos, o Tinder na Copa, podia ter até duas!!!

A designer paulistana Carol Chang, de 28 anos, teve a ideia de criar o Tinder na Copa depois que ela e algumas amigas perceberam seus Tinders andavam bem mais floridos, e a causa era a quantidade de estrangeiros vindo ao Brasil por causa da Copa do Mundo. Em vez de trocar printscreens dos mais bonitinhos entre elas, resolveram divulgar essa boniteza toda para o mundo. Olhem só alguns exemplos:

 

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(Tem aqueles que gostam de posar com nativos, o aventureiro, o profissional, o praieiro e um “procurando o amor da vida”. Arrã, Christopher, tamos sabendo.)

O tumblr tem um mês de vida, mas foi descoberto mesmo no início de junho, e nos últimos meses as contribuições explodiram, conta Carol.

Os países de origem estão bastante variados, mas Carol diz que surgem bastante australianos e franceses. Entre as cidades que mais mandam colaborações, estão São Paulo (por causa da abertura da Copa amanhã), Rio de Janeiro, Manaus e Belo Horizonte.

Mas não pensem que ela só recebe printscreen de homem bonito, não. “Tem muita menina brasileira me mandando selfie querendo se promover, mas essa não é a ideia do tumblr.” Outra pergunta popular: como faz para ver esse ou aquele cara no Tinder? “É sorte, né.”  A própria Carol já saiu com dois estrangeiros que conheceu no Tinder, um francês e outro americano.

A resposta dos “retratados” no Tumblr também tem sido bem-humorada. Carol conta que um deles viu seu perfil do Tinder em um site estrangeiro, e escreveu para ela, mas levou a coisa na esportiva. Afinal, é época de bola em campo, fazer gol e correr pro abraço, não é mesmo?

Fotos: Reprodução Tinder na Copa

8 aplicativos para namorar em tempos modernos

Dia 12 de junho tá quase aí, e a gente sabe que tem um certo evento internacional (#vaitercopasim) que tá atraindo todas as atenções, mas isso não vai nos impedir de lembrar que também é dia de se aconchegar com a cara metade, ainda que a gente deixe isso para depois da abertura da Copa do Mundo. Não há dúvidas que a tecnologia tem mudado os relacionamentos. Exceto raras ocasiões, não passa um dia sem que a gente converse com os nossos namorados e namoradas, certo? E a novidade é que dá para ir muito além do Whatsapp;  apps de mensagens a dois estão bombando e cheios de funcionalidades fofas. Fizemos uma lista esperta das mais legais e aproveitamos para incluir outros apps pra intimidade digital 😉

 

1) Couple

 

 couple 3   couple couple 2 

Na sua descrição na Apple Store eles dizem ser “o melhor aplicativo para quem namora à distância”. Além de ser bom para troca de mensagens, ele também oferece uma lista de tarefas compartilhada, alertas pra ninguém esquecer das datas importantes, sugestões de lugares cool para fazer um date e compartilhamento de localização. Mas a cafonice mais adorável é o ThumbKiss. Você põe o seu dedão na tela, a outra pessoa também e o aplicativo gera um beijinho virtual quando os dois dedões estão exatamente no mesmo lugar. Ah, outra função providencial é poder mandar fotos que desaparecem depois de um tempo (blink, blink!).

(para iPhone e Android, gratuito)

 

 

2) You&Me

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Depois de fazer o sign up, o logo do app se transforma nas iniciais do casal. Este aplicativo é focado exclusivamente em troca de mensagens e não tem outras funções, mas essa única experiência é deliciosa e pensada à minúcia em termos de design e usabilidade. Claro, além de texto dá para enviar fotos e videos (estilo Vine, com a opção do loop), mas também recados de voz, músicas e a opção fofa “halfsie”, onde cada um manda uma selfie e o app faz uma arte fofa. Ah, quando ele identifica (por GPS) que o casal está junto a interface dele muda <3

(para iPhone, gratuito)

 

3) Bounden

A gente não vai mentir: parece bizarro no começo, mas é tão diferente de tudo o que a gente já viu que o Bounden precisa estar na nossa lista. Este aplicativo (desenvolvido por programadores do amor e a Companhia Nacional de Ballet da Holanda) quer incentivar os casais a dançarem juntos. Ambos tem que segurar um só telefone e ir seguindo as indicações que aparecem na tela.

(para iPhone, US$3,99)

 

4) Anylist

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Este é um app de listas compartilhadas do qual já falamos, e só. Mas pense a mão na roda que isso pode ser: lista de compras pra casa, hamburguerias para conhecer, viagens dos sonhos, taras sexuais, filmes pra ver… O sync é perfeito, então cada vez que alguém adiciona ou tira algo das listas o outro é avisado.

(para iPhone, gratuito)

 

5) Splitwise

splitwise 1  splitwise 3

Dinheiro é sempre bom tratar às claras. O Splitwise ajuda muito e funciona como uma espécie de conta corrente. Lá você vai acrescentando quem pagou o quê, quanto e quando e ele vai fazendo os cálculos de forma corrida, assim você sempre sabe como está o saldo. Também dá para dividir os gastos por assuntos, como “casamento”, “reveillon” etc. É bem feito e super intuitivo de usar.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

6) Fingle

Divertido demais! Não é só para casais, mas há algo nele que o deixa sexualmente sugestivo. A trilha e o clima do app são “sexy” e ele funciona como aquele jogo Twister da nossa infância só que com os dedos. Jogue com uma tacinha de vinho por perto 😉

(para iPad, US$1,99)

 

7) TripIt

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A gente também já falou dele antes, mas este app é um organizador de viagens que pode ser muito prático para casais que viajam bastante separados. Ele mantem as pessoas que você quiser avisadas sobre o seu cronograma de viagem, as datas e destinos, além de avisar sobre o atraso ou chegado do seu vôo assim que você pousa.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

8) iKamasutra

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O bom e velho guia de todos os guias disponível no seu celular com animações 360 graus e linguagem divertida. Não custa ter à mão para momentos de, cof cof, inspiração.

(para iPhone US$0,99 e Android R$7,22)

(Fotos: Reprodução)

Firefox se redime com a comunidade LGBT, primeiro de abril e mais nos links da semana

Os links que compartilhamos na página do Ada no Facebook esta semana:

Brendan Eich. Crédito: Fundação Mozilla
Brendan Eich. Crédito: Fundação Mozilla

– O site de relacionamentos OKCupid resolveu tomar uma posição séria quando veio a público que Brendan Eich, o novo CEO da Mozilla (fundação e empresa dona do browser Firefox) apoiava causas antigays, e divulgou uma carta de repúdio no site.

EXTRA! EXTRA! EXTRA! Nesta quinta-feira (3), a Mozilla anunciou que Brendan Eich pediu demissão tanto do cargo de CEO da empresa quanto do seu posto no conselho da fundação. Em um post no blog da Mozilla, a presidente executiva da empresa Mitchell Baker escreveu: “Nós entendemos porque as pessoas estão bravas e magoadas, e elas têm razão: nós não nos mantivemos fiéis aos nossos valores e verdades. Precisamos melhorar, e queremos continuar defendendo uma internet livre.” [links em inglês].

– A professora da ECA-USP Elizabeth Saad Corrêa publicou um artigo na Folha de S.Paulo que explica qual a lógica dos algoritmos dos anúncios de redes sociais como o Facebook e Google+, que no fim, se resume à velha máxima: não existe almoço grátis.

– Se você usa o Tinder ou está pensando em usar, leia esta matéria que a Diana Assennato, uma de nossas editoras, escreveu para a Revista TPM no fim do ano passado, quando o aplicativo de paquera estava pegando fogo.

O Gmail deixou todo mundo com cara de “quê?!” com a pegadinha dos shelfies. Crédito: reprodução.

– E por último, um resumo das melhores pegadinhas do Primeiro de Abril, feitas pelos grandes sites e empresas de tecnologia, como Google, Samsung e Waze. Você chegou a cair em algum deles? 🙂

 

 

 

 

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Quer sair com um famoso? O Tinder pode ser a solução

Perfil de Fred, do Fluminense, no Tinder
Perfil de Fred, do Fluminense, no Tinder
Crédito: Reprodução

Talvez você esteja no bonde do Tinder, talvez não, mas o fato é que o aplicativo anda bastante popular, e aparentemente, não só entre os reles mortais.

O CEO da empresa Sean Rad anunciou esta semana que o Tinder vai começar a “certificar” as celebridades que usam o app, como já fazem o Twitter e o Facebook. Como o acesso ao sistema do Tinder passa por conectá-lo ao Facebook (de onde saem as informações básicas como nome, idade, likes e fotos), muitos famosos que não têm Facebook ou estão lá com nomes falsos não conseguem fazer parte da rede do Tinder.

A ideia é dar uma espécie de “acesso especial” ao aplicativo para os famosos e ajudá-los a encontrar gente interessante para sair ou namorar. Se as celebridades vão topar fazer isso mesmo, já é outra história, mas com certeza a empresa ganha só de oferecer essa possibilidade a seus usuários.

No Brasil, alguns famosos já foram vistos no Tinder, como o jogador Fred, do Fluminense. Amigas do Ada já também toparam com jornalistas e escritores por lá, especialmente no eixo Rio-SP. Ou seja, vai que…