Mulher 3.0, o primeiro curso do Ada!

 

mulher 3.0

Senhoras e senhoritas, é com imensa satisfação que anunciamos o primeiro curso do Ada, o Mulher 3.0, em parceria com a Kind. A Diana e a nossa parceira Marina Malta vão ensinar como usar a Internet e a tecnologia para fazer seu dia-a-dia mais produtivo. Entre os temas: novas ferramentas, o que é essa tal de nuvem, segurança de informação, o que compartilhar nas redes sociais e muito mais. Veja a programação abaixo:

1-  Internet como contexto: muito além do Facebook
2- Por que é importante entender como funcionamos dentro da internet?
3- Como tornar o novo, parte do nosso dia-a-dia, sem pânico nem preconceito
4-  Tecnologias que trabalham a nosso favor
5- Organização e produtividade: Evernote, Trello, Asana, AnyDo e gerenciadores de tarefas
6- A nossa amiga nuvem: agenda, senhas, iCloud, Google Drive, Dropbox, sync e transparência entre dispositivos.
7- Personas digitais: o que compartilhamos?
8 – Histórias que contamos: quais os limites entre público e privado?

O curso vai acontecer nos dias 22 e 29 de junho (duas segunda-feiras), das 19h às 22horas, no bairro de Pinheiros, em São Paulo. O valor total é 500 reais.

Leitora do Ada tem 10% de desconto no pagamento à vista! Basta escrever para contato@akind.com.br com o assunto do email: Vi no ADA! e pronto.

E se você tem interesse em levar nosso curso para a sua cidade, escreva para a gente no adavcbr@gmail.com. Bora distribuir o amor pela tecnologia Brasil afora!

5 aplicativos brasileiros que vão te surpreender

Nem só de aplicativos gringos vivem os nossos smartphones. Separamos 5 apps nacionais dignos de lista (e o 99Táxis não é um deles 😉 ): de controle de finanças a plataforma de reclamações urbanas, estes são os queridinhos que a gente já não vive sem.


Organizze

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Bonito, prático e com um monte de funcionalidades, esse gestor de finanças é um dos mais legais que testamos nessa categoria. Além de acompanhar todas as suas transações financeiras, você pode criar metas para cada tipo de entradas e saídas, enxergar os gastos do mês através de gráficos lindos, sincronizar várias contas bancárias e cartões de crédito, visualizar parcelamentos e contas recorrentes. O ponto forte é a usabilidade: simples e rápido.

Para iPhoneAndroid e versão web. (GRATUITO)

 

 

Onde Parar

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Baita mão na roda: a partir da sua localização ou um endereço, o app te indica quais são os estacionamentos mais próximos. Além do preço médio de cada um deles (que você vê no próprio mapa <3), o app indica quais são os serviços adicionais, como convênio com seguradoras ou lava-rápido. Os filtros são ótimos e é facinho de usar. Também funciona para ciclistas que buscam bicicletários e para quem quiser publicar a sua garagem residencial e emprestá-la para alguém.

Para iPhoneAndroid e versão web. (GRATUITO)

 

 

Colab.re

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Já falamos dele na nossa lista de aplicativos urbanos para curtir e cuidar da sua cidade, mas este vale repetir. Nele você pode fiscalizar (inclusive através de fotos) problemas como buracos em ruas, calçadas em pésimo estado ou iluminação pública queimada. Ele também deixa propor soluções e avaliar entidades e instituições públicas. Os criadores do app se responsabilizam por enviar todas as publicações para as prefeituras e de encaminhar as respostas recebidas de volta aos usuários que alimentam o sistema. Já foi eleito o melhor aplicativo urbano do mundo. Vai Brasil \o/

Para iPhone e Android. (GRATUITO)

 

 

Mandic Magic

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Já mencionamos um app semelhante por aqui, o 4sqwifi, mas o Mandic é brasileiro e igualmente bom. Sabe aquele momento em que você precisa desesperamente de um wifi? Pois bem, tá aqui a salvação. Você se loga com a sua conta de Facebook, então o app identifica a sua localização e te indica cafés, bares, restaurantes, livrarias, padarias e vários outros tipos de estabelecimento com wifi. Ah sim, te dá a senha de todos. A única parte chata são os anúncios.

Para iPhone e Android. (GRATUITO)

 

WakeApp

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Este é um alarme despertador perfeito pra quem curte dormir mais 5 minutinhos nos dias de chuva. Você pode programá-lo para te acordar (ou não) dependendo de duas informações: as atividades que você agendou para a manhã seguinte e o clima que estará lá fora. Se amanhã for o seu dia de corrida no parque e estiver caindo um pé d’água, ele vai te deixar dormir um pouco mais. Se o sábado amanhecer lindo com céu azul, ele tomará a liberdade de te acordar meia horinha antes para fazer o dia render. Simpático, não?

Para iPhone. (GRATUITO)

 

Você curte algum outro app brasileiro que não está nessa lista? Conta pra gente no nosso Facebook ou Instagram 😉

 

As Minas da Web: Janie Paula, Buxixo de Mães

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Janie foi mãe do Nicholas aos 16. Uma cesariana. Quando engravidou de Maia aos 28 questionou algumas escolhas pela falta de preparação da sua primeira maternidade. Sentiu que precisava de informação para poder escolher melhor, mesmo que optasse pelas mesmas coisas.

Com incentivo de uma amiga e grande ajuda da internet, descobriu um universo que se transformaria no seu modelo de vida e negócio. Janie continuou na publicidade até a última semana de gravidez, mas usava o seu “tempo de tela” para estudar. Depois do parto de Maia tudo mudou. Hoje ela encabeça um movimento multiplataforma que traz informação e diálogo a milhares de mulheres sobre parto natural, amamentação, educação com respeito e maternidade ativa. No seu escasso tempo livre, ela faz a mediação de mais de 1.600 mães no projeto Buxixo de Mães, é doula (sua principal fonte de renda), tem um blog, 2 perfis de instagram, 3 páginas no Facebook e 4 sites e usa a internet para promover encontros virtuais e presenciais.

 

Não pergunte ao Google

No pós-parto de seu primeiro filho, Janie se viu sozinha. Os seus amigos adolescentes sumiram e ela não tinha ninguém com quem falar sobre todas aquelas mudanças. No final da segunda gravidez ela teve medo de passar pelo mesmo. A maternidade era o seu principal (se não único) tema de conversação: “Ninguém mais dava conta da minha demanda, eu só falava sobre bebês e maternidade. É injusto cobrar esse interesse do outro” ela conta. A lista de discussão da parteira Ana Cristina Duarte no Yahoo foi a sua salvação. Lá ela se informou a partir de exemplos reais e compartilhou momentos íntimos com desconhecidas. “Quando você busca artigos na internet sobre o assunto, tipo usar ou não chupeta, tem um monte de informação contraditória. Todo mundo tem um manual de como criar um bebê e todos querem dar sua opinião na internet. As trocas em forums são mais humanas.“, conta.

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Por conta dessa lista, Janie pensou que seria legal criar um grupo menor só com as mães que ela foi conhecendo ao longo da gravidez. O Buxixo de Mães nasceu junto com Maia, em dezembro de 2012. O grupo começou no Facebook com 40 mulheres que precisavam falar abertamente, sem verdades absolutas. Elas usavam a rede para tirar dúvidas, desabafar e marcar encontros com os pequenos em livrarias, salões de festa e parques. A hashtag #buxixodemaes começou a bombar no Facebook e logo outras mulheres se interessaram. Para atender a demanda, Janie criou um segundo grupo, onde passou a receber mães do Brasil inteiro. Nos 3 primeiros dias 600 mulheres se inscreveram.

 

Big data, big love

A admissão acontece a partir de um formulário. Uma vez aprovadas, são adicionadas no “Mapa das Vizinhas”. Janie geo-localiza todas elas no Google Maps para que saibam quem mora por perto e incentivar encontros reais. O grupo já promoveu encontros até na Austrália. Desse convívio surgem muitas melhores amigas, parcerias profissionais e até sociedades.

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Na internet rola de tudo nos grupos ativistas, o povo é muito pé na porta. Escrevem para impor valores sem se colocar no lugar do outro. O Buxixo era diferente, a gente só não queria se sentir sozinha.” diz. Claro que já houveram barracos, e pelo volume/velocidade de informação que trafega pelo grupo (40 posts por dia, alguns com mais de 1.000 comentários) nem sempre é fácil mediar. De qualquer forma: lá dentro elas partilham valores. A sua parceira e amiga Yara Tropea entrou para a força-tarefa e hoje é fundamental no Buxixo.

Com o tempo Janie notou que listas fechadas tem uma grande força nesse universo e passam mais confiança: “Você parte do princípio que aquele conteúdo é real e curado, como uma indicação de uma amiga“, diz. O Buxixo também organiza bazares virtuais de troca e venda e seções como “Eu Faço”, onde a mulherada divulga os seus talentos e negócios sem flodar o feed.

 

Modo avião

Os smartphones diminuem muito a solidão do pós-parto, faz com que essas mães se sintam conectadas com o mundo.“, diz. Ao mesmo tempo Janie as incentiva a largar o celular nos momentos importantes, para que olhem os filhos sem a mediação de telas. “A internet é fundamental na minha vida, mas hoje tenho menos tempo para ela. A gente acaba fazendo tudo no tempo materno, sem pressão“, conta.

Mesmo assim Janie criou o Te Vi Nascer, um blog que reúne relatos de parto e o Enquanto eu Amamento, um perfil de insta que compartilha fotos lindas de mães alimentando os seus bebês. Ao todo, são 7.000 mulheres conectadas sob a sua tutela e mais 600 na lista de espera do Buxixo.

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Quando perguntei qual era o seu modelo de negócio, ela foi clara: “Sucesso pra mim não é medido por dinheiro.” Hoje ela não quer focar na necessidade do crescimento e pretende ter paciência para deixá-lo crescer naturalmente, sem metas e sem pressa. Ela confessa ter passado (e ainda passar) por muitos questionamentos sobre o que o Buxixo poderia virar. Um livro? Um curso? Um lugar físico para encontros? “O grupo é uma premissa de valores que pode usar qualquer ferramenta para fazer o que ele se propõe a fazer. Ele nunca vai ser uma coisa só“, garante.

Mas como o seu próprio uso da Internet reflete nos seus filhos? Janie levou um susto quando, aos 11 anos, Nicholas não sabia o que era um selo de carta, mas também não sabia o que era Facebook. Para ela, é necessário acompanhar de perto todo este amadurecimento digital para empurrá-lo em outras direções além do feed, além de restringir o tempo de acesso. “Hoje ele tem 15, então se depender dele é só Whatsapp. Nem email ele usa.” Ela consegue segurar os excessos do filho adolescente, mas confessa lidar com dificuldade com o seu próprio consumo. “Eu tenho orientá-lo o máximo possível pra que ele faça um bom uso da web, aprenda a pesquisar direito, a achar coisas legais… mas às vezes ele mesmo pede para eu sair do celular.

* créditos das imagens na ordem de aparição: Luciano Bergamashi, Lela Beltrão e Stephanie Salateo.

As Minas da Web: Marina Bortoluzzi, Instagrafite

Com este post (e um certo orgulho) inauguramos uma nova seção no Ada, As Minas da Web. Vamos mostrar quem são as mulheres que desenvolvem os projetos mais legais, bem sucedidos e inovadores da internet brasileira. Queremos ouvir o porque e o como elas fazem o que fazem, quais as motivações, as encrencas. Não é fácil ser mulher empreendedora na internet (a gente sabe), por isso quanto mais exemplos tivermos, menos mulheres vão desistir de tentar.

Começamos com força: um café de uma hora e meia com a Marina Bortoluzzi, a publicitária catarinense que é curadora e co-fundadora do Instagrafite.

 

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A Marina é o tipo de mulher que faz as pessoas acreditarem nas suas paixões como modelo de negócio. Quem a acompanha internet afora enxerga isso todo dia. Marina foi parar no SXSW, agora está no Havaí, apareceu pintando uma parede em Miami e está pedindo dicas de alguma cidade cool na costa oeste americana. O “como” é a pergunta fácil. Marina e Marcelo Pimentel, parceiro de vida e crime, criaram o Instagrafite: um perfil de Instagram que se transformou no canal digital mais respeitado na cena de arte urbana no mundo. O “porque” é a pergunta legal: dividir para multiplicar. “Tudo funciona de forma colaborativa, esse é o nosso lema“, ela diz.

Com 3 anos de vida, a marca tem mais de 1 milhão de seguidores, 5 sociedades embaixo do braço e é convidada a participar como mídia essencial de todos os festivais de arte de rua do mundo. Vale lembrar: apenas 0,0001% das contas no Instagram têm mais de 1 milhão de seguidores*. Marina e Marcelo ralaram por cada um deles.

 

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O arrôba

Marcelo criou o perfil no final de 2011 para preencher um vazio emocional depois da morte de sua mãe. Procurar os melhores grafites de São Paulo era uma boa desculpa para tirá-lo de casa e ocupar a cabeça. Marina o acompanhava nos rolês para ajudar com as fotos: “Inevitavelmente comecei a absorver esse universo. Quanto mais obras a gente fotografava, mais eu aprendia.” Não demorou para o perfil chamar a atenção e, em pouco tempo, pessoas do mundo inteiro começaram a marcá-los em fotos dos grafites que cruzavam os seus caminhos. Naturalmente, os próprios artistas passaram a querer estar naquela galeria muito bem curada. “Depois que abrimos para colaborações, acumulamos 4 meses de emails de pessoas bem foda no nosso inbox. Não sabíamos o que fazer com aquilo tudo“, conta.

Quando perguntei quais eram os artistas que eles agenciavam, ela respondeu com a maior naturalidade: “Na verdade todos. Tenho todos os artistas do mundo como possibilidade”. Ela ajuda os brasileiros a mostrar o seu trabalho lá fora a partir da sua rede de contatos, recebe os gringos na sua própria casa como se fossem família, resolve burocracias de visto e ajuda os que nem conta em banco têm. Tipo uma fada madrinha das ruas. “A relação é muito mais forte quando você está próximo“, diz.

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Hoje, depois de quase 5 mil posts e projetos com marcas incríveis na bagagem, já faz um tempo que o Instagrafite extrapolou o seu @. “Sabemos ser mídia, mas queremos dar cada vez mais atenção a outros formatos para explorar a nossa curadoría.” Só para 2015 eles já têm datas para lançar um canal no youtube, um blog e um aplicativo sobre arte de rua. E onde o calo aperta? “Temos um nome no mercado internacional mas quase nenhum trabalho dentro de casa. Queremos ser reconhecidos aqui.

 

Ser mina

Marina tem papo reto e é eloquente, por isso costuma dominar os ambientes de trabalho por onde passa. É boa gestora, coordena pessoas, é organizada e articula as negociações colocando entrelinhas na honestidade do Marcelo: “Eu faço um trabalho quase holístico de convencimento com o cliente“, ri. Ela sabe que é essencial para o negócio, mesmo não sendo o receptáculo criativo da dupla. “É difícil separar ‘state and church’?” eu pergunto. “Ah, sociedade com homem acaba sendo, ainda mais quando ele é o seu marido, mas se a gente não fosse um casal talvez o Instagrafite não fosse como é hoje”, diz.

 

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Olhando “a cena” do alto, Marina ocupa uma posição quase privilegiada. Existe um preconceito gritante com artistas de rua mulheres. Ou elas são casadas com outro artista e através da dupla se elevam, ou são consideradas homossexuais e precisam suprimir a sua feminilidade para serem respeitadas.  “Só a inteligência barra o preconceito, por isso ninguém menospreza o meu trampo, mas sinto que às vezes preciso bater de frente com mais força“, conta. Em alguns meios empresariais de tecnologia e marketing, a misoginia é tão grande que ela precisa do Marcelo ao lado para ser ouvida.

Mas nem tudo está perdido e ela quer ajudar. Em sua última viagem ao Havaí, Marina notou um aumento da participação feminina e ficou feliz de perceber. No blog, que será lançado no final de março, ela quer dedicar uma seção inteira às minas do grafite.

 

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SP

O papo de morar fora do país é assunto recorrente entre o casal, mas São Paulo é um caso de amor e ódio. ” Estamos tendo a oportunidade de viajar para todo canto do mundo com frequência. Ao final de cada viagem eu ou ele nos perguntamos ‘tu morarias aqui’? A resposta dos dois é ‘não’. Nunca foi tão claro que a nossa cidade é São Paulo. No futuro talvez não seja, mas no presente é aqui que a gente deve e quer ficar. Estamos no lugar certo na hora certa“, ela contou ao Facebook. Em 2015, os dois pretendem explorar as possibilidades e sugar tudo o que ela pode oferecer.

 

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*fonte: Totems.co

fotos: arquivo pessoal

#testamos: o foursquare da maconha

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Clássico na internet é aquele post engraçadinho do seu amigo hippie/descolado às 4:20 da tarde. Para quem não sabe, o número 420 faz referência à maconha e a cultura do seu consumo. Uma espécie de código secreto (#sqn) que identifica fumantes ou entusiastas da cannabis.

O brasileiro João Paulo Costa também acha que maconheiros gostam de deixar rastros de seus hábitos internet afora, por isso criou o Who is Happy, uma espécie de FourSquare para maconha. Nele o usuário faz check in no lugar onde está fumando o seu baseado e compartilha anonimamente com a sua rede (ou posta nos seus perfis públicos autorizados). Obviamente o app não marca a sua posição exata, mas a cada check-in uma nuvem de fumaça verde se espalha pelo Google Maps. Muito amor.

Além do mapa permitir ver os bairros mais “felizes” da sua cidade, ele te mostra um ranking dos países que mais participam da brincadeira.

 

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Testamos por aqui e ele ainda está um pouco atrapalhado: a tela inicial travou três vezes seguidas, o mapa não se mexia e a lista dos países não carregou de primeira, mas nada que uma atualização para limpar os bugs não resolva.

Em entrevista à Folha de São Paulo, João contou que usa a cannabis e os seus derivados para combater os sintomas da sua epilepsia. Por enquanto o modelo de negócio ainda não está definido, mas ele já sabe que pretende focar a sua busca por investimento fora do Brasil. Ainda segundo a Folha, fundos de investimento nos Estados Unidos injetaram mais de US$90 mi em 29 empresas de ferramentas tecnológicas ligadas ao assunto em 2014, por conta da gradual legalização da droga no país. João quer pegar esse vento a favor, o foco agora é conseguir usuários. #táfácil

(para iPhone e Android, gratuito)

 

(imagens: reprodução do aplicativo Who is Happy)

A internet erótica das mulheres

(Um aviso: por causa da natureza do conteúdo, cuidado ao clicar nos links, especialmente se você estiver no trabalho ou na escola. E claro, tudo aqui é para maiores de 18 anos!)

 

 

porn!

ilustração por Thiago Thomé*

 

(Colaborou Cora Poumayrac Nieto)

A pornografia é tida como a força por trás da expansão da World Wide Web desde a sua invenção. Há até quem diga que a internet só foi criada com esse propósito: abraçar esquisitices e suprir desejos inomináveis da vida off-line. Ela representa quase um terço do tráfego total de dados online e 25% das buscas feitas no Google, mas nessa festinha, só um entre três usuários são mulheres. Porque nós não consumimos tanta pornografia como os homens?

Fizemos uma pesquisa anônima entre quase 600 mulheres para entender qual é a internet erótica delas. Além de gerar este grande dossiê, estas respostas nos ajudaram a entender um pouco mais como este conteúdo é consumido.  Descobrimos que 34% das mulheres que responderam nossa pesquisa consomem pornografia menos de uma vez por semana, 29% consomem uma vez por mês ou raramente e 25% consomem três vezes por semana. Esse dado nos fez pensar que quem encontra o que realmente gosta faz disso um hábito. E para facilitar essa busca criamos um guia de pornografia para mulheres com as dicas que surgiram na nossa pesquisa e outros trunfos que garimpamos. É só clicar em cada item para ir às recomendações, e lembre-se de esconder a sua tela!

 

1) Portais de vídeo

2) Tumblrs

3) Contos eróticos

4) Conteúdo pago e bem recomendado

5) Outros formatos

6) Queer (vida longa à diversidade)

7) Casting e direção

            Bônus: siglas que podem te ajudar

 


 

1) Portais de vídeo
Grande parte dos portais de pornô em streaming (vídeos que você não precisa baixar) são gratuitos e costumam ter centenas de milhares de opções. Por isso mesmo representam grande parte das respostas da nossa pesquisa. Isso não quer dizer que eles agradem: muitas mulheres reclamaram que é difícil achar conteúdo interessante, que o excesso de opções é ruim e que nada ali contempla o erotismo feminino. “Gosto de me deparar com o inusitado. Ponho frases e ou palavras soltas e vou fuçando”, recomendou uma de nossas leitoras.

No meio do caminho, muitas desistem com preguiça desse trabalho de garimpagem. Estas são algumas dicas que recebemos para deixar o processo mais indolor e fácil:

1) Descubra o nome do elenco daquele filme que você amou e siga os artistas em mais de um portal.
2) Evite os mais populares, os “top rated” e os mais vistos: eles não são para você. Normalmente são vídeos mais machistões naquele roteiro que a gente já conhece: sexo oral -> penetração -> gozada na cara.
3) Crie suas próprias “playlists” (vários deles permitem que você faça uma seleção e salve).
4) Explore canais específicos até descobrir os que mais te agradam. Como eles são alimentados por produtoras e estudios diferentes, você já vai saber o que esperar em termos de elenco, cenografia, enredo etc.
5) Perca tempo pesquisando as categorias e tente achar o que te agrada nelas. Com isso em mente, crie filtros de busca mais específicos. Por exemplo, ao invés de “sexo oral”, pesquise “oral sex girl on top” ou “oral sex on cars”. (Amamos a confissão de uma das nossas leitoras: “eu sempre acho algo legal quando procuro gay greek men!”).
6) Nunca, nunca, nunca clique em “transe agora”. Você se verá presa em um loop de janelas popup anunciando as coisas mais bizarras da internet.

Mas se a preguiça for muita, tente estas opções:

PornIQ: é um portal de vídeos que ajuda a separar o joio do trigo. Antes de mostrar qualquer opção, ele faz algumas perguntas sobre as suas preferências. “Você curte: sexo amador, orgias imperiais, lugares públicos, fixação oral…?” e no final ele separa os resultados pelo tempo que você tem disponível. A gente apelidou de “smart porn”.

PornMD: um site de busca pornô que agrega resultados de todos os portais de video gratuitos. Nada demais, certo? Se não fosse pelo seu algoritmo espertinho que sugere resultados para sua busca que podem te mostrar universos ainda mais legais.

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Se você estiver com tempo livre, tente as nossas dicas nestes portais. Com o passar do tempo você vai perceber que alguns te agradam mais do que outros; seja pelo design do site ser melhorzinho, seja por ter menos banners de peitos pulando vigorosamente. Em geral, muitos dos vídeos se repetem, mas todos os canais tentam se diferenciar com alguma coleção específica, como produções nacionais, sexo amador e videos do Leste Europeu.

Vai que vai:

4tube

BoaFoda

Cam4

Chaturbate

ForHerTube

Pornhub

Redtube

Safadas

Samba Pornô

Suzi

Tubegalore

Xhamsters

XNXX

Xshare

Youjizz

Youporn

 

Siglas que podem te ajudar:

NSFW (Not Safe For Work): sigla para Não Abra no Trabalho (nem no ônibus, em filas, em casa, na presença de pais ou filhos).
BDSM: sigla que define a pornografia dedicada ao Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo.
MILF (Moms I’d Like to Fuck) FILF/DILF (Fathers/Dads I’d Like to Fuck):  sigla para Mães/Pais Com Quem eu Treparia.
ATM (Ass To Mouth): sigla que define um tipo de sexo que alterna entre o sexo anal e oral com uma ou mais pessoas. Já foi um grande tabu, hoje é hype.
BHM (Big Handsome Men) e BBW (Big Beautiful Women): uma vertente de pornô dedicada apenas a mulheres e homens acima do peso.
CFNM (Clothed Female, Naked Male): sigla para Mulheres Vestidas e Homens Nus.
POV (point of view): sigla para Ponto de Vista, ou seja, um vídeo sendo gravado por um dos protagonistas da cena.
DP: sigla para Dupla Penetração.

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2) Tumblrs

Grande campeão da empolgação feminina, o Tumblr tem se mostrado o melhor amigo das mulheres nesta seara. Porque? Além de atender a muitos nichos e agradar minorias (que tal um Tumblr só de homens gostosos e… peças de queijo? Ou talvez um sobre ateísmo e peitos?), a grande sacada é que o site aceita GIFs animados. Pela enorme quantidade de recomendações que recebemos (mais de 300 mulheres mencionaram pelo menos um Tumblr), começamos a pensar se os GIFs não estariam começando a mudar a relação e a acessibilidade da mulher à pornografia.

Faz um pouco de sentido: eles são discretos, silenciosos, carregam rápido em qualquer computador ou rede (inclusive nos smartphones) e são as melhores partes dos videos que a gente vive adiantando para ver “no que vai dar”. Além disso, o Tumblr é tão fácil de usar que algumas das nossas leitoras confessaram ter os seus próprios canais para repostar o que acham na plataforma e criar a sua galeria privada, exatamente do jeito que gostam. Bela dica. Recebemos uma lista infinita da qual pincelamos alguns:

 

Dicks for girls

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Um dos Tumblrs mais recomendados para as apreciadoras de um belo e distinto membro. Começa sempre com barbas bonitas, torsos malhados e pescoços tatuados, mas conforme a rolagem desce, surgem os poderosos e bem fotografados: com luz natural em casas de revista.

 

Underwear Tuesday

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Logo de cara: “este não é um blog de pornografia”. Aqui o foco é fotografia erótica não escrachada e bastante “vida real”.

 

Romantic Pornography

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Pornozinho delícia para mulheres hetero. Tudo em PB, muitas preliminares inspiradoras e bastante sexo oral. Bom pra ver junto.

 

Porn for ladies

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Este foi um Tumblr campeão de respostas na nossa pesquisa. O que agrada as mulheres e só as mulheres? A galeria tem foco nas heterossexuais, mas a seleção é bem vasta: orais empenhados, fantasia de dominatrix, um pouco de bondage, gelo no peitinho, oral no táxi (e por baixo da mesa), quadrinhos eróticos, pornô vintage, bundinhas musculosas de homens gatos e, por que não, um toque de romance .

 

Let me suck you

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Totalmente NSFW! Mas perfeito para quem não aguenta mais clicar na categoria “sexo oral” e só ver videos de mulheres de unhas de porcelana ajoelhadas em carpetes de motel.

 

Let me do this

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Intimidade depravada e bem fotografada. Bem delícia.

 

(M)alicia’s
(m) alicias

Pérola da nossa pesquisa! Esse Tumblr é de uma das nossas leitoras que, por sinal é muito bem humorada e democrática. Tem mina com mina, boquete falando no celular e plug anal em formato de rabinho de raposa. Apenas. “Lá posto e reblogo tudo o que curto”, diz ela.

 

Sex is not the enemy
Aê! Muita, muita, muita DI-VER-SI-DA-DE. Transsexuais e transgêneros, anões gatinhos, peles pintadas de vitiligo, mulheres lindas com mastectomia, pêlos nas axilas, micro-pênis e sexo de All Star. Definitivamente, sexo não é o inimigo.

 

Lili Likes

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Lili é uma doidinha de 31 anos, fã de bondage, submissão e sadomasoquismo. A galeria dela passeia por esse universo com bom gosto e ainda por cima oferece um player com a trilha do filme Réquiem para um Sonho <3 Para fãs de uma pegada um pouco mais forte em SM, vale checar o seu “projeto paralelo”, o SlaveMyMaster. A quem possa interessar: Lili vende suas calcinhas usadas e envia por correio para o mundo todo. Taí um nicho!

 

Your Daily CFNM
Todo um gênero da pornografia, a sigla significa “Clothed Female, Naked Male”, algo como “mulheres vestidas e homens nus.” A coleção é divertida e mostra vários tipos de situações. Algumas cômicas e outras estranhamente sexy.

 

I-shot-myself
Uma idéia simples: uma galeria de selfies sexy. Tem de um tudo mesmo, peito caído, paus enormes (e minúsculos), bundas esculturais, estrias e proporções estranhas. É bem legal perceber como todo mundo consegue enxergar beleza nos seus próprios corpos a ponto de fotografá-los e publicá-los na internet.

 

Italians do it better
Um italiano apaixonado por sexo decidiu mostrar porque eles são melhores na cama do que o resto do mundo. Tem muito GIF de pornôzão clássico mas, ao que tudo indica, os moços amam fazer sexo oral e parecem realmente bons nisso. Fora que a gente amou os grandes narizes, as barbas desenhadas bem fininhas e os cavanhaques cafonas <3

 

Stereo Smut
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Pornografia vintage. Antigamente era assim: muito carão, pêlos a perder de vista, predileção inexplicável por sombra azul e fantasias sexuais peculiares. Ah, sim, fotonovelas!

 

Through Female Eyes

Imagine uma seleção das melhores partes dos melhores filmes pornôs que você já viu, só que em GIFs animados. Pois bem.

 

Borderline porn
Foco na penetração heterossexual. Explícito e sem firulas, mas nada vulgar.

 

Sex and (erotic) Nudism in public places
Sexo de verdade em lugares realmente públicos.

 

Maxing and Relaxing

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Mulheres lindas e nuas que parecem estar nas suas casas te convidando para tomar um café.

 

Outras curadorias mais randômicas de GIFs e imagens:

Testimonial Sex
I just want your dirty love
For her eyes only
Casal Putaria
Casal Sex N’ Roll
Accidental Pornographer
A Pornóloga
Blue Flashlight
Candy Now!
Delectatio Morosa
Fuck Yeah!!! Gay GIFs
É bom pra quem gosta
Pornographic Picture
Porn – Daily
Sexy Things
Suck my Pixxxel
Violence avec Elegance
Tomarno

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3) Contos eróticos

Mulheres são seres com alto poder de abstração e muita criatividade quando o assunto é sexo. Ao contrário dos homens, a inspiração visual e gráfica nem sempre é imprescindível. Poucas coisas são tão excitantes para o cérebro feminino quanto uma boa história; daquelas tão bem contadas que misturam o nosso próprio imaginário com universos desconhecidos e extremamente sedutores. Por não serem visuais (e por isso não causar repulsa), algumas categorias do pornô escrito são mais hardcore. Além disso, os contos são uma forma efetiva de se colocar no papel da protagonista sem ter que abstrair da tatuagem de beijo na virilha ou do piercing de pedrinha rosa nos grandes lábios.

Algumas sugestões em português:

Casa dos Contos Eróticos

Conto Erótico

Jardim do Prazer

Contos de Putaria

Acervo de Contos

Sugestões em inglês:

Literotica (um agregador de sites de literatura erótica)

Nerve

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4) Conteúdo pago e bem recomendado

Erika Lust: premiada diretora sueca, amada pelas mulheres que buscam alternativa ao pornô heteronormativo. Os seus vídeos são criados a partir de mentes femininas safadas e contemplam vários tipo de fetiche de forma muito natural (a ponto da grande maioria dos orgasmos parecerem reais.)

Dane Jones: diretor amigo da mulherada por fazer filmes com muita luz natural, bastante beijo na boca e um casting que você não se incomodaria de conhecer pessoalmente.

X-Art: videos explícitos e bem filmados com foco na mulher que procura sexo afetivo e safado com cara de vida real. Um pouco mais pesadinhos do que “sexo com beijo na boca”, mas de estética clara, em HD e com um belo casting.

Kink: bondage, fetish, dominação e submissão.

We Live Together: pornôzão oldschool lésbico.

Blacks on Blondes: loiras e negros. Com grandes, grandes membros.

Eroticax: totalmente voltado para o público feminino, muita luz natural e soft focus.


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5) Outros formatos

 

Literatura histérica

stoya histerical

 

Uma série de videos do fotógrafo Clayton Cubitt, que pediu a algumas mulheres para ler trechos de livros enquanto eram estimuladas por vibradores por baixo das mesas. O estímulo aumenta conforme o que elas vão lendo. A experiência é tão envolvente e sensorial que basta só ouvir!

 

Beautiful Agony

Beautiful Agony

Site erótico australiano que publica diariamente vídeos de pessoas se masturbando até chegarem ao orgasmo. Como os videos só mostram as pessoas dos ombros para cima, a grande sacada é ver as expressões se transformando até o gran finale.

 

Gods Girls

Site pago que oferece conteúdo multimidia (videos, contos, fotos, chats) com mulheres lindas que fazem pornô-não-profissional. Elas não são agenciadas e não são pagas. Só estão afim de mostrar o que gostam de fazer.

 

Men Moaning

Como é bom sermos criaturas tão sensoriais. Descobrimos uma série de bibliotecas de áudio só de homens sendo gravados durante o sexo. Alguns só gemem, outros dão ordens, outros são românticos no papai-e-mamãe com direito a tapa na cara no meio do caminho. Só na sua imaginação, claro. Uma das nossas leitoras confessou: “Foi maravilhoso descobrir que isso existia. Salvou a minha vida!”

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6) Queer

O termo anda em alta por indexar um tipo de pornografia que não tem predileção por gênero, orientação sexual, formato, fetiche, duração ou narrativa definida. Tudo funciona com tudo, os papéis podem se inverter a qualquer momento, aparelhos, apetrechos, situações e até a própria mecânica do sexo… simplesmente não há padrões. A única regra é: o prazer deve ser genuíno, por isso é considerada uma vertente quase indie da indústria. É feita por micro e pequenos estúdios por profissionais que trabalham com acordos comerciais equitativos e justos (fair trade).

Espere ver corpos livres e mentes muito criativas fazendo o que dá vontade. Sabe o termo “fora da caixa”? Pois bem, a própria comunidade queer avisa: “foda A caixa”. Muitas coisas podem parecer bizarras, quase um freak show, mas outras podem abrir portas para um universo rico de referências eróticas. Pela infinidade de combinações das variáreis que oferece, é uma pornografia curiosa, experimental e sempre positiva; o tipo de imagem que continua no seu imaginário durante algum tempo. Também é chamada por alguns como “pornografia feminista”. Se joga:

Crash Pad Series

Jiz Lee

Queer Porn TV

Pink & White

Courtney Trouble

Indie Porn Revolution

Wolf Hudson is Bad

FTM Fucker

Pink Label

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7) Casting


Sem predileção e apenas em ordem alfabética, esta é a lista dos atores e atrizes preferidos da mulherada: Bruce Venture, Buck Angel, Christy Mack, James DeenKayden Kross, Manuel Ferrara, Nacho Vidal e, é claro, a grande moça dos “orgasmos reais”, Stoya.

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stoya 2

 

 

Thiago Thomé (aka Liquidpig) viveu por anos em São Francisco e é formado pela California College of Arts. Hoje mora em São Paulo, é designer, ilustrador e editor de arte da Confeitaria.

 

 

 

 

O que é esse tal de Ello?

Brasileiro ama uma rede social. É tão lugar-comum para a gente que nem pensamos muito nisso, mas os brasileiros passam mais tempo em redes sociais que qualquer outra nacionalidade (13,8 horas por mês) e são os que mais compartilham conteúdos (71% dos usuários), segundo dados do SurveyMonkey divulgados pelo TechTudo. Basta dizer que Orkut virou verbo aqui, e em boa parte do resto do planeta as pessoas não fazem ideia do que significa. E nos dias finais do bom e velho Orkut, surge o Ello, uma nova rede social surgiu para fazer a gente se coçar de vontade de ir para lá.

(Aliás, como pronuncia? Nos Estados Unidos estão chamando de “élou”, mas paulistana italianada que sou, sempre leio como “éllo”. Ah, e se você já estiver por lá, siga a gente.)

O Ello chama a atenção por ter um design limpo e prometer não ter anúncios. Ganhou notoriedade como o anti-Facebook, especialmente desde uma polêmica com a comunidade LGBT, já que o Facebook permite apenas o uso de nomes reais em perfis pessoais, nada de apelidos ou nomes artísticos.

A pendenga foi resolvida, mas com isso, o Ello ganhou impulso e está recebendo cerca de 40.000 pedidos de convite por hora*. A gente adora um clube que não nos aceita como sócios.

A tela de entrada do Ello: só com convite.
A tela de entrada do Ello: só com convite.

Como o Facebook e o finado Orkut no seu início, só dá para entrar no Ello com convite, seja por alguém que já está lá ou pedindo no site. Daí, você pode seguir outros perfis, separando por duas categorias particulares: Amigos (“Friends”) ou Barulho (“Noise”). Quem você segue não fica sabendo em que categoria você o colocou. Basicamente você pode postar texto ou fotos, responder a outros perfis como no Twitter, e só.

O Ello ainda não tem aplicativo para smartphone, e como ainda está em fase de testes, a navegação pelo iPhone é bem chatinha e cheia de pequenos erros. No computador, é mais tranquila, mas navegar pelo Ello, configurar seu perfil e postar conteúdo não são processos muito intuitivos. Passei uns dez minutos tentando descobrir como postar um gif, caixas extras de texto abriam que eu não entendia como fechar. Um especialista em usabilidade postou uma crítica extensa ao design do Ello no Medium*.

A promessa de não ter anúncios também é atraente à primeira vista, mas a verdade é que se uma rede social vai ser gratuita, ela precisa ter um modelo de negócios. Não sai de graça manter um site: há custo envolvido em manutenção de servidores, salários dos programadores, gerenciamento do site etc. Se um site ou rede social não custa nada a seus usuários, isso normalmente significa que o produto são eles mesmos.

O manifesto do Ello: "você não é um produto". Certo, então qual é o produto?
O manifesto do Ello: “você não é um produto”. Certo, então qual é o produto?

O Ello diz que a ideia é manter os dados de seus usuários privados e cobrar por funcionalidades extras da rede. Mas você pagaria para manter um álbum de fotos no Ello, quando há tantas opções gratuitas disponíveis? Ou dar likes nos posts de seus amigos quando isso é tão fácil no Facebook?

Não vou dizer aqui que eles estão mentindo na cara dura e que mais para a frente vão colocar anúncios. Mas a possibilidade de cobrar por funcionalidades extras em uma rede social ainda nascente não me parece plausível e muito menos que convenceria um fundo, que espera retornos altíssimos de seu capital, a investir 435 mil dólares no Ello*. Este texto do YouPix investiga esta questão mais a fundo.

O Ello vai ser o novo Facebook? Ainda é muito cedo para dizer. Ele certamente provou que existe apetite e mercado para redes sociais além do gigante azul do tio Mark. Se o Ello vai conseguir destroná-lo, é outra história.

*links em inglês

Créditos das imagens: Reprodução

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Secret, privacidade e a web profunda

Por Eden Cardim*

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crédito da foto: Nuno Martins

Já vivemos na segunda geração de redes sociais e temos uma certa familiaridade com elas. A principal característica dos usuários dessas redes é a construção de uma espécie de personagem digital que conversa com um público específico. Quase todos fazem isso em algum nível, alguns mais, outros menos. A boa construção do personagem é o que determina o seu sucesso na rede, inclusive, os de maior sucesso são fictícios e até certo ponto anônimos, tais como “OCriador e a “Dilma Bolada“.

Essa semana, descobri e instalei o aplicativo Secret no meu Android e fiquei instantaneamente maravilhado. A premissa é simples, trata-se de uma rede social, como outra qualquer, exceto pelo fato de que todos os usuários são anônimos. A única informação divulgada a seu respeito é se você pertence ao meu grupo de amigos de facebook, se é um amigo de amigo e a sua proximidade. O anonimato tem mostrado um efeito radical no conteúdo publicado pelos usuários, que eu atribuo ao fato de que a construção do personagem simplesmente não existe. Se o grande diferencial do twitter é que ele obriga as pessoas a serem concisas e objetivas com suas publicações, agora é possível recriar o personagem inteiro a cada publicação, ele nasce e morre ali mesmo, junto com o post. Segundo o co-fundador David Mark Byttow, ex-funcionário do Google, o fato de você saber que são amigos falando coisas que eles nunca te contariam caso fossem identificados, é o grande diferencial do Secret. As pessoas têm usado o app com diversos propósitos: como confissionário, como lugar para fazer perguntas e dar respostas a questões controversas, e é claro, para publicar, falar e curtir conteúdo adulto. Afinal de contas há um ditado popular no mundo digital que diz que tudo na Internet tem um único propósito: sexo.

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Moralismos à parte, o anonimato cria uma realidade completamente nova para os usuários de Internet e a popularização do aplicativo deixa claro que o poder de se comunicar irrestritamente é uma necessidade humana que ainda tem muito espaço para ser preenchida. Com tão pouco tempo de vida, o aplicativo está gerando debates acalorados sobre privacidade e  liberdade civil na Internet. Inclusive já existem várias denúncias de difamação  girando em torno de publicações que expõem adolescentes, principalmente meninas, como alvo de um tipo de bullying muito mais agressivo e destruidor por ser anônimo. Além disso, não é difícil cruzar com posts que fazem apologia à homofobia, racismo, pedofilia e tráfico de drogas. As brigas judiciais envolvendo o app podem inaugurar a aplicação das leis de privacidade do Marco Civil no Brasil.

Leia também:

O que é o Marco Civil da Internet?

Apesar dessa febre por aplicativos que nos tornam “invisíveis”, a tendência ao anonimato  é bastante antiga. A informação na Internet é, na verdade, parecida com um iceberg; a ponta é o conteúdo comum a qual todos tem acesso no dia-a-dia, chamada de WWW (World-Wide Web), mas o grande volume de informação que trafega na Internet está escondida sob a superfície e se chama “Deep Web” (web profunda). Estima-se que a Deep Web é cerca de 500 vezes maior que a WWW em volume de dados, que não são indexáveis pelos mecanismos de busca tradicionais como Google, Bing e Yahoo. Boa parte da informação está distribuida em redes par-a-par (peer-to-peer ou P2P), que basicamente criptografa e replica os dados entre vários computadores de forma que nenhum indivíduo específico seja o único responsável pelo armazenamento e distribuição de informação.

Hoje em dia a forma mais segura de navegar pela Internet anonimamente é usando o TOR, um browser que permite que você acesse qualquer website sem que ninguém saiba de onde vem o acesso. Trata-se de um browser, similar ao Google Chrome ou Safari, porém ele implementa uma tecnologia adicional que permite seu uso como intermediário para outras pessoas. Sempre que você acessa um website, a informação é dividida e criptografada, trafegando por diversas máquinas de outras pessoas que também estejam usando o browser do TOR. O caminho que a informação percorre é escolhido aleatoriamente a cada acesso e a cada clique, por isso o site reconhece o seu acesso como se tivesse vindo de um lugar diferente. O mesmo se aplica ao caminho inverso: você pode abrir um website anônimo que só será acessível dentro do TOR e ninguém saberá onde ele está hospedado. O anonimato fornecida pelo TOR é tão eficiente que um dos websites da web profunda mais poderosos, chamado “Silk Road“, ficou conhecido como o “Amazon das drogas ilícitas”. O FBI levou 3 anos para encontrá-lo. Durante esse período o serviço arrecadou $1,2 milhão por mês e só foi encontrado porque seu dono entrou por acidente numa rede comum fora do TOR.

Leia também: 

Você sabe como proteger a sua privacidade no Facebook?

Dessa forma, informações que seriam geralmente controversas podem ser consultadas sem o constrangimento que as pessoas normalmente sentiriam. É possível criar pseudônimos em fóruns de discussão pública tendo a certeza de que ninguém jamais conseguirá rastrear o originador das publicações.  O potencial é enorme, já que as pessoas podem pesquisar a respeito de assuntos considerados tabu sem serem discriminadas, tal como sexualidade, drogas, doenças e podem até formar grupos de recuperação de anônimos online. Mesmo em casos mais simples, o anonimato também é útil quando se usa Internet em locais públicos, para garantir que sua informação não será monitorada ou usada para outros propósitos.

A sensação de liberdade obtida pelo anonimato muda completamente a perspectiva da busca por informação. Como ainda estamos compreendendo as implicações desse tipo de comunicação, existe um debate acirrado a respeito do uso dessas tecnologias, elas podem ser usadas de maneira perfeitamente inócua e também de maneira ilícita. Cabe a você definir os limites de até onde vai sua própria moralidade e sempre fazer bom uso da tecnologia como entender melhor.

 

eden cardim*Eden Cardim é formado em ciência da computação, especialista em engenharia de software, entusiasta de software livre, misturador de tecnologia com arte e criador de felinos. Foto: Arquivo pessoal.

#comofaz: Como baixar filmes e séries usando torrents

giphy
Mas é claaaaro que a gente ia usar Game of Thrones para ilustrar este tutorial!

Antes de qualquer coisa, vou tirar uma questão da frente antes de falar de torrent: pirataria é crime ou não é? Quem baixa filmes pode ser preso por isso? Segundo o que pesquisamos, pela lei brasileira, baixar arquivos para uso privado não é crime, o que não pode é ganhar dinheiro com isso, como vender os arquivos em um dvd caseiro, por exemplo.

Ainda assim, é preciso ficar claro que cada vez que fazemos um download clandestino de um produto intelectual, como um filme, um episódio de uma série, um disco ou um livro, os responsáveis por ele não recebem nada pelo trabalho que tiveram ali. Como é uma discussão bem longa, vamos deixar por enquanto isso na consciência de cada um, ok?

Ao tutorial, então. Torrents têm alguns passos, precisam de programas específicos, mas não são nenhum bicho de sete cabeças — mesmo.

O que você vai precisar:

– Um software chamado cliente de torrent; (algumas opções: µTorrent, Vuze, Bitcomet

– Um site para você baixar os arquivos de torrent; (para séries, tente o Eztv, para todo o resto, The Pirate Bay. Outras opções de sites: Torrentz e Isohunt, entre outros)

– Um site para baixar as legendas, se você precisar; (opções: Open SubtitlesLegendas.tv)

– Um software para assistir aos filmes depois, o player. (não tem como dar errado com o VLC)

Só isso.

Vamos lá: primeiro você instala o cliente de torrent, aquele que você escolher, de acordo com o que estiver disponível para o sistema operacional do seu computador, normalmente Windows ou Macintosh. Preste atenção no que você estiver concordando ao instalar, porque alguns programas, como o Vuze, instalam extensões chatinhas que alteram o Chrome ou o Firefox. Não vá clicando sim em todas as janelas que aparecem na sua frente sem ler do que se trata antes, tá?

Agora você precisa de um torrent em si. O torrent é um arquivo minúsculo, que vai executar o download do arquivo que você quer no cliente, puxando e organizando pedacinhos do arquivo de todos os computadores que estiverem baixando ao mesmo tempo e estiverem conectados à Internet. Por isso que, ao contrários dos downloads normais, quanto mais pessoas estiverem baixando o arquivo, melhor. O nome do arquivo é sempre algumacoisa.torrent.

É só ir até o site de sua escolha e buscar o que você quer. Muitas vezes, você vai ter que buscar pelo nome original do filme/série/o que seja. Aqui, um exemplo usando a série Game of Thrones no EZTV.

game of thrones torrent
Todas as opções disponiveis de Games of Thrones no EZTV nesta sexta, 4/04

Agora, como escolher o arquivo? No exemplo de cima, a sigla S(número)E(número) significa número da temporada (S de Season) e do episódio (E de Episode). Então S3E10 é o 10º episódio da terceira temporada. No caso entre o 720p e o HDTV normal, eu normalmente escolho o HDTV normal por ter uma qualidade de imagem ok e ser um arquivo menor, mais rápido de baixar.

Agora, um exemplo de filme, no Isohunt, com os filmes do Percy Jackson. Olhe como fica a busca:

percy jackson torrent1
Isohunt anda espertinho: perceba que os primeiros resultados são posts patrocinados. Procure os resultados normais de busca

Nesse caso, como escolher qual torrent? No fim do post, vou explicar melhor o que acontece com o nome dos arquivos, mas por enquanto, você precisa prestar atenção nos dados do arquivo, como size (tamanho), e principalmente seeds (o S). Quanto maior o arquivo (e alguns arquivos tirados de Blu-rays são bem grandinhos, tipo alguns gigabytes), mais demorado vai ser o download e claro, vai ocupar mais espaço no seu HD – em compensação, a imagem e som são ótimos. Você também quer um torrent com muitos seeds (sementes), porque eles são pessoas como você que estão baixando e distribuindo o arquivo ao mesmo tempo. Quanto mais seeds o arquivo tiver, mais rápido ele baixará. Também vale a pena prestar atenção nos comentários que o arquivo tiver. As pessoas avisam se for falso, se a qualidade estiver ruim, for vírus, etc.

Depois que você escolher, baixe o arquivo no seu computador. Cuidado com essa tela, porque muitas vezes eles entopem de botões para outros sites, dando uma enganada mesmo na gente. Procure sempre o “baixe o torrent”, como na foto abaixo:

Percy Jackson no Isohunt
Exemplo do Isohunt. Às vezes o botão para baixar o torrent fica escondido no meio dos “sites parceiros”

Agora vamos colocar o torrent no cliente. Escolha “add” ou adicionar torrent, e clique ok na janela que abrir. O cliente vai começar a baixar o torrent. A velocidade vai depender da velocidade da sua conexão e da quantidade de seeds, mas para ter uma ideia, os 900 megas do Percy Jackson do exemplo demoraram uns 20 minutos em uma conexão corporativa no µTorrent. O torrent costuma exigir bastante da conexão de internet da sua casa, então é bom fazer o mínimo possível com o computador enquanto o arquivo estiver baixando (assistir Netflix pode ser sofrido).

uTorrent abrindo o arquivo
Em alguns programas, o nome muda, mas é sempre algo tipo “abra ou adicione torrent”

Se você gosta de ver séries e filmes sem legenda, o próximo passo é estourar pipoca, se acomodar no sofá e abrir o arquivo no player (que a essa altura, você já instalou enquanto esperava o filme baixar). A gente super recomenda o VLC porque com ele você não tem que se preocupar com o formato do arquivo que baixou, ele lê praticamente tudo, enquanto outros como o iTunes só leem arquivos .mp4. Não é difícil converter, mas não é a proposta deste tutorial. Vá com o VLC que vai dar tudo certo e se não der avisa a gente.

Se você não leva fé no seu inglês/francês/italiano/espanhol/iraniano/whatever, tem um passinho a mais antes do sofá e da pipoca: a legenda. Em alguns casos, como o Percy Jackson do exemplo, o torrent vai vir com arquivos de legenda na língua que você quiser. O download do torrent sempre vai ser uma pasta com o arquivo de vídeo (provavelmente um .avi ou .mp4) e alguns outros arquivos de texto, que não são necessários. Procure na pasta arquivos com a extensão .srt (assim: nomedoarquivo.srt). Essa é a legenda.

O truque para fazer a legenda funcionar com o vídeo é o seguinte: deixar o vídeo e a legenda na mesma pasta do computador, com o mesmo nome. Olhe na imagem:

Tela do VLC
Não precisa clicar nos dois arquivos; no de video basta. Mas a legenda precisa estar na mesma pasta e ter o mesmo nome

Aí, é só abrir o arquivo de vídeo no VLC e pronto, tudo sincronizadinho. De volta à pipoca e ao sofá.

Mas se o arquivo não vier com a legenda? Aí você pode buscar legendas em sites específicos, como os que indicamos no início, o Open Subtitles ou o Legendas.tv. Busque pelo nome do filme e tente checar se existe alguma com o nome exato do arquivo que você baixou, inclusive com aqueles termos meio estranhos tipo Dualmedia, Xvid, etc. Se não, escolha a que for mais próxima, deixe na mesma pasta do filme e renomeie para que os arquivos tenham exatamente o mesmo nome.

Duas coisas:

1) O que significam palavras como DVDRip, DVDSCR, CAM, TS, TC, and R5 nos nomes dos arquivos de torrent de filmes?

Elas mostram como o vídeo foi captado. CAM, TS e TC significam que o vídeo foi captado dentro de um cinema, ou por um espectador na plateia com uma câmera (CAM) ou na sala de projeção (TS e TC). A qualidade de imagem e som costumam ser bem ruins, e portanto, não valem a pena.

DVDRip, DVDSCR e R5 são arquivos que foram obtidos a partir de cópias do filme em DVD. Dê preferência a esses. Os DVDSCR, podem vir com marcas d’água ou contadores de segundos porque são DVDs promocionais. Muitas vezes você vai encontrar rips de Blu-ray também. Se for apenas para assistir na telinha do computador, eu pessoalmente não acho que o tamanho do arquivo compense. (Para ver na TV da sala é outra coisa, mas assistir filmes baixados e Netflix na sua TV vai ser tema de outro tutorial).

No caso de torrents de séries de TV, além do HDTV podem vir números como 720p ou 1080p. Isso se refere à qualidade da imagem em transmissão digital. Normalmente são mais pesados, com mais de um gigabyte de tamanho.

Eu aconselho sempre checar as avaliações dos torrents e os comentários postados nos sites para ter certeza que se trata de uma cópia boa. E desconfie se o torrent parecer bom demais para ser verdade; com certeza não é e você pode acabar baixando um vírus no seu computador sem querer.

2) Espalhe o amor: é sempre #bomkarma deixar o cliente de torrent aberto depois que você tiver baixado, assim o arquivo é “semeado”(seed, lembra?) entre outros usuários que também estão baixando o arquivo, para devolver o favor e ajudar todo mundo. Tipo à noite, enquanto você estiver dormindo. Ou mandando mensagem pros amigos passando mal com o último capítulo de Game of Thrones.

got torrent
Renly Baratheon garante: vai na fé que você consegue

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Firefox se redime com a comunidade LGBT, primeiro de abril e mais nos links da semana

Os links que compartilhamos na página do Ada no Facebook esta semana:

Brendan Eich. Crédito: Fundação Mozilla
Brendan Eich. Crédito: Fundação Mozilla

– O site de relacionamentos OKCupid resolveu tomar uma posição séria quando veio a público que Brendan Eich, o novo CEO da Mozilla (fundação e empresa dona do browser Firefox) apoiava causas antigays, e divulgou uma carta de repúdio no site.

EXTRA! EXTRA! EXTRA! Nesta quinta-feira (3), a Mozilla anunciou que Brendan Eich pediu demissão tanto do cargo de CEO da empresa quanto do seu posto no conselho da fundação. Em um post no blog da Mozilla, a presidente executiva da empresa Mitchell Baker escreveu: “Nós entendemos porque as pessoas estão bravas e magoadas, e elas têm razão: nós não nos mantivemos fiéis aos nossos valores e verdades. Precisamos melhorar, e queremos continuar defendendo uma internet livre.” [links em inglês].

– A professora da ECA-USP Elizabeth Saad Corrêa publicou um artigo na Folha de S.Paulo que explica qual a lógica dos algoritmos dos anúncios de redes sociais como o Facebook e Google+, que no fim, se resume à velha máxima: não existe almoço grátis.

– Se você usa o Tinder ou está pensando em usar, leia esta matéria que a Diana Assennato, uma de nossas editoras, escreveu para a Revista TPM no fim do ano passado, quando o aplicativo de paquera estava pegando fogo.

O Gmail deixou todo mundo com cara de “quê?!” com a pegadinha dos shelfies. Crédito: reprodução.

– E por último, um resumo das melhores pegadinhas do Primeiro de Abril, feitas pelos grandes sites e empresas de tecnologia, como Google, Samsung e Waze. Você chegou a cair em algum deles? 🙂

 

 

 

 

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