5 aplicativos para fazer diário

meditação

 

ilustração por Bruna Zanardo*

 

Quantas vezes na vida você já começou um diário nos primeiros dias do ano e conseguiu mantê-lo por mais de algumas semanas? Se a sua resposta for “nunca”, você precisa conhecer uma nova leva de aplicativos que tem mudado a nossa relação com os nossos registros pessoais. O micro-journaling, como é chamado este novo formato, é um hábito facinho de manter.

Aplicativos de micro-journaling incentivam o seu usuário a alimentar o feed diariamente. Seja através de conteúdo inserido manualmente (textos, fotos, links), perguntas randômicas ou pelo registro automático das suas atividades nas redes sociais. Neste último caso, você passa a alimentar passivamente o seu diário com as suas ações digitais, como check ins, posts, fotos do rolo da sua câmera, e assim mapear como foi o seu dia. Chamados de loggers, os apps também te impulsionam a registrar pensamentos, histórias, e elementos complementares ao que já foi postado.

Fizemos uma lista de alguns que vão te ajudar a manter o hábito saudável de escrever sobre nós mesmos. Sem ego, sem filtro e de maneira privada.

 

 Rove

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Pra quem nunca conseguiu manter um diário, este app é uma boa opção. O Rove coleta passivamente (e com a sua autorização) todas as atividades do dia que envolvem o seu smartphone. Exemplo: ele registra os seus deslocamentos e inclusive identifica automaticamente se o trajeto foi feito a pé, de carro, de bicicleta etc. Ele também te geolocaliza sem a necessidade de check-in, usa as fotos que você tirou ao longo do dia e conecta as músicas que você ouviu com momentos específicos. Também tem espaço para notas pessoais, claro. Uma função querida é “exportar uma história”, que gera uma imagem para compartilhar nas redes com os melhores momentos do dia. Pode ser um diário de viagem interessante. No final do dia ele ainda te pergunta: “como foi o seu dia?”

(para iPhone e Android, gratuito).

 

Timehop

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Você se lembra como foi o seu dia há exatamente um ano? Este aplicativo faz isso de forma passiva, sem que você precise inserir informações manualmente, assim como o Rove. Você recebe lembretes das fotos que tirou, do que postou no Facebook, no Instagram ou Twitter, dos seus check-ins no FourSquare e ele ainda te permite sincronizar o feed com iPhoto e DropBox. O app prepara lembretes diários para te mostrar o que estava acontecendo há um, dois ou três anos, com a temperatura local e possibilidade de compartilhamento nas redes sociais. Fofinho para mandar lembranças para os amigos/família/amor em datas especiais.

(para iPhone Android, gratuito)

 

Askt

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A premissa é muito simples: o Askt quer te incentivar a escrever sobre você e suas questões mais íntimas de forma rápida, simples e cativante. Com o formato de um bloco de notas muito espartano, o aplicativo faz uma pergunta provocadora e objetiva por dia. Elas são imprevisíveis e fixas, você não pode simplesmente pular para a próxima. Alguns exemplos: “Descreva a sua ética profissional”,  “Quem você gostaria de conhecer melhor?” ou “Escreva a primeira sentença da sua autobiografia”.

(para iPhone, gratuito)

 

Momento

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Este é o mais “parrudo” de todos e funciona basicamente como o Timehop, só que integrado com mais redes: Facebook, Twitter, Vimeo, Youtube, Last.FM, Flickr (?!), Instagram, a sua agenda e até os seus trajetos no Uber. A diferença é que, aqui, a experiência é mais focada na produção de texto, a experiência mais clássica de um diário pessoal. A interface é bonita, é fácil de usar e a possibilidade de usar tags ajuda muito na hora de procurar momentos, pessoas e histórias específicas.

(para iPhone, US$2,99)

 

Day One

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Tão elegante e simples que dá até vontade de escrever diariamente. O DayOne também está na categoria de diários passivos mas oferece uma experiência bem completa e mais integrada. A começar que também existe uma versão para Mac (US$9,99) e o sync entre as contas é impecável, inclusive com o iCloud. A informação fica segura na nuvem e o app pode ser aberto apenas com senha ou Touch ID (só para iPhones 5S em diante).  Você também pode exportar PDFs só de tags específicas, receber lembretes diários ou semanais e ver estatísticas relacionadas as suas atividades.

(para iPhone, US$4,99)

 

* ilustração: Bruna Zanardo se formou em moda e criou sua própria marca de roupas ainda no colégio para poder dar vida às estampas que criava. Hoje se dedica a projetos de design, ilustração e estamparia. Cresceu em São Paulo mas vive em Chicago, onde trabalha para clientes de lá e de cá.

 

 

 

 

#testamos: o foursquare da maconha

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Clássico na internet é aquele post engraçadinho do seu amigo hippie/descolado às 4:20 da tarde. Para quem não sabe, o número 420 faz referência à maconha e a cultura do seu consumo. Uma espécie de código secreto (#sqn) que identifica fumantes ou entusiastas da cannabis.

O brasileiro João Paulo Costa também acha que maconheiros gostam de deixar rastros de seus hábitos internet afora, por isso criou o Who is Happy, uma espécie de FourSquare para maconha. Nele o usuário faz check in no lugar onde está fumando o seu baseado e compartilha anonimamente com a sua rede (ou posta nos seus perfis públicos autorizados). Obviamente o app não marca a sua posição exata, mas a cada check-in uma nuvem de fumaça verde se espalha pelo Google Maps. Muito amor.

Além do mapa permitir ver os bairros mais “felizes” da sua cidade, ele te mostra um ranking dos países que mais participam da brincadeira.

 

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Testamos por aqui e ele ainda está um pouco atrapalhado: a tela inicial travou três vezes seguidas, o mapa não se mexia e a lista dos países não carregou de primeira, mas nada que uma atualização para limpar os bugs não resolva.

Em entrevista à Folha de São Paulo, João contou que usa a cannabis e os seus derivados para combater os sintomas da sua epilepsia. Por enquanto o modelo de negócio ainda não está definido, mas ele já sabe que pretende focar a sua busca por investimento fora do Brasil. Ainda segundo a Folha, fundos de investimento nos Estados Unidos injetaram mais de US$90 mi em 29 empresas de ferramentas tecnológicas ligadas ao assunto em 2014, por conta da gradual legalização da droga no país. João quer pegar esse vento a favor, o foco agora é conseguir usuários. #táfácil

(para iPhone e Android, gratuito)

 

(imagens: reprodução do aplicativo Who is Happy)

Respire fundo: 6 aplicativos de meditação

* Por Cora Poumayrac Nieto e Diana Assennato

 

headspace

 

Ok, a gente sabe: a resolução campeã de começo de ano é o combo entrar na academia, fazer dieta, perder uns quilos.

Mas você já ouviu a expressão em latim mens sana in corpore sano (uma mente sã em um corpo são)? Pois é. Para abrir 2015, a gente vai te ajudar a ganhar mais paz de espírito e clareza de mente, com nossa lista de aplicativos que ensinam a meditar. Escolha o seu, respire fundo e comece seu ano com mais leveza.

 

1) 5 minutos – Eu medito 

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A campanha “5′ Minutos, Eu Medito” é desenvolvida pela ONG Mãos Sem Fronteiras em mais de 35 países com o objetivo de desmistificar e difundir a prática da meditação. É bem simples de usar e está disponível em várias línguas, inclusive em português. As funções são básicas: medidor de tempo meditado e lembretes para as próximas pausas. Os gráficos são fofos e te ajudam a entrar no mood da meditação com mini-aulas de preparação.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

2) Buddhify²

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Perfeito para quem não sabe por onde começar. O app tem design colorido e muitas escolhas de programas, focados em diferentes situações e estados de espírito. Uma roda de arco-íris pergunta o que você está fazendo, e te oferece algumas opções de relaxamento para aquela situação específica. São mais de 11 horas gravadas e você consegue acompanhar suas estatísticas de performance.

(para iPhone e Android, US$2.99)

 

3) Headspace

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Esta é uma excelente escolha para quem procura meditação guiada (apenas em inglês) para começar sem dor. Antes de iniciar qualquer atividade, o app te convida a assistir três vídeos que resumem de forma muito prática os princípios básicos da meditação e como ela atua na mente. É bem focado no dia-a-dia de quem está começando. O criador do app, Andy Puddicombe era monge budista e se tornou empreendedor milionário e palestrante do TED graças à usabilidade impecável do app (e ao seu sotaque britânico que conduz a meditação <3). Você aprende o básico em 10 sessões de 10 minutos, ganha pontos por regularidade e pode salvar gravações para usar quando estiver offline. É o preferido das celebridades inglesas.

(para iPhone e Android, gratuito para as primeiras dez sessões)

 

4) Calm 

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Lindo! Minimalista e meticuloso, o aplicativo começa ensinando os 7 passos da calma (postura, respiração, etc.) e se propõe a ser a sua válvula de escape quando a pressão estiver forte demais. Além de calma, os programas também tratam de foco, perdão, gratidão, força e paz interior, motivação, aceitação e sono. A gravação é uma voz feminina sexy e às vezes divertida, que lembra um a voz da Samantha do filme Ela, só que um pouco mais coxinha. A versão grátis oferece 10 meditações para diferentes situações, e a compra da versão Pro, por US$4,99 para três meses, traz mais séries e mais músicas. Tem também para a web.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

5) Smiling Minds

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Desenvolvido na Austrália, este é voltado principalmente para crianças e jovens. Divide-se em três faixas etárias de sete a 22 anos, e mais uma para adultos. O objetivo deste projeto (sem fins lucrativos), é promover a meditação como forma de explorar o momento presente, focando sua atenção e consciência de maneira específica. “Queremos dar ferramentas para ajudar a criar jovens felizes, saudáveis e com compaixão”, diz a empresa. Também tem versão web.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

6) Breathe2Relax

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Não é bonito e mais parece um site em flash dos idos 00s, mas este app é focado em desenvolver habilidades respiratórias para usá-las no relaxamento do corpo e da mente. Ele basicamente começa ensinando o que é a respiração diafragmática e os seus benefícios, detalha os efeitos do estresse e ensina diferentes exercícios para levar o corpo a um estado mais relaxado, para reduzir a ansiedade e estabilizar o humor.

(para iPhone e Android, gratuito)

(Imagens: Divulgação)

 

iPhone 6 e Apple Watch: os maiores e os menores que você vai querer

Como é de costume nesta época do ano, hoje a Apple anunciou as novidades que farão a gente parcelar gadgets em muitas vezes, importunar amigos que estão indo para Miami e desejar acessórios caros, de design escandinavo e ligeiramente inúteis.

A “missa”, a como muitos geeks se referem, perde bastante sem Steve Jobs, aquele ser hipnótico que te levou a comprar o telefone celular mais caro da história da sua vida (e que te convenceu de que trocá-lo a cada novo modelo fazia muito sentido). Ninguém saberá contar as histórias da Apple como ele, mas as novidades desse ano apontam para caminhos bem interessantes.

A gente acompanhou o evento via todas-as-redes-possíveis e fez um resumo bem objetivo.

O iPhone 6 e sua versão “plus”

O novo iPhone 6 tem dois tamanhos, ambos são maiores, mais leves, mais bonitos e rápidos do que o iPhone 5S. O tamanho plus é grande MESMO, e veio para competir abertamente com aqueles Androids que mais parecem versões “SUV-branca” de smartphones legais. Alguns chamam de (perdoe, Jobs) “phablets”, uma mistura andrógina e estranha de tablets e smartphones.

Phil Schiller, VP de marketing internacional da Apple. (o primeiro da foto é o iPhone 5S!)
Phil Schiller, VP de marketing internacional da Apple. (o primeiro da foto é o iPhone 5S!)

Quem testou disse que não é grande demais para usar com uma mão só, mas por via das dúvidas eles deram um truque que te permite “ativar” uma tela menor caso você tenha uma mãozinha. O botão de liga/desliga foi movido para a lateral direita e como ambos são maiores, as baterias são melhores e duram mais \o/ #Dizque a câmera frontal melhorou, então preparem os rostinhos, até porque agora teremos uma versão com memória de 128G: haja selfie. Ele vai custar a partir de US$ 199,00, está disponível em grafite, dourado e branco e a pré-venda começa nos Estados Unidos no dia 12 de setembro.

 

NFC  – encoste e pague

NFC é a sigla para near field communication, algo como “comunicação por proximidade”. O iPhone 6 já virá com essa tecnologia embutida e serve para transformar o seu celular na sua carteira. Tudo o que você precisará fazer é: 1) aproximar o celular do sensor do caixa onde você irá pagar 2) checar o valor que vai aparecer na sua tela e escolher o cartão que você quer usar 3) autorizar a compra com a sua digital no botão de “home” do iPhone. Um processo de aproximadamente 7 segundos. Oh yes. Além disso você também poderá usar esse sistema de pagamentos dentro de aplicativos. Pode funcionar muito bem com apps de taxi, por exemplo. É  claro que a gente ainda não sabe qual será a fatia desse bolo para a Apple (normalmente não é pequena), então não dá pra garantir quantos aplicativos toparão usar de fato.

Um ponto importante: não vamos julgar quem está achando surreal a ideia de fornecer (mais) dados de cartão de crédito para a Apple tendo em vista os últimos acontecimentos, mas a tecnologia NFC é bem interessante. Atualmente ela estava relegada à tentativas mal-sucedidas em ações pontuais bancadas por operadoras de cartão de crédito ou bancos fanfarrões, MAS, se os estabelecimentos se equiparem de sensores (simples e baratos) aptos a usá-la, vai ter muito coxispter usando na próxima viagem para Orlando. Aqui no Brasil ainda vai demorar.

 

Apple Watch – o tal relógio é legal, sim

 

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É no mínimo engraçado que a gente tenha parado de usar relógios muito por conta dos nossos iPhones e que agora a Apple lance um relógio que é impossível não desejar. Sim, a gente quer um Apple Watch. ¯\_(ツ)_/¯ A aposta aqui foi bem alta e o investimento idem. Enquanto a Motorola, LG e Samsung se degladiavam antecipadamente para lançar os seus relógios inteligentes este ano, a Apple preparou um arsenal humilhante, digno de genocídio de mercado. O Apple Watch vem em 3 modelos (1 deles em ouro 18 quilates, pá!), possibilita uma infinidade de customizações com pulseiras que trocam (tipo Champion, lembram?) e tem o design mais lindo, orgânico e sem emendas que a gente poderia esperar.

 

 

Então é isso mesmo que você imaginava e além: ele é um micro-computador que armazena fotos, mede batimentos cardíacos, lê e responde emails, te dá informações sobre o caixa eletrônico mais próximo, te avisa sobre uma ligação, te lembra de levantar e mexer o corpo depois de muitas horas sentada, pode ser o seu personal trainer, manda o seu batimento cardíaco (real) para o seu amor em forma de coração e… ah sim! Te mostra as horas.

 

A pesquisa tecnológica por trás desse reloginho é obscena de linda, e por mais que o Apple Watch pareça ser a nova galinha dos ovos de ouro da casa e vá fazer um monte de gente se endividar, não dá para negar que os caras empurram os limites do mercado para uma nova fronteira e ensinam como gerar muito desejo amador sobre um dispositivo extremamente tecnológico.

 

O lançamento do Apple Watch (não é iWatch, pessoal!) é uma resposta um pouco tardia mas promissora da Apple à grande tendência das tecnologias  vestíveis, os “wearables”. São dispositivos que estarão cada vez mais próximos do nosso corpo, que serão cada vez mais inteligentes e customizáveis para as nossas necessidades. Se você achava que dormir ao lado do seu iPhone e tatear o criado-mudo logo de manhã procurando por ele sem abrir o olho era muito freaky, espera só até VESTIR sistemas operacionais inteiros. Já já um iMind. Aguardem 🙂

Crédito das imagens: Reprodução

Apple substitui de graça baterias do iPhone 5

Donas e donos de iPhones 5, atenção! A Apple descobriu que um lote de aparelhos com defeitos de bateria e está substituindo as baterias de graça a partir do dia 29 de agosto. Se você acha que sua bateria não está essas coisas (tá, pior que a maioria dos iPhones, pelo menos), vá até esta página e digite o número de série do seu telefone. Para descobrir o número de série, vá em Ajustes, depois vá para Geral, escolha a opção Sobre e desça até chegar ao Número de Série. As fotos abaixo mostram o que procurar, tanto no iOS 7 quanto no iOS 6:

iOs 7
iOs 7
iOs 6
iOs 6

ATENÇÃO: apenas o iPhone 5 está contemplado. A Apple não está incluindo iPhones 5C ou 5S nesta iniciativa.

Se o número de série do seu aparelho foi contemplado, você precisa fazer backup do telefone, desligar a função “Buscar” e apagar todo o conteúdo dele. Aí, é só levar em uma das autorizadas da Apple listadas aqui ou na Apple Store do Rio de Janeiro para ter a bateria substituída. Cuidado: se seu telefone tiver algum dano, como uma tela quebrada, isso terá que ser consertado antes e os custos são por sua conta.

(Via Gizmodo)

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Tumblr que estamos amando: Tinder na Copa

VAI TER COPA SIM! Mas se depender desse tumblr que descobrimos, o Tinder na Copa, podia ter até duas!!!

A designer paulistana Carol Chang, de 28 anos, teve a ideia de criar o Tinder na Copa depois que ela e algumas amigas perceberam seus Tinders andavam bem mais floridos, e a causa era a quantidade de estrangeiros vindo ao Brasil por causa da Copa do Mundo. Em vez de trocar printscreens dos mais bonitinhos entre elas, resolveram divulgar essa boniteza toda para o mundo. Olhem só alguns exemplos:

 

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(Tem aqueles que gostam de posar com nativos, o aventureiro, o profissional, o praieiro e um “procurando o amor da vida”. Arrã, Christopher, tamos sabendo.)

O tumblr tem um mês de vida, mas foi descoberto mesmo no início de junho, e nos últimos meses as contribuições explodiram, conta Carol.

Os países de origem estão bastante variados, mas Carol diz que surgem bastante australianos e franceses. Entre as cidades que mais mandam colaborações, estão São Paulo (por causa da abertura da Copa amanhã), Rio de Janeiro, Manaus e Belo Horizonte.

Mas não pensem que ela só recebe printscreen de homem bonito, não. “Tem muita menina brasileira me mandando selfie querendo se promover, mas essa não é a ideia do tumblr.” Outra pergunta popular: como faz para ver esse ou aquele cara no Tinder? “É sorte, né.”  A própria Carol já saiu com dois estrangeiros que conheceu no Tinder, um francês e outro americano.

A resposta dos “retratados” no Tumblr também tem sido bem-humorada. Carol conta que um deles viu seu perfil do Tinder em um site estrangeiro, e escreveu para ela, mas levou a coisa na esportiva. Afinal, é época de bola em campo, fazer gol e correr pro abraço, não é mesmo?

Fotos: Reprodução Tinder na Copa

8 aplicativos para namorar em tempos modernos

Dia 12 de junho tá quase aí, e a gente sabe que tem um certo evento internacional (#vaitercopasim) que tá atraindo todas as atenções, mas isso não vai nos impedir de lembrar que também é dia de se aconchegar com a cara metade, ainda que a gente deixe isso para depois da abertura da Copa do Mundo. Não há dúvidas que a tecnologia tem mudado os relacionamentos. Exceto raras ocasiões, não passa um dia sem que a gente converse com os nossos namorados e namoradas, certo? E a novidade é que dá para ir muito além do Whatsapp;  apps de mensagens a dois estão bombando e cheios de funcionalidades fofas. Fizemos uma lista esperta das mais legais e aproveitamos para incluir outros apps pra intimidade digital 😉

 

1) Couple

 

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Na sua descrição na Apple Store eles dizem ser “o melhor aplicativo para quem namora à distância”. Além de ser bom para troca de mensagens, ele também oferece uma lista de tarefas compartilhada, alertas pra ninguém esquecer das datas importantes, sugestões de lugares cool para fazer um date e compartilhamento de localização. Mas a cafonice mais adorável é o ThumbKiss. Você põe o seu dedão na tela, a outra pessoa também e o aplicativo gera um beijinho virtual quando os dois dedões estão exatamente no mesmo lugar. Ah, outra função providencial é poder mandar fotos que desaparecem depois de um tempo (blink, blink!).

(para iPhone e Android, gratuito)

 

 

2) You&Me

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Depois de fazer o sign up, o logo do app se transforma nas iniciais do casal. Este aplicativo é focado exclusivamente em troca de mensagens e não tem outras funções, mas essa única experiência é deliciosa e pensada à minúcia em termos de design e usabilidade. Claro, além de texto dá para enviar fotos e videos (estilo Vine, com a opção do loop), mas também recados de voz, músicas e a opção fofa “halfsie”, onde cada um manda uma selfie e o app faz uma arte fofa. Ah, quando ele identifica (por GPS) que o casal está junto a interface dele muda <3

(para iPhone, gratuito)

 

3) Bounden

A gente não vai mentir: parece bizarro no começo, mas é tão diferente de tudo o que a gente já viu que o Bounden precisa estar na nossa lista. Este aplicativo (desenvolvido por programadores do amor e a Companhia Nacional de Ballet da Holanda) quer incentivar os casais a dançarem juntos. Ambos tem que segurar um só telefone e ir seguindo as indicações que aparecem na tela.

(para iPhone, US$3,99)

 

4) Anylist

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Este é um app de listas compartilhadas do qual já falamos, e só. Mas pense a mão na roda que isso pode ser: lista de compras pra casa, hamburguerias para conhecer, viagens dos sonhos, taras sexuais, filmes pra ver… O sync é perfeito, então cada vez que alguém adiciona ou tira algo das listas o outro é avisado.

(para iPhone, gratuito)

 

5) Splitwise

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Dinheiro é sempre bom tratar às claras. O Splitwise ajuda muito e funciona como uma espécie de conta corrente. Lá você vai acrescentando quem pagou o quê, quanto e quando e ele vai fazendo os cálculos de forma corrida, assim você sempre sabe como está o saldo. Também dá para dividir os gastos por assuntos, como “casamento”, “reveillon” etc. É bem feito e super intuitivo de usar.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

6) Fingle

Divertido demais! Não é só para casais, mas há algo nele que o deixa sexualmente sugestivo. A trilha e o clima do app são “sexy” e ele funciona como aquele jogo Twister da nossa infância só que com os dedos. Jogue com uma tacinha de vinho por perto 😉

(para iPad, US$1,99)

 

7) TripIt

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A gente também já falou dele antes, mas este app é um organizador de viagens que pode ser muito prático para casais que viajam bastante separados. Ele mantem as pessoas que você quiser avisadas sobre o seu cronograma de viagem, as datas e destinos, além de avisar sobre o atraso ou chegado do seu vôo assim que você pousa.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

8) iKamasutra

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O bom e velho guia de todos os guias disponível no seu celular com animações 360 graus e linguagem divertida. Não custa ter à mão para momentos de, cof cof, inspiração.

(para iPhone US$0,99 e Android R$7,22)

(Fotos: Reprodução)

Apple divulga novo iOs 8 e OS X 10.10 Yosemite

Crédito: reprodução
Crédito: reprodução

Foram quase duas horas de piadinhas de programador, telefonemas e mensagens de texto ensaiadas, e muito blábláblá, mas veio a novidade: a Apple lançou hoje as novas versões de seus sistemas operacionais para computadores e dispositivos móveis, o OS X 10.10 Yosemite e o iOS 8, para iPhone e iPads, durante a conferência para programadores WWDC (WorldWide Developers Conference), em São Francisco.

As novidades não foram tão bombásticas quanto a mudança radical do design do iOS 7 no ano passado, mas a tendência de integrar todos os dispositivos foi definitivamente consolidada, e é fato: a Apple vai tentar matar aplicativos poderosos como o Whatsapp. Alguns rumores, como o aplicativo de fitness, foram confirmados, mas outros, como um smartrelógio como o do Google, ainda não. Também não foi dessa vez que atualizaram os Mapas, mas… PAREM AS ROTATIVAS: Siri em 22 novas línguas! Estamos tentando descobrir se português está entre elas. Por enquanto, vamos à principais novidades:

OS X 10.10 Yosemite

Crédito: reprodução
Crédito: Reprodução

Ficou parecidinho com o ioS 7, ícones mais chapados e transparências. Ganhou um centro de notificações como o do iPhone e do iPad, no qual podem ser instalados widgets. O software de email suporta anexos pesados, de até 5 gigasbytes (se o email do destinatário não suportar, o sistema automaticamente manda um link para download), e você pode rabiscar e marcar emails e anexos. O serviço de busca Spotlight agora faz buscas não só na máquina mas também na web.

Mas o que realmente chamou a atenção foi o recurso chamado Continuidade: agora o seu Mac, iPhone e iPad conversam entre si direto, sem precisar de interferência. Por meio dos serviços Airdrop (que reconhece dispositivos Apple nas redondezas) e iCloud (serviço de armazenamento de arquivos online da Apple), você pode começar a escrever um email no iPad, por exemplo, e terminar no Mac. Do mesmo jeito, se você estiver sem wifi, o Mac descobre sozinho se seu iPhone está por perto e conecta direto à rede 3G dele (hoje em dia, você precisa manter liberar via as configurações do Acesso Pessoal). A integração com o celular é tão grande que você pode mandar SMS (até para quem não tem iPhone) direto do celular e TCHARAM, também fazer ligações telefônicas.

iOS 8

Dessa vez, nenhuma grande mudança de design e sim pequenas melhorias que facilitam a vida do usuário. Siri vai poder ser acionada direto com um comando de voz, e ganhou versões em outros 22 idiomas (ainda não conseguimos confirmar se português está entre eles).

A central de notificações ficou mais interativa — vai ser possível responder a mensagens, por exemplo, direto dela ou da tela bloqueada. O teclado vai ganhar uma função conhecida pela turma do Android: previsão de palavras, o que vai facilitar bastante a digitação (e esse sim vai funcionar em português).

O aplicativo de Mensagens ganhou funcionalidades de grupo muito parecidas com o Whatsapp, entre elas a possibilidade de mandar arquivos de audio e vídeo e silenciar um grupo muito ativo. Já o email ganhou mais comandos de gestos, o que vai facilitar a vida para apagar e marcar emails.

O aplicativo de fitness também foi anunciado:  é o do ícone de coração da foto acima vai se chamar Health (e não Healthbook, como diziam os rumores), monitorará sinais vitais diversos e poderá ser usado com outros aplicativos de terceiros, como os de corrida da Nike. O aplicativo de Fotos vai ganhar busca, maior integração com o iCloud e recursos mais sofisticados de tratamento de imagem.

Também foram anunciados novos recursos para desenvolvedores, como melhor integração entre aplicativos (um software poderá usar recursos de outro — por exemplo, filtros do Instagram em outros apps de fotografia), melhorias para games e um pacote de recursos para apps de automação doméstica. Além de uma nova linguagem de programação para Apple, chamada Swift.

Ambos os sistemas operacionais serão gratuitos e estarão disponíveis a partir de setembro. Se você quiser testar o Yosemite antes de todo mundo, é possível se inscrever para um programa beta neste link aqui.

Aplicativo de iPhone detecta câncer de pele melhor que muito médico

Crédito: Universidade de Houston
Dermoscreen avalia lesões na pele que podem ser malignas. Crédito: Universidade de Houston

Um app para iPhone criado pela Universidade de Houston, nos Estados Unidos, consegue avaliar pintas, verrugas e lesões na pele e determinar se são malignas, o que poderia melhorar muito o diagnóstico e tratamento de milhões de pessoas que vivem em regiões com pouco acesso a médicos.

Claro que ele não faz isso com a câmera do celular (que a gente sabe que melhorou muito de algumas versões para cá mas ainda não é perfeita). É preciso um acessório especial, chamado dermoscópio, que usa lentes de aumento e ilumina a pele a ser fotografada, para conseguir uma avaliação mais precisa.

Segundo o criador do aplicativo, chamado Dermoscreen, o professor de engenharia George Zouridakis, testes iniciais indicaram uma precisão de diagnóstico de 85%, similar a de dermatologistas e melhor que a de clínicos gerais. Se o resultado do Dermoscreen é positivo, o paciente é imediatamente encaminhado para um especialista.

O risco de falsos negativos (quando o câncer existe mas não é detectado pelo software) existe, e por isso o app ainda está em fase de testes na universidade, mas sua patente para o diagnóstico de melanoma, um dos mais letais tipos de câncer, já foi emitida pelo governo dos Estados Unidos.

Além disso, a invenção pode ser usada em outros tipos de doenças dermatológicas fatais: os Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos doaram mais de 400 mil dólares (cerca de 885 mil reais) para testar o Dermoscreen no diagnóstico da úlcera de Buruli, uma doença bacteriana que destroi a pele, que é comum na África subsaariana.

A ideia de usar smartphones para diagnosticar doenças está cada vez mais comum, e só mostra o poder de processamento de dados desses aparelhinhos que vivem jogados na bolsa ou mochila. Existem várias ferramentas nesse sentido pipocando pelo mundo e até no Brasil, como a de Vitor Pamplona, pesquisador ligado ao MIT, que em 2011 criou um aplicativo semelhante para o diagnóstico de catarata.

Via Recode.

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16 aplicativos para comer bem

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* foto do publicitário e instagrammer Rafael Mantesso

O Ada convidou 6 chefs e profissionais da gastronomia para listar os sites e aplicativos de culinária que os ajudam a completar tecnologicamente a experiência sensorial e analógica de comer e beber bem. A grande maioria das dicas é gratuita \o/ e as sugestões vão de redes sociais de glutões a aplicativos que funcionam como um Shazam para vinhos. Veja abaixo:

 jamie hollister James Hollister é chef do gastrobar Exquisito!

 MaxxBocca’s Foods: um aplicativo que converte medidas na cozinha. É super comum que receitas usem medidas diferentes; algumas pedem para pesar tudo em gramas, outros em xícaras. Se você utilizar uma receita estrangeira, então, pode se deparar com termos que nem tenha ouvido falar. Esse app é uma mão na roda para isso.

(para iPhone, US$0.99)

México en Tu Mesa: para amantes de comida mexicana. Este aplicativo oferece várias informações, receitas e até utensílios típicos de várias regiões do México. Procure as comidas típicas para cada época do ano e datas comemorativas.

(para iPhone, gratuito)

Great British Chefs: uma coleção de receitas, técnicas e dicas dos chefs mais renomados da Grã-Bretanha. Atualizado frequentemente com novidades de vários chefs badalados. Vale a pena conhecer o mundo dessa alta gastronomia subvalorizada, bem distante dos clichés de Fish and Chips e Shepherd’s Pie.

(para iPhone, gratuito)

 

cury Marcelo Cury é cirurgião vascular e cervejeiro. É colunista na Revista Playboy.

Untappd: é uma espécie de foursquare da cerveja. Nele você consegue registrar o que anda consumindo, dividir opiniões e compartilhar com amigos. A brincadeira ainda oferece badges e promoções.

(para iPhone e Android, gratuito)

Beer Cloud: um sommelier de cervejas no seu bolso. Faz sugestões de harmonização, ensina sobre os copos mais apropriados e funciona como uma mini Wikipedia sobre os estilos diferentes.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

nathalia vergili Nathalia Vergili é fundadora da empresa de gastronomia Senhora Amora

Menu do Dia:  é o aplicativo do site Gastrolândia, da Ailin Aleixo. Todo dia ela posta um menu com entrada, prato principal e sobremesa de restaurantes incríveis (e low profile) de São Paulo.

(para iPhone, gratuito)

 

patricia abbondanza  Patricia Abbondanza é sócia fundadora da empresa de consultoria em gastronomia Dedo de Moça, formada em jornalismo e gastronomia, especializada em confeitaria pela Culinary Institute of America. 

Jamie Oliver: o app do chef pop já teve 10 milhões de downloads e oferece 10 receitas de graça logo de cara. Tem de tudo, de comfort food, receitas de pães deliciosos, refeições para datas comemorativas, listas de compras agrupadas por seções do supermercado e vídeos tutoriais de técnicas mais complicadinhas e truques essenciais pra usar na cozinha.

(para iPhone, gratuito)

Paprika: é um excelente agregador de receitas. Jogue o link de alguma receita lá dentro e o app fará uma lista dos ingredientes com as medidas certas e até uma lista de compras. O app também calcula as medidas a partir da quantidade de porções que você quer fazer, cria um planejamento das refeições da semana e permite jogar receitas do computador direto do app com um só clique.

(para iPad, US$4,99 e Android, R$11,90)

Foodily: um grande Google das receitas. São mais de 2 milhões disponíveis. Um detalhe fofo: durante a pesquisa você pode escolher as receitas SEM algum item, como nozes, carne, açúcar, glúten ou sal.

(site e app para iPhone, gratuito)

 

Rafael Mantesso Rafael Mantesso é proprietário da Belo Comidaria, editor chefe do Marketing na Cozinha, sócio fundador do Instituto ATÁ e professor.

WeTheFeedies: é um app beneficente onde você compartilha fotos de comida e de quebra ajuda uma causa. Se você vai a um restaurante que participa do programa e compartilha a foto de um prato, o restaurante doa o valor de uma refeição por foto para o The Lunchbox Fund, uma ONG que provê refeições diárias para alunos de escolas na África do Sul .

(para iPhone, gratuito)

Foodspoting: é uma rede social de fotos de comida. A maior delas, eu acho. Você fotografa o seu prato e avalia o lugar, além de poder interagir com amigos e outras pessoas que fazem o mesmo. O app também funciona como um guia visual para achar os melhores pratos (e não necessariamente restaurantes) perto de onde você está localizado.

(para iPhone e Android, gratuito)

MealSnap: é um app da DailyBurn que conta quantas calorias tem em seu prato a partir de uma foto. Você sobe a imagem no aplicativo e através de um banco de dados ele avalia o que tem no seu prato e te diz aproximadamente quantas calorias você está prestes a ingerir.

(para iPhone, US$2,99)

Vivino: uma das funções mais legais deste app é que ele geolocaliza e indica onde estão os melhores vinhos de uma região para você comprar. Além disso você pode criar uma lista dos vinhos que você provou, compartilhar dicas com amigos e receber sugestões personalizadas baseadas na pontuação da sua lista.

(para iPhone e Android, gratuito)

Delectable: este app é tipo um Shazam dos vinhos. Você tira a foto de um rótulo e ele já te mostra todas as informações dele. Também vale como uma biblioteca para você guardar os detalhes do que já bebeu ou apenas consultar um vinho no supermercado.

(para iPhone, gratuito)

 

tatu damberg Tatu Damberg escreve no Mixirica, é produtora culinária e empresária.

Donna Hay: o app para iPad da revista australiana é lindo. A idéia é incentivar as pessoas a cozinhar mais em casa com uma pegada moderna e prática. Cada edição tem receitas que conversam com a estação do ano e várias dicas bacanas para otimizar o seu tempo na cozinha.

(para iPad, gratuito)

Camera Plus: o meu aplicativo preferido para editar as fotos tiradas de receitas prontas 😉

(para iPhone, US$0,99)

 

*crédito das imagens:

Nathalia Vergili, Patricia Abbondanza e Rafael Mantesso: divulgação.

James Hollister: Tadeu Brunelli

Marcelo Cury: Egon Jais

Tatu Damberg: Estevam Romera