Jóia envia notificações do seu celular

Você já ouviu falar em “internet das coisas”? O termo não é uma metáfora e quer dizer literalmente isso: levar a internet e o universo digital para objetos físicos, eletrodomésticos, roupas e todos os elementos palpáveis que nos cercam no dia-a-dia.Uma vertente bem interessante dessa tendência são os wearables, ou seja, as tecnologias vestíveis. Não, não estamos falando de roupas com poderes especiais (ainda), mas sim de dispositivos móveis que vão além de celulares, tablets, GPS e relógios inteligentes.

Um exemplo óbvio de wearable é o Google Glass, aquele óculos bem do estranho que te permite acessar aplicativos e a internet a partir dele e enxergar tudo diretamente no seu olho. O aspecto estranho de Ciclop do X-Men foi alvo de muitos memes da Internet, por isso eles até tentaram dar uma melhorada no visual ciborgue chamando a estilista e diva Diane Von Furstenberg, mas… né? Não deu exatamente certo. Se a ideia é boa mas a execução é feia, não dá para imaginar muitas pessoas vestindo essa tecnologia.

Por isso o Ada PIROU quando descobriu o Ringly, uma “jóia inteligente” bem gatinha que lembra muito os anéis de humor que mudavam de cor conforme os ânimos. Bem anos 80, lembram?

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A diferença é que o Ringly fica conectado ao seu celular e muda de cor, vibra ou emite uma luz discreta de acordo com as notificações que você recebe no seu smartphone. Emails importantes, ligações, lembretes, alertas do seu calendário; é só baixar o aplicativo no seu celular e configurar que tipos de aviso você quer receber e de que maneira. A customização não é nem um pouco ruim; são 4 tipos de vibração, 5 modelos criados em ouro 18 quilates e pedras preciosas e semipreciosas, como esmeralda, safira e ônix.

Nos Estados Unidos o sistema consegue até avisar quando o táxi que você pediu chegou no seu endereço. Alô, vida prática! Mas esperem, porque só melhora: o anel também se conecta com o seu Facebook, Twitter e… atenção, TINDER.

Para quem critica e discute a falta de etiqueta social que os smartphones trouxeram às mesas, reuniões e viagens, o Ringly pode representar um grande avanço. Deixe o celular na bolsa, receba as suas notificações silenciosamente e cheque o que for mais urgente de forma elegante sem aquela sensação de que você está perdendo algo essencial.

A jóia já está disponível para pré venda pelo site, custa em média US$ 150 e as primeiras 1.000 unidades terão um diamentezinho na lateral. <3

Esse vai pro wishlist 🙂

Mink promete às mulheres imprimir maquiagem em casa

Se você gostar de make um pouquinho que seja, já deve ter acontecido de ver o batom ou a sombra de alguém e querer para você. Quando é em uma amiga, fica fácil: é só perguntar, pegar o nome e quando der, comprar (ou encomendar). Mas imagine se você pudesse tirar uma foto daquela cor e mandar imprimir em casa?

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Grace Choi apresenta sua impressora de maquiagem, a Mink. Crédito: Reprodução.

Essa é a proposta da Mink, uma nova empresa que se apresentou em um evento de tecnologia esta semana em Nova York. Grace Choi, a fundadora da companhia, diz que com uma impressora de jato de tinta, em breve você mesma poderá ter o produto que quiser, na hora que quiser. E a ambição é grande: quebrar grandes lojas de cosméticos premium, como a Sephora.

Olha como vai funcionar: você tira uma foto da make que gostar, sobe no computador (ou puxa uma da internet, mesmo, dá para fazer até com o Youtube), separa a cor com a ajuda de um editor de imagens (o Paint do Windows resolve), e manda imprimir na impressora da Mink.

Veja as fotos abaixo:

 

Crédito: Techcrunch Disrupt
Grace escolheu uma sombra rosa para demonstrar sua invenção. Crédito: Techcrunch Disrupt
Depois de escolher a cor, ela manda imprimir… Crédito: Techcrunch Disrupt
Grace mostra a sombra impressa pelo aparelho. Crédito: Techcrunch Disrupt
… e eis a sombra impressa na hora. Crédito: Techcrunch Disrupt
Aí está, da internet direto para sua necessaire. Crédito: Techcrunch Disrupt.

Grace diz que a princípio a máquina poderá imprimir sombras e batons, mas não descarta outros produtos, como bases. Segundo ela, é só uma questão de adaptação do produto, como colocar diferentes cartuchos de tinta.

As vantagens? Fora o custo da impressora (estimados em torno de 300 dólares), os produtos impressos nela serão bem baratos, com preços finais concorrentes aos de maquiagem de farmácia. O principal público será o adolescente, e o júri do evento já conseguia imaginar “festas de maquiagem” promovidas pelas meninas em torno de uma impressora Mink. O discurso de Grace durante a demonstração foi muito baseado nas margens de lucro absurdas das companhias de cosméticos, e no empoderamento que sua invenção pode dar às mulheres, especialmente às mais jovens: “O importante é que as meninas vão aprender que a definição de beleza é algo que elas devem controlar, e não corporações.”

Por enquanto, a Mink é só uma apresentação. Grace procura parceiros para o desenvolvimento da impressora e dos produtos, e não há previsão para a sua chegada ao mercado, mas a premissa é atraente: quem gosta de maquiagem premium pode não aderir de primeira, mas a ideia de ter um batom ou sombra diferentes e baratinhos, na hora que quiser, com certeza vai chamar a atenção de muitas mulheres.

Aqui está a apresentação completa da Mink, em inglês:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Via Techcrunch Disrupt.

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