Swarovski Shine: um wearable de fitness brilhante

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O último grito da moda (cof) dos gadgets são os wearables (também chamados de dispositivos vestíveis), como o Google Glass e os relógios inteligentes do Google e da Apple, entre outros (tem até para bebezinho, gente). Eles podem ter várias funções, mas a mais comum é o rastreamento de funções vitais, como batimentos cardíacos, atividade física, padrões de sono, e produtividade, como aviso de chegada de emails, mensagens, busca no Google e por aí vai.

O problema? Normalmente eles são feios de doer. Não adianta um vestível que a gente não quer vestir, né? A gente já falou do Ringly, uma joia inteligente que muda de cor quando você recebe um email, mas a novidade quentinha vinda da CES (Consumer Eletronic Show, a maior feira de eletrônicos do mundo), é o Swarovski Shine.

A versão original do Shine é um circulinho metálico do tamanho de uma moeda que registra sua atividade física e padrões de sono (que por sua vez, alimentam um app que indica seu progresso, o que precisa ser melhorado, qual seu nível geral de condicionamento físico, etc). Ele já era considerado um dos mais bonitinhos do mercado por seu design minimalista, gama de cores variada e diferentes acessórios (pode ser acoplado numa pulseira de relógio, num clipe para colocar no bolso ou na gola da camiseta, ou em um pendente de colar). E é a prova d’água em uma profundidade de até 50 metros.

shine6A nova versão mais, aham, perua foi concebida em parceria com a Swarovski e inclui um mostrador de cristal, pulseiras de couro e pendentes de colar, todos decorados com cristais (confesso que super usaria esse aí da foto). Segundo o Gizmodo, o modelo violeta ainda tem um painel solar – nada de se preocupar com a bateria, ele recarrega sozinho — desde que você não o deixe no fundo da gaveta. 

O lançamento será a partir de março nos Estados Unidos, Hong Kong e China, mas algumas versões já estão disponíveis para pré-venda no site da Misfit. De acordo com o Digital Trends, o preço do wearable sozinho vai ser de 150 dólares, com pacotes que incluem o gadget mais dois acessórios variando entre 170 e 250 dólares. Acessórios avulsos custarão a partir de 70 dólares cada.
(Imagens via Gizmodo e Digital Trends)

A internet erótica das mulheres

(Um aviso: por causa da natureza do conteúdo, cuidado ao clicar nos links, especialmente se você estiver no trabalho ou na escola. E claro, tudo aqui é para maiores de 18 anos!)

 

 

porn!

ilustração por Thiago Thomé*

 

(Colaborou Cora Poumayrac Nieto)

A pornografia é tida como a força por trás da expansão da World Wide Web desde a sua invenção. Há até quem diga que a internet só foi criada com esse propósito: abraçar esquisitices e suprir desejos inomináveis da vida off-line. Ela representa quase um terço do tráfego total de dados online e 25% das buscas feitas no Google, mas nessa festinha, só um entre três usuários são mulheres. Porque nós não consumimos tanta pornografia como os homens?

Fizemos uma pesquisa anônima entre quase 600 mulheres para entender qual é a internet erótica delas. Além de gerar este grande dossiê, estas respostas nos ajudaram a entender um pouco mais como este conteúdo é consumido.  Descobrimos que 34% das mulheres que responderam nossa pesquisa consomem pornografia menos de uma vez por semana, 29% consomem uma vez por mês ou raramente e 25% consomem três vezes por semana. Esse dado nos fez pensar que quem encontra o que realmente gosta faz disso um hábito. E para facilitar essa busca criamos um guia de pornografia para mulheres com as dicas que surgiram na nossa pesquisa e outros trunfos que garimpamos. É só clicar em cada item para ir às recomendações, e lembre-se de esconder a sua tela!

 

1) Portais de vídeo

2) Tumblrs

3) Contos eróticos

4) Conteúdo pago e bem recomendado

5) Outros formatos

6) Queer (vida longa à diversidade)

7) Casting e direção

            Bônus: siglas que podem te ajudar

 


 

1) Portais de vídeo
Grande parte dos portais de pornô em streaming (vídeos que você não precisa baixar) são gratuitos e costumam ter centenas de milhares de opções. Por isso mesmo representam grande parte das respostas da nossa pesquisa. Isso não quer dizer que eles agradem: muitas mulheres reclamaram que é difícil achar conteúdo interessante, que o excesso de opções é ruim e que nada ali contempla o erotismo feminino. “Gosto de me deparar com o inusitado. Ponho frases e ou palavras soltas e vou fuçando”, recomendou uma de nossas leitoras.

No meio do caminho, muitas desistem com preguiça desse trabalho de garimpagem. Estas são algumas dicas que recebemos para deixar o processo mais indolor e fácil:

1) Descubra o nome do elenco daquele filme que você amou e siga os artistas em mais de um portal.
2) Evite os mais populares, os “top rated” e os mais vistos: eles não são para você. Normalmente são vídeos mais machistões naquele roteiro que a gente já conhece: sexo oral -> penetração -> gozada na cara.
3) Crie suas próprias “playlists” (vários deles permitem que você faça uma seleção e salve).
4) Explore canais específicos até descobrir os que mais te agradam. Como eles são alimentados por produtoras e estudios diferentes, você já vai saber o que esperar em termos de elenco, cenografia, enredo etc.
5) Perca tempo pesquisando as categorias e tente achar o que te agrada nelas. Com isso em mente, crie filtros de busca mais específicos. Por exemplo, ao invés de “sexo oral”, pesquise “oral sex girl on top” ou “oral sex on cars”. (Amamos a confissão de uma das nossas leitoras: “eu sempre acho algo legal quando procuro gay greek men!”).
6) Nunca, nunca, nunca clique em “transe agora”. Você se verá presa em um loop de janelas popup anunciando as coisas mais bizarras da internet.

Mas se a preguiça for muita, tente estas opções:

PornIQ: é um portal de vídeos que ajuda a separar o joio do trigo. Antes de mostrar qualquer opção, ele faz algumas perguntas sobre as suas preferências. “Você curte: sexo amador, orgias imperiais, lugares públicos, fixação oral…?” e no final ele separa os resultados pelo tempo que você tem disponível. A gente apelidou de “smart porn”.

PornMD: um site de busca pornô que agrega resultados de todos os portais de video gratuitos. Nada demais, certo? Se não fosse pelo seu algoritmo espertinho que sugere resultados para sua busca que podem te mostrar universos ainda mais legais.

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Se você estiver com tempo livre, tente as nossas dicas nestes portais. Com o passar do tempo você vai perceber que alguns te agradam mais do que outros; seja pelo design do site ser melhorzinho, seja por ter menos banners de peitos pulando vigorosamente. Em geral, muitos dos vídeos se repetem, mas todos os canais tentam se diferenciar com alguma coleção específica, como produções nacionais, sexo amador e videos do Leste Europeu.

Vai que vai:

4tube

BoaFoda

Cam4

Chaturbate

ForHerTube

Pornhub

Redtube

Safadas

Samba Pornô

Suzi

Tubegalore

Xhamsters

XNXX

Xshare

Youjizz

Youporn

 

Siglas que podem te ajudar:

NSFW (Not Safe For Work): sigla para Não Abra no Trabalho (nem no ônibus, em filas, em casa, na presença de pais ou filhos).
BDSM: sigla que define a pornografia dedicada ao Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo.
MILF (Moms I’d Like to Fuck) FILF/DILF (Fathers/Dads I’d Like to Fuck):  sigla para Mães/Pais Com Quem eu Treparia.
ATM (Ass To Mouth): sigla que define um tipo de sexo que alterna entre o sexo anal e oral com uma ou mais pessoas. Já foi um grande tabu, hoje é hype.
BHM (Big Handsome Men) e BBW (Big Beautiful Women): uma vertente de pornô dedicada apenas a mulheres e homens acima do peso.
CFNM (Clothed Female, Naked Male): sigla para Mulheres Vestidas e Homens Nus.
POV (point of view): sigla para Ponto de Vista, ou seja, um vídeo sendo gravado por um dos protagonistas da cena.
DP: sigla para Dupla Penetração.

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2) Tumblrs

Grande campeão da empolgação feminina, o Tumblr tem se mostrado o melhor amigo das mulheres nesta seara. Porque? Além de atender a muitos nichos e agradar minorias (que tal um Tumblr só de homens gostosos e… peças de queijo? Ou talvez um sobre ateísmo e peitos?), a grande sacada é que o site aceita GIFs animados. Pela enorme quantidade de recomendações que recebemos (mais de 300 mulheres mencionaram pelo menos um Tumblr), começamos a pensar se os GIFs não estariam começando a mudar a relação e a acessibilidade da mulher à pornografia.

Faz um pouco de sentido: eles são discretos, silenciosos, carregam rápido em qualquer computador ou rede (inclusive nos smartphones) e são as melhores partes dos videos que a gente vive adiantando para ver “no que vai dar”. Além disso, o Tumblr é tão fácil de usar que algumas das nossas leitoras confessaram ter os seus próprios canais para repostar o que acham na plataforma e criar a sua galeria privada, exatamente do jeito que gostam. Bela dica. Recebemos uma lista infinita da qual pincelamos alguns:

 

Dicks for girls

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Um dos Tumblrs mais recomendados para as apreciadoras de um belo e distinto membro. Começa sempre com barbas bonitas, torsos malhados e pescoços tatuados, mas conforme a rolagem desce, surgem os poderosos e bem fotografados: com luz natural em casas de revista.

 

Underwear Tuesday

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Logo de cara: “este não é um blog de pornografia”. Aqui o foco é fotografia erótica não escrachada e bastante “vida real”.

 

Romantic Pornography

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Pornozinho delícia para mulheres hetero. Tudo em PB, muitas preliminares inspiradoras e bastante sexo oral. Bom pra ver junto.

 

Porn for ladies

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Este foi um Tumblr campeão de respostas na nossa pesquisa. O que agrada as mulheres e só as mulheres? A galeria tem foco nas heterossexuais, mas a seleção é bem vasta: orais empenhados, fantasia de dominatrix, um pouco de bondage, gelo no peitinho, oral no táxi (e por baixo da mesa), quadrinhos eróticos, pornô vintage, bundinhas musculosas de homens gatos e, por que não, um toque de romance .

 

Let me suck you

let me suck you

Totalmente NSFW! Mas perfeito para quem não aguenta mais clicar na categoria “sexo oral” e só ver videos de mulheres de unhas de porcelana ajoelhadas em carpetes de motel.

 

Let me do this

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Intimidade depravada e bem fotografada. Bem delícia.

 

(M)alicia’s
(m) alicias

Pérola da nossa pesquisa! Esse Tumblr é de uma das nossas leitoras que, por sinal é muito bem humorada e democrática. Tem mina com mina, boquete falando no celular e plug anal em formato de rabinho de raposa. Apenas. “Lá posto e reblogo tudo o que curto”, diz ela.

 

Sex is not the enemy
Aê! Muita, muita, muita DI-VER-SI-DA-DE. Transsexuais e transgêneros, anões gatinhos, peles pintadas de vitiligo, mulheres lindas com mastectomia, pêlos nas axilas, micro-pênis e sexo de All Star. Definitivamente, sexo não é o inimigo.

 

Lili Likes

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Lili é uma doidinha de 31 anos, fã de bondage, submissão e sadomasoquismo. A galeria dela passeia por esse universo com bom gosto e ainda por cima oferece um player com a trilha do filme Réquiem para um Sonho <3 Para fãs de uma pegada um pouco mais forte em SM, vale checar o seu “projeto paralelo”, o SlaveMyMaster. A quem possa interessar: Lili vende suas calcinhas usadas e envia por correio para o mundo todo. Taí um nicho!

 

Your Daily CFNM
Todo um gênero da pornografia, a sigla significa “Clothed Female, Naked Male”, algo como “mulheres vestidas e homens nus.” A coleção é divertida e mostra vários tipos de situações. Algumas cômicas e outras estranhamente sexy.

 

I-shot-myself
Uma idéia simples: uma galeria de selfies sexy. Tem de um tudo mesmo, peito caído, paus enormes (e minúsculos), bundas esculturais, estrias e proporções estranhas. É bem legal perceber como todo mundo consegue enxergar beleza nos seus próprios corpos a ponto de fotografá-los e publicá-los na internet.

 

Italians do it better
Um italiano apaixonado por sexo decidiu mostrar porque eles são melhores na cama do que o resto do mundo. Tem muito GIF de pornôzão clássico mas, ao que tudo indica, os moços amam fazer sexo oral e parecem realmente bons nisso. Fora que a gente amou os grandes narizes, as barbas desenhadas bem fininhas e os cavanhaques cafonas <3

 

Stereo Smut
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Pornografia vintage. Antigamente era assim: muito carão, pêlos a perder de vista, predileção inexplicável por sombra azul e fantasias sexuais peculiares. Ah, sim, fotonovelas!

 

Through Female Eyes

Imagine uma seleção das melhores partes dos melhores filmes pornôs que você já viu, só que em GIFs animados. Pois bem.

 

Borderline porn
Foco na penetração heterossexual. Explícito e sem firulas, mas nada vulgar.

 

Sex and (erotic) Nudism in public places
Sexo de verdade em lugares realmente públicos.

 

Maxing and Relaxing

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Mulheres lindas e nuas que parecem estar nas suas casas te convidando para tomar um café.

 

Outras curadorias mais randômicas de GIFs e imagens:

Testimonial Sex
I just want your dirty love
For her eyes only
Casal Putaria
Casal Sex N’ Roll
Accidental Pornographer
A Pornóloga
Blue Flashlight
Candy Now!
Delectatio Morosa
Fuck Yeah!!! Gay GIFs
É bom pra quem gosta
Pornographic Picture
Porn – Daily
Sexy Things
Suck my Pixxxel
Violence avec Elegance
Tomarno

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3) Contos eróticos

Mulheres são seres com alto poder de abstração e muita criatividade quando o assunto é sexo. Ao contrário dos homens, a inspiração visual e gráfica nem sempre é imprescindível. Poucas coisas são tão excitantes para o cérebro feminino quanto uma boa história; daquelas tão bem contadas que misturam o nosso próprio imaginário com universos desconhecidos e extremamente sedutores. Por não serem visuais (e por isso não causar repulsa), algumas categorias do pornô escrito são mais hardcore. Além disso, os contos são uma forma efetiva de se colocar no papel da protagonista sem ter que abstrair da tatuagem de beijo na virilha ou do piercing de pedrinha rosa nos grandes lábios.

Algumas sugestões em português:

Casa dos Contos Eróticos

Conto Erótico

Jardim do Prazer

Contos de Putaria

Acervo de Contos

Sugestões em inglês:

Literotica (um agregador de sites de literatura erótica)

Nerve

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4) Conteúdo pago e bem recomendado

Erika Lust: premiada diretora sueca, amada pelas mulheres que buscam alternativa ao pornô heteronormativo. Os seus vídeos são criados a partir de mentes femininas safadas e contemplam vários tipo de fetiche de forma muito natural (a ponto da grande maioria dos orgasmos parecerem reais.)

Dane Jones: diretor amigo da mulherada por fazer filmes com muita luz natural, bastante beijo na boca e um casting que você não se incomodaria de conhecer pessoalmente.

X-Art: videos explícitos e bem filmados com foco na mulher que procura sexo afetivo e safado com cara de vida real. Um pouco mais pesadinhos do que “sexo com beijo na boca”, mas de estética clara, em HD e com um belo casting.

Kink: bondage, fetish, dominação e submissão.

We Live Together: pornôzão oldschool lésbico.

Blacks on Blondes: loiras e negros. Com grandes, grandes membros.

Eroticax: totalmente voltado para o público feminino, muita luz natural e soft focus.


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5) Outros formatos

 

Literatura histérica

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Uma série de videos do fotógrafo Clayton Cubitt, que pediu a algumas mulheres para ler trechos de livros enquanto eram estimuladas por vibradores por baixo das mesas. O estímulo aumenta conforme o que elas vão lendo. A experiência é tão envolvente e sensorial que basta só ouvir!

 

Beautiful Agony

Beautiful Agony

Site erótico australiano que publica diariamente vídeos de pessoas se masturbando até chegarem ao orgasmo. Como os videos só mostram as pessoas dos ombros para cima, a grande sacada é ver as expressões se transformando até o gran finale.

 

Gods Girls

Site pago que oferece conteúdo multimidia (videos, contos, fotos, chats) com mulheres lindas que fazem pornô-não-profissional. Elas não são agenciadas e não são pagas. Só estão afim de mostrar o que gostam de fazer.

 

Men Moaning

Como é bom sermos criaturas tão sensoriais. Descobrimos uma série de bibliotecas de áudio só de homens sendo gravados durante o sexo. Alguns só gemem, outros dão ordens, outros são românticos no papai-e-mamãe com direito a tapa na cara no meio do caminho. Só na sua imaginação, claro. Uma das nossas leitoras confessou: “Foi maravilhoso descobrir que isso existia. Salvou a minha vida!”

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6) Queer

O termo anda em alta por indexar um tipo de pornografia que não tem predileção por gênero, orientação sexual, formato, fetiche, duração ou narrativa definida. Tudo funciona com tudo, os papéis podem se inverter a qualquer momento, aparelhos, apetrechos, situações e até a própria mecânica do sexo… simplesmente não há padrões. A única regra é: o prazer deve ser genuíno, por isso é considerada uma vertente quase indie da indústria. É feita por micro e pequenos estúdios por profissionais que trabalham com acordos comerciais equitativos e justos (fair trade).

Espere ver corpos livres e mentes muito criativas fazendo o que dá vontade. Sabe o termo “fora da caixa”? Pois bem, a própria comunidade queer avisa: “foda A caixa”. Muitas coisas podem parecer bizarras, quase um freak show, mas outras podem abrir portas para um universo rico de referências eróticas. Pela infinidade de combinações das variáreis que oferece, é uma pornografia curiosa, experimental e sempre positiva; o tipo de imagem que continua no seu imaginário durante algum tempo. Também é chamada por alguns como “pornografia feminista”. Se joga:

Crash Pad Series

Jiz Lee

Queer Porn TV

Pink & White

Courtney Trouble

Indie Porn Revolution

Wolf Hudson is Bad

FTM Fucker

Pink Label

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7) Casting


Sem predileção e apenas em ordem alfabética, esta é a lista dos atores e atrizes preferidos da mulherada: Bruce Venture, Buck Angel, Christy Mack, James DeenKayden Kross, Manuel Ferrara, Nacho Vidal e, é claro, a grande moça dos “orgasmos reais”, Stoya.

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Thiago Thomé (aka Liquidpig) viveu por anos em São Francisco e é formado pela California College of Arts. Hoje mora em São Paulo, é designer, ilustrador e editor de arte da Confeitaria.

 

 

 

 

As selfies mais incríveis da sua vida

Com certeza você já quis ter braços 10 centímetros mais longos para tirar a selfie perfeita; aquela que inclui uma paisagem, um skyline ou uma cena incrível rolando atrás do seu lindo rostinho.

Então pense: quão legal seria poder fazer uma selfie… aérea? Por ora, Nixie ainda é só um protótipo mas ela se propõe a ser uma câmera voadora que você veste como um ~grande~ relógio ao redor do pulso.

Leia mais sobre os wearables

A tecnologia segue a tendência da “fotografia pessoal” que a GoPro introduziu tão bem com as suas pequenas câmeras acopláveis, mas Nixie quer ser menor, melhor, mais inteligente e… com asas.

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Como funciona:

1) a câmera é acionada com um movimento do pulso que libera as hastes da pulseira,

2) o dispositivo coloca as pequenas hélices para funcionar e levanta vôo,

3) a câmera voa ao seu redor, circulando o ambiente em busca do melhor ângulo,

4) você diz “xiiiis” e… click!

5) a engenhoca volta para o seu braço como um bumerangue. Oh yes.

 

 

Nixie tem tambem um modo “siga-me”, que faz com que a câmera fique atrás do seu dono acompanhando, do alto, o que quer que ele esteja fazendo. Logo de cara, pensamos na felicidade de toda classe de esportistas, para quem a GoPro já representa uma grande mudança em termos de registro de atividades, mas com certeza os russos-kamikazes também farão fila para comprar esta belezinha.

A longo prazo, é interessante imaginar como esse tipo de tecnologia poderia resignificar a ideia de “ponto-de-vista” que carregamos no nosso imaginário, já que ela nos leva da primeira à terceira pessoa em um segundo e revela perspectivas e ângulos cinematográficos que nunca tivemos de nós mesmos.

 

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No começo deste mês, a empresa foi vencedora do prêmio “Make it Wearable” da Intel, como a tecnologia vestível mais promissora para 2015. Os sócios levaram pra casa um belo cheque de US$500.000, pilhas de cartões de visita e muita mídia espontânea.

O slogan deles é simpático: “Tiramos fotos para capturar momentos. Nixie te permite capturar momentos enquanto eles acontecem.”

Apple substitui de graça baterias do iPhone 5

Donas e donos de iPhones 5, atenção! A Apple descobriu que um lote de aparelhos com defeitos de bateria e está substituindo as baterias de graça a partir do dia 29 de agosto. Se você acha que sua bateria não está essas coisas (tá, pior que a maioria dos iPhones, pelo menos), vá até esta página e digite o número de série do seu telefone. Para descobrir o número de série, vá em Ajustes, depois vá para Geral, escolha a opção Sobre e desça até chegar ao Número de Série. As fotos abaixo mostram o que procurar, tanto no iOS 7 quanto no iOS 6:

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iOs 7
iOs 6
iOs 6

ATENÇÃO: apenas o iPhone 5 está contemplado. A Apple não está incluindo iPhones 5C ou 5S nesta iniciativa.

Se o número de série do seu aparelho foi contemplado, você precisa fazer backup do telefone, desligar a função “Buscar” e apagar todo o conteúdo dele. Aí, é só levar em uma das autorizadas da Apple listadas aqui ou na Apple Store do Rio de Janeiro para ter a bateria substituída. Cuidado: se seu telefone tiver algum dano, como uma tela quebrada, isso terá que ser consertado antes e os custos são por sua conta.

(Via Gizmodo)

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Jóia envia notificações do seu celular

Você já ouviu falar em “internet das coisas”? O termo não é uma metáfora e quer dizer literalmente isso: levar a internet e o universo digital para objetos físicos, eletrodomésticos, roupas e todos os elementos palpáveis que nos cercam no dia-a-dia.Uma vertente bem interessante dessa tendência são os wearables, ou seja, as tecnologias vestíveis. Não, não estamos falando de roupas com poderes especiais (ainda), mas sim de dispositivos móveis que vão além de celulares, tablets, GPS e relógios inteligentes.

Um exemplo óbvio de wearable é o Google Glass, aquele óculos bem do estranho que te permite acessar aplicativos e a internet a partir dele e enxergar tudo diretamente no seu olho. O aspecto estranho de Ciclop do X-Men foi alvo de muitos memes da Internet, por isso eles até tentaram dar uma melhorada no visual ciborgue chamando a estilista e diva Diane Von Furstenberg, mas… né? Não deu exatamente certo. Se a ideia é boa mas a execução é feia, não dá para imaginar muitas pessoas vestindo essa tecnologia.

Por isso o Ada PIROU quando descobriu o Ringly, uma “jóia inteligente” bem gatinha que lembra muito os anéis de humor que mudavam de cor conforme os ânimos. Bem anos 80, lembram?

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A diferença é que o Ringly fica conectado ao seu celular e muda de cor, vibra ou emite uma luz discreta de acordo com as notificações que você recebe no seu smartphone. Emails importantes, ligações, lembretes, alertas do seu calendário; é só baixar o aplicativo no seu celular e configurar que tipos de aviso você quer receber e de que maneira. A customização não é nem um pouco ruim; são 4 tipos de vibração, 5 modelos criados em ouro 18 quilates e pedras preciosas e semipreciosas, como esmeralda, safira e ônix.

Nos Estados Unidos o sistema consegue até avisar quando o táxi que você pediu chegou no seu endereço. Alô, vida prática! Mas esperem, porque só melhora: o anel também se conecta com o seu Facebook, Twitter e… atenção, TINDER.

Para quem critica e discute a falta de etiqueta social que os smartphones trouxeram às mesas, reuniões e viagens, o Ringly pode representar um grande avanço. Deixe o celular na bolsa, receba as suas notificações silenciosamente e cheque o que for mais urgente de forma elegante sem aquela sensação de que você está perdendo algo essencial.

A jóia já está disponível para pré venda pelo site, custa em média US$ 150 e as primeiras 1.000 unidades terão um diamentezinho na lateral. <3

Esse vai pro wishlist 🙂

Mink promete às mulheres imprimir maquiagem em casa

Se você gostar de make um pouquinho que seja, já deve ter acontecido de ver o batom ou a sombra de alguém e querer para você. Quando é em uma amiga, fica fácil: é só perguntar, pegar o nome e quando der, comprar (ou encomendar). Mas imagine se você pudesse tirar uma foto daquela cor e mandar imprimir em casa?

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Grace Choi apresenta sua impressora de maquiagem, a Mink. Crédito: Reprodução.

Essa é a proposta da Mink, uma nova empresa que se apresentou em um evento de tecnologia esta semana em Nova York. Grace Choi, a fundadora da companhia, diz que com uma impressora de jato de tinta, em breve você mesma poderá ter o produto que quiser, na hora que quiser. E a ambição é grande: quebrar grandes lojas de cosméticos premium, como a Sephora.

Olha como vai funcionar: você tira uma foto da make que gostar, sobe no computador (ou puxa uma da internet, mesmo, dá para fazer até com o Youtube), separa a cor com a ajuda de um editor de imagens (o Paint do Windows resolve), e manda imprimir na impressora da Mink.

Veja as fotos abaixo:

 

Crédito: Techcrunch Disrupt
Grace escolheu uma sombra rosa para demonstrar sua invenção. Crédito: Techcrunch Disrupt
Depois de escolher a cor, ela manda imprimir… Crédito: Techcrunch Disrupt
Grace mostra a sombra impressa pelo aparelho. Crédito: Techcrunch Disrupt
… e eis a sombra impressa na hora. Crédito: Techcrunch Disrupt
Aí está, da internet direto para sua necessaire. Crédito: Techcrunch Disrupt.

Grace diz que a princípio a máquina poderá imprimir sombras e batons, mas não descarta outros produtos, como bases. Segundo ela, é só uma questão de adaptação do produto, como colocar diferentes cartuchos de tinta.

As vantagens? Fora o custo da impressora (estimados em torno de 300 dólares), os produtos impressos nela serão bem baratos, com preços finais concorrentes aos de maquiagem de farmácia. O principal público será o adolescente, e o júri do evento já conseguia imaginar “festas de maquiagem” promovidas pelas meninas em torno de uma impressora Mink. O discurso de Grace durante a demonstração foi muito baseado nas margens de lucro absurdas das companhias de cosméticos, e no empoderamento que sua invenção pode dar às mulheres, especialmente às mais jovens: “O importante é que as meninas vão aprender que a definição de beleza é algo que elas devem controlar, e não corporações.”

Por enquanto, a Mink é só uma apresentação. Grace procura parceiros para o desenvolvimento da impressora e dos produtos, e não há previsão para a sua chegada ao mercado, mas a premissa é atraente: quem gosta de maquiagem premium pode não aderir de primeira, mas a ideia de ter um batom ou sombra diferentes e baratinhos, na hora que quiser, com certeza vai chamar a atenção de muitas mulheres.

Aqui está a apresentação completa da Mink, em inglês:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Via Techcrunch Disrupt.

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#testamos: Amazon FireTV

*por Arthur Soares

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Foi em 2004 que começou o meu cuidado meticuloso com a minha biblioteca de músicas do iTunes; prometi a mim mesmo que aquilo seria uma herança para os meus filhos. Dava um trabalho absurdo manter a coleção organizada: baixar os discos, organizar os arquivos, achar as capas, colocar a ordem certa das faixas, gênero, artista… um trampo! Tudo isso mudou quando conheci o Spotify, um sistema de streaming de música com uma biblioteca gigante e super fácil de usar. A minha relação com música – e principalmente com a minha coleção de música – mudou totalmente. Parei de gastar tempo buscando, organizando e catalogando tudo, e comecei a focar a maior parte do tempo em realmente degustar e escutar o que queria. Fiquei bastante empolgado quando a Amazon anunciou o lançamento da FireTV, porque senti que finalmente um dispositivo poderia ser capaz de oferecer esse tipo de experiência para filmes e séries.

Há alguns anos eu optei por não ter mais TV a cabo e me virar apenas com downloads e sistemas de vídeo sob demanda como o Netflix, por exemplo. Nesses últimos anos, já brinquei com várias opções para deixar tudo mais simples de usar, como a AppleTV, aplicativos das TVs inteligentes da Samsung e até um computador Mac Mini (aquele pequeno da Apple) ligado diretamente na minha televisão. Sou geek e vivo sempre na busca incessável para achar a solução perfeita, por isso achei incrível a simplicidade da FireTV.

Leia também:
#comofaz do Ada: baixe filmes e séries usando torrent

Mas o que é a Amazon FireTV? Um dispositivo (na categoria dos set top boxes) que você pluga na sua TV, conecta no Wi-Fi da sua casa e te oferece tudo o que há de disponível na plataforma de conteúdo da Amazon, chamada AmazonPrime, por enquanto indisponível para o Brasil. Essencialmente, não é tão diferente assim da AppleTV, mas foi pensada para melhorar três pontos importantes: velocidade, busca e acessibilidade. O preço de venda é similar aos concorrentes, mas é o primeiro que consegue ter a melhor experiência. Vamos por partes.

A experiência Amazon

Uma das coisas que mais tem me chamado atenção à respeito dos últimos lançamentos da Amazon, é a atenção que eles têm dado aos novos usuários. O tio, a mãe, a avó; aqueles que não dominam a tecnologia mas gostariam de fazer uso dela têm pouquíssimas barreiras de entrada. Isso acontece desde o Kindle e se repete com o FireTV: compramos o aparelho pelo site da Amazon e ele milagrosamente já vem configurado com a sua conta, sem precisar conectar nada com nada : )

Outro exemplo incrível é o tablet FireHDX, lançada em setembro do ano passado, que vem com uma função chamada “Mayday”. É um botão que, ao apertá-lo, te conecta com um funcionário da Amazon (uma pessoa, mesmo) em menos de 15 segundos. Funciona 24 horas por dia, 365 dias por ano (!).  Nesse sentido, uma das funções mais úteis da FireTV é a busca por voz disponível no controle remoto do aparelho. Pode parecer pouco significante, mas lembre-se como a busca naqueles controlinhos pode ser incrivelmente frustrante.

Primeiras impressões

Foi tudo muito fácil: liguei o cabo de força na tomada e o cabo HDMI na TV (aquele mesmo que você usa para ligar a televisão LCD direto no seu computador). A primeira coisa que a FireTV me pediu foi para identificar a rede Wi-Fi. Não preciso comentar sobre a apresentação e design, estão extremamente bem resolvidos. Ao iniciar, um tutorial em vídeo ensinando a utilizá-la começou a tocar. Foi ótimo, em menos de dois minutos já possuía uma noção geral de todas as funções. A interface é simples, separada em duas colunas. O dispositivo é incrivelmente rápido. Muito mais rápido que AppleTV ou qualquer outro que já mexi.

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Da mesma forma que a Amazon lançou o Kindle para vender livros eletrônicos, ela também lançou a FireTV para vender o Amazon Prime, a plataforma de vídeo deles. A velocidade de tudo é alta: do final do tutorial até começar um filme, foram menos de cinco segundos. Sabe por que? Porque a FireTV já veio configurada com a minha conta, não me pediu senha nem nada. Inclusive já veio com os dados do cartão de crédito do meu One-Click payment, aquela função perigosa da Amazon que te permite comprar livros e um monte de coisas com um só clique.

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Um ponto interessante é a abordagem esperta a games. Conseguiram chamar a atenção do jogador meio-termo, aquela pessoa que curte jogar no seu smartphone e tablet, e até sente falta de algo numa TV maior, mas não tem vontade de investir U$ 300-500 em um console exclusivo e mais U$ 30-50 por jogo. A grande sacada: por mais U$ 39,99 você pode comprar o Game Controller, um joypad muito similar ao do Xbox ou PS4. Nele você pode rodar os jogos mais legais de Android.

A busca de voz funciona apenas para conteúdo de dentro do AmazonPrime. Encontrei uma exceção estranha, buscas por clipes de música te jogam para o Vevo e Hulu, que são aplicativos de terceiros. O mesmo não ocorreu com Netflix. Talvez haja alguma parceria específica.

Alguns dias depois

Já estou com a FireTV há alguns dias e posso dar uma opinião mais concreta. Acredito que tem um potencial incrível para demonstrar como será o futuro da TV e Set-top boxes. Para o Brasil, ainda não é uma solução pronta, já que é preciso trazer o aparelho dos Estados Unidos e para conseguir acessar o conteúdo (apps, jogos e filmes da plataforma Amazon Prime) é preciso realizar uma série de gambiarras.

O conceito de aplicativos para televisão não é novo. SmartTVs já fazem isso e a Apple oferecia marginalmente com o AirPlay na AppleTV. Acredito que a FireTV seja a primeira implementação com uma boa perspectiva de como o futuro será.

A FireTV é, sem dúvidas, um grande passo pro que teremos de novidades para as TVs em breve. Vamos esperar e ver o que Google e Apple farão.

 

arthur * Arthur Soares é consultor de tecnologia e design. Compartilha suas obsessões em http://artsoar.es

Foto: arquivo pessoal