Realidade virtual faça-você-mesma

*Por Natasha Madov

(Matéria publicada no UOL Tecnologia em 01/0/2015)

Se alguém te disesse que um pedaço de papelão pode transformar o seu smartphone em um visor de realidade virtual, você acreditaria? Pois é, o Google Cardboard faz exatamente isso.

google cardboard

 

O visor vai custar US$ 30 (cerca de R$ 101) e as vendas estão previstas para começar no início do ano escolar americano, em setembro, mas algumas lojas não-oficiais já começaram a vender. A parte mais legal, na verdade, é que você nem precisa comprar o produto. O Google disponibilizou um layout com as dimensões certinhas para cortar, dobrar e montar o visor. É “só” colar sobre um papelão firme e seguir as instruções.

 

 

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É claro que não é uma experiência super imersiva como o Oculus Rift, mas com um bom par de fones de ouvido e usando os aplicativos disponíveis no Google Play ou na Apple Store (busque por Cardboard) dá para ter um gostinho de como a  realidade virtual pode fazer parte do no nosso dia-a-dia. Baixe o app da montanha-russa e experimente voar pela sua sala, ou simplesmente fique sentadinho no piano do Paul McCartney enquanto ele toca Wings. Sim, ter que segurar o aparato não ajuda a manter o realismo, mas o Google não pretende te vender algo perfeito, e sim uma porta de entrada para um outro tipo de entretenimento: barato, divertido e democrático.

Um público que a plataforma está dando atenção especial é o infantil com o Expeditions. Trata-se de um aplicativo educacional disponível para tablets Android que transmite imagens em 360 graus de vários locais diferentes a smartphones acoplados a visores Cardboard — é como se fosse uma excursão sem sair da sala de aula.

Além de imagens geradas pelo Street View, o Google montou parcerias com museus como o Smithsonian, Planetary Society e o Museu Americano de História Natural para criar “viagens” pelas ilhas de Galápagos, Parque Yosemite, muralha da China e até mesmo Marte <3

Outro produto ligado à plataforma é o Jump, focado nos criadores. É um suporte para 16 câmeras (a GoPro já é parceira oficial) e um software de edição de vídeo que junta as imagens captadas pelas câmeras e as transformam em uma sequência em 360 graus. E finalmente, vídeos captados pelo Jump estarão disponíveis via Youtube, sem a necessidade de um app especial.

Créditos das imagens: Divulgação Google.

Buddy, o robô fofinho que quer morar na sua casa

Robô Buddy
A campanha para financiar o Buddy já arrecadou quase quatro vezes a meta inicial

*Por Claudia Tozetto

Já pensou em poder dormir aqueles cinco minutinhos a mais enquanto alguém vai acordar seus filhos para ir à escola? E poder verificar, à distância, se você esqueceu o fogão ligado ao sair de casa? Um novo robô chamado Buddy, que será lançado pela Blue Frog Robotics no ano que vem, será capaz de fazer todas essas tarefas. Mais do que um assistente doméstico, porém, ele quer se tornar parte da sua família. “Nós criamos o Buddy para ser o primeiro robô de companhia a entrar em nossas casas. Ele vai mudar nossas vidas”, diz Rodolphe Hasselvander, cofundador e CEO da Blue Frog.

O pequeno robô branco tem 54 centímetros de altura e um tablet posicionado no lugar da cabeça. A tela apresenta um rosto animado — com direito a olhos, nariz, boca e até sobrancelhas –, que muda de expressão conforme a conversa com os moradores da casa. O Buddy não tem braços ou pernas, mas traz uma câmera na cabeça e cinco sensores no corpo, o suficiente para desviar dos móveis pelo caminho. Ele entende comandos por voz e até fala com seus donos em diversos idiomas, inclusive em português.

Veja o vídeo em inglês:

A inspiração para o visual do Buddy veio não só dos filmes de ficção científica, como Star Wars, mas também dos robôs que aparecem em animações para crianças. Por ser usado dentro de casa, uma das preocupações da equipe era de criar algo que não intimidasse os moradores. “O Buddy tem um ‘cabeção’ e olhos expressivos. Ele é uma mistura entre um cachorro, um iPad, o Wall-E e a Eva”, diz Hasselvander, citando os dois personagens principais do filme Wall-E, lançado em 2008 pela Pixar.

O Buddy é resultado de um trabalho de 15 anos de pesquisa de Hasselvander. Desde 2007, ele é gerente do Centro de Robótica Integrada da França (CRIIF, na sigla em francês) e criou a Blue Frog para levar a tecnologia da universidade para o mercado na forma de robôs amigáveis e baratos, que possam ser usados por qualquer pessoa. “Já desenvolvi diferentes robôs para atender vários tipos de usuários, como famílias, crianças e idosos, e aprendi quais funções são realmente úteis”, diz Hasselvander.

Para chegar ao mercado, porém, o Buddy ainda tem um longo caminho pela frente. A startup francesa começou, há um mês, uma campanha no site Indiegogo para levar fundos para iniciar a produção do robô. A seis dias do fim da campanha, o Buddy já levantou mais de 350 mil dólares, quase quatro vezes superior à meta inicial, que era de 100 mil dólares. Até o momento, 550 pessoas contribuíram para o projeto. O dinheiro extra será usado no desenvolvimento de novos recursos e acessórios para o Buddy.

Buddy também ajuda no cuidado com idosos
Buddy também ajuda no cuidado com idosos

A versatilidade do robozinho é o motivo principal para atrair tanta gente para a campanha. O Buddy será programado para executar múltiplas tarefas relacionadas à vida doméstica. Ele pode manter a casa segura, já que vigia o ambiente e notifica o dono em caso de movimentações suspeitas ou se detectar fumaça ou vazamento. Ele também reconhece os moradores e pode ajudar cada um deles a lembrar de seus compromissos, além de tocar música, fotografar, filmar e ler suas receitas favoritas. No caso dos idosos, o Buddy pode detectar quedas e falta de atividade – e enviar um alerta para o smartphone do parente ou cuidador mais próximo.

Outros recursos devem chegar ao Buddy em breve, já que seu sistema operacional é baseado no Android, do Google. Isso vai permitir que desenvolvedores independentes criem novas funções e acessórios. “Temos o grande sonho de democratizar o campo da robótica”, dizem os executivos da empresa, no Indiegogo. Entre os acessórios que já foram desenvolvidos pela Blue Frog e que estarão disponíveis no ano que vem está uma estação para carregar a bateria do robô e um braço-projetor. Com ele, os donos do robô poderão exibir seu filme favorito em qualquer superfície.

O Buddy vai custar a partir de 759 dólares quando chegar às lojas, no final de 2016. Os Estados Unidos, além de países na Ásia e na Europa, estarão entre os primeiros a receberem o produto. Ainda não há previsão de lançamento do Buddy no Brasil.

Fotos: Divulgação

5 aplicativos brasileiros que vão te surpreender

Nem só de aplicativos gringos vivem os nossos smartphones. Separamos 5 apps nacionais dignos de lista (e o 99Táxis não é um deles 😉 ): de controle de finanças a plataforma de reclamações urbanas, estes são os queridinhos que a gente já não vive sem.


Organizze

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Bonito, prático e com um monte de funcionalidades, esse gestor de finanças é um dos mais legais que testamos nessa categoria. Além de acompanhar todas as suas transações financeiras, você pode criar metas para cada tipo de entradas e saídas, enxergar os gastos do mês através de gráficos lindos, sincronizar várias contas bancárias e cartões de crédito, visualizar parcelamentos e contas recorrentes. O ponto forte é a usabilidade: simples e rápido.

Para iPhoneAndroid e versão web. (GRATUITO)

 

 

Onde Parar

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Baita mão na roda: a partir da sua localização ou um endereço, o app te indica quais são os estacionamentos mais próximos. Além do preço médio de cada um deles (que você vê no próprio mapa <3), o app indica quais são os serviços adicionais, como convênio com seguradoras ou lava-rápido. Os filtros são ótimos e é facinho de usar. Também funciona para ciclistas que buscam bicicletários e para quem quiser publicar a sua garagem residencial e emprestá-la para alguém.

Para iPhoneAndroid e versão web. (GRATUITO)

 

 

Colab.re

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Já falamos dele na nossa lista de aplicativos urbanos para curtir e cuidar da sua cidade, mas este vale repetir. Nele você pode fiscalizar (inclusive através de fotos) problemas como buracos em ruas, calçadas em pésimo estado ou iluminação pública queimada. Ele também deixa propor soluções e avaliar entidades e instituições públicas. Os criadores do app se responsabilizam por enviar todas as publicações para as prefeituras e de encaminhar as respostas recebidas de volta aos usuários que alimentam o sistema. Já foi eleito o melhor aplicativo urbano do mundo. Vai Brasil \o/

Para iPhone e Android. (GRATUITO)

 

 

Mandic Magic

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Já mencionamos um app semelhante por aqui, o 4sqwifi, mas o Mandic é brasileiro e igualmente bom. Sabe aquele momento em que você precisa desesperamente de um wifi? Pois bem, tá aqui a salvação. Você se loga com a sua conta de Facebook, então o app identifica a sua localização e te indica cafés, bares, restaurantes, livrarias, padarias e vários outros tipos de estabelecimento com wifi. Ah sim, te dá a senha de todos. A única parte chata são os anúncios.

Para iPhone e Android. (GRATUITO)

 

WakeApp

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Este é um alarme despertador perfeito pra quem curte dormir mais 5 minutinhos nos dias de chuva. Você pode programá-lo para te acordar (ou não) dependendo de duas informações: as atividades que você agendou para a manhã seguinte e o clima que estará lá fora. Se amanhã for o seu dia de corrida no parque e estiver caindo um pé d’água, ele vai te deixar dormir um pouco mais. Se o sábado amanhecer lindo com céu azul, ele tomará a liberdade de te acordar meia horinha antes para fazer o dia render. Simpático, não?

Para iPhone. (GRATUITO)

 

Você curte algum outro app brasileiro que não está nessa lista? Conta pra gente no nosso Facebook ou Instagram 😉

 

5 aplicativos para fazer diário

meditação

 

ilustração por Bruna Zanardo*

 

Quantas vezes na vida você já começou um diário nos primeiros dias do ano e conseguiu mantê-lo por mais de algumas semanas? Se a sua resposta for “nunca”, você precisa conhecer uma nova leva de aplicativos que tem mudado a nossa relação com os nossos registros pessoais. O micro-journaling, como é chamado este novo formato, é um hábito facinho de manter.

Aplicativos de micro-journaling incentivam o seu usuário a alimentar o feed diariamente. Seja através de conteúdo inserido manualmente (textos, fotos, links), perguntas randômicas ou pelo registro automático das suas atividades nas redes sociais. Neste último caso, você passa a alimentar passivamente o seu diário com as suas ações digitais, como check ins, posts, fotos do rolo da sua câmera, e assim mapear como foi o seu dia. Chamados de loggers, os apps também te impulsionam a registrar pensamentos, histórias, e elementos complementares ao que já foi postado.

Fizemos uma lista de alguns que vão te ajudar a manter o hábito saudável de escrever sobre nós mesmos. Sem ego, sem filtro e de maneira privada.

 

 Rove

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Pra quem nunca conseguiu manter um diário, este app é uma boa opção. O Rove coleta passivamente (e com a sua autorização) todas as atividades do dia que envolvem o seu smartphone. Exemplo: ele registra os seus deslocamentos e inclusive identifica automaticamente se o trajeto foi feito a pé, de carro, de bicicleta etc. Ele também te geolocaliza sem a necessidade de check-in, usa as fotos que você tirou ao longo do dia e conecta as músicas que você ouviu com momentos específicos. Também tem espaço para notas pessoais, claro. Uma função querida é “exportar uma história”, que gera uma imagem para compartilhar nas redes com os melhores momentos do dia. Pode ser um diário de viagem interessante. No final do dia ele ainda te pergunta: “como foi o seu dia?”

(para iPhone e Android, gratuito).

 

Timehop

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Você se lembra como foi o seu dia há exatamente um ano? Este aplicativo faz isso de forma passiva, sem que você precise inserir informações manualmente, assim como o Rove. Você recebe lembretes das fotos que tirou, do que postou no Facebook, no Instagram ou Twitter, dos seus check-ins no FourSquare e ele ainda te permite sincronizar o feed com iPhoto e DropBox. O app prepara lembretes diários para te mostrar o que estava acontecendo há um, dois ou três anos, com a temperatura local e possibilidade de compartilhamento nas redes sociais. Fofinho para mandar lembranças para os amigos/família/amor em datas especiais.

(para iPhone Android, gratuito)

 

Askt

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A premissa é muito simples: o Askt quer te incentivar a escrever sobre você e suas questões mais íntimas de forma rápida, simples e cativante. Com o formato de um bloco de notas muito espartano, o aplicativo faz uma pergunta provocadora e objetiva por dia. Elas são imprevisíveis e fixas, você não pode simplesmente pular para a próxima. Alguns exemplos: “Descreva a sua ética profissional”,  “Quem você gostaria de conhecer melhor?” ou “Escreva a primeira sentença da sua autobiografia”.

(para iPhone, gratuito)

 

Momento

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Este é o mais “parrudo” de todos e funciona basicamente como o Timehop, só que integrado com mais redes: Facebook, Twitter, Vimeo, Youtube, Last.FM, Flickr (?!), Instagram, a sua agenda e até os seus trajetos no Uber. A diferença é que, aqui, a experiência é mais focada na produção de texto, a experiência mais clássica de um diário pessoal. A interface é bonita, é fácil de usar e a possibilidade de usar tags ajuda muito na hora de procurar momentos, pessoas e histórias específicas.

(para iPhone, US$2,99)

 

Day One

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Tão elegante e simples que dá até vontade de escrever diariamente. O DayOne também está na categoria de diários passivos mas oferece uma experiência bem completa e mais integrada. A começar que também existe uma versão para Mac (US$9,99) e o sync entre as contas é impecável, inclusive com o iCloud. A informação fica segura na nuvem e o app pode ser aberto apenas com senha ou Touch ID (só para iPhones 5S em diante).  Você também pode exportar PDFs só de tags específicas, receber lembretes diários ou semanais e ver estatísticas relacionadas as suas atividades.

(para iPhone, US$4,99)

 

* ilustração: Bruna Zanardo se formou em moda e criou sua própria marca de roupas ainda no colégio para poder dar vida às estampas que criava. Hoje se dedica a projetos de design, ilustração e estamparia. Cresceu em São Paulo mas vive em Chicago, onde trabalha para clientes de lá e de cá.

 

 

 

 

Respire fundo: 6 aplicativos de meditação

* Por Cora Poumayrac Nieto e Diana Assennato

 

headspace

 

Ok, a gente sabe: a resolução campeã de começo de ano é o combo entrar na academia, fazer dieta, perder uns quilos.

Mas você já ouviu a expressão em latim mens sana in corpore sano (uma mente sã em um corpo são)? Pois é. Para abrir 2015, a gente vai te ajudar a ganhar mais paz de espírito e clareza de mente, com nossa lista de aplicativos que ensinam a meditar. Escolha o seu, respire fundo e comece seu ano com mais leveza.

 

1) 5 minutos – Eu medito 

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A campanha “5′ Minutos, Eu Medito” é desenvolvida pela ONG Mãos Sem Fronteiras em mais de 35 países com o objetivo de desmistificar e difundir a prática da meditação. É bem simples de usar e está disponível em várias línguas, inclusive em português. As funções são básicas: medidor de tempo meditado e lembretes para as próximas pausas. Os gráficos são fofos e te ajudam a entrar no mood da meditação com mini-aulas de preparação.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

2) Buddhify²

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Perfeito para quem não sabe por onde começar. O app tem design colorido e muitas escolhas de programas, focados em diferentes situações e estados de espírito. Uma roda de arco-íris pergunta o que você está fazendo, e te oferece algumas opções de relaxamento para aquela situação específica. São mais de 11 horas gravadas e você consegue acompanhar suas estatísticas de performance.

(para iPhone e Android, US$2.99)

 

3) Headspace

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Esta é uma excelente escolha para quem procura meditação guiada (apenas em inglês) para começar sem dor. Antes de iniciar qualquer atividade, o app te convida a assistir três vídeos que resumem de forma muito prática os princípios básicos da meditação e como ela atua na mente. É bem focado no dia-a-dia de quem está começando. O criador do app, Andy Puddicombe era monge budista e se tornou empreendedor milionário e palestrante do TED graças à usabilidade impecável do app (e ao seu sotaque britânico que conduz a meditação <3). Você aprende o básico em 10 sessões de 10 minutos, ganha pontos por regularidade e pode salvar gravações para usar quando estiver offline. É o preferido das celebridades inglesas.

(para iPhone e Android, gratuito para as primeiras dez sessões)

 

4) Calm 

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Lindo! Minimalista e meticuloso, o aplicativo começa ensinando os 7 passos da calma (postura, respiração, etc.) e se propõe a ser a sua válvula de escape quando a pressão estiver forte demais. Além de calma, os programas também tratam de foco, perdão, gratidão, força e paz interior, motivação, aceitação e sono. A gravação é uma voz feminina sexy e às vezes divertida, que lembra um a voz da Samantha do filme Ela, só que um pouco mais coxinha. A versão grátis oferece 10 meditações para diferentes situações, e a compra da versão Pro, por US$4,99 para três meses, traz mais séries e mais músicas. Tem também para a web.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

5) Smiling Minds

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Desenvolvido na Austrália, este é voltado principalmente para crianças e jovens. Divide-se em três faixas etárias de sete a 22 anos, e mais uma para adultos. O objetivo deste projeto (sem fins lucrativos), é promover a meditação como forma de explorar o momento presente, focando sua atenção e consciência de maneira específica. “Queremos dar ferramentas para ajudar a criar jovens felizes, saudáveis e com compaixão”, diz a empresa. Também tem versão web.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

6) Breathe2Relax

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Não é bonito e mais parece um site em flash dos idos 00s, mas este app é focado em desenvolver habilidades respiratórias para usá-las no relaxamento do corpo e da mente. Ele basicamente começa ensinando o que é a respiração diafragmática e os seus benefícios, detalha os efeitos do estresse e ensina diferentes exercícios para levar o corpo a um estado mais relaxado, para reduzir a ansiedade e estabilizar o humor.

(para iPhone e Android, gratuito)

(Imagens: Divulgação)

 

#testamos: Nexus Player

(Uma versão resumida deste post saiu no caderno Tec da Folha de S.Paulo na terça-feira 4/11: Nexus Player é resposta do Google à Apple TV)

Nexus Player
Nexus Player: como o Apple TV, só que redondinho

Demorou, mas o Google trouxe uma resposta à altura do Apple TV. O Chromecast, mais simples e mais barato, se propunha apenas a transmitir o conteúdo de um dispositivo com Android à TV, enquanto o Nexus Player, lançado esta semana nos EUA, almeja mais longe, com mais recursos que o set top box da Apple e uma nova plataforma de entretenimento.

A interface, chamada de Android TV e baseada no Android 5.0 Lollipop, é parecida com a do Apple TV: uma tela inicial com sugestões de vídeos e aplicativos de entretenimento. Mas enquanto o Apple TV vem com os aplicativos pré-instalados e as sugestões de filmes são os lançamentos da iTunes, no Nexus Player os apps pré-instalados são os básicos do Google e o Youtube, e o usuário pode escolher outros na Google Play Store.

Leia também:
#testamos: Amazon Fire TV

#comofaz do Ada: baixe filmes e séries usando torrent

A oferta de aplicativos de vídeo e música ainda está bem limitada, mas é possível instalar Netflix, Hulu, TED, Bloomberg TV, Vevo, Pandora e outros serviços de streaming também disponíveis no Apple TV. O material de divulgação do Google afirma que HBO Go e apps da Disney e ESPN também estariam disponíveis, mas não estavam no menu de opções no aparelho disponível para avaliação da Folha. O Crackle, uma das opções gratuitas para filmes, travava a cada cinco minutos.

A oferta de apps pode ser baixa por enquanto, mas o sistema de recomendação do Nexus é superior ao da Apple. Ele busca conteúdos dos apps instalados no aparelho, não só do Google Play, e faz as recomendações em cima do que o usuário já viu na plataforma. O serviço de streaming do Chromecast também está disponível no Android TV.

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TV conectada no Nexus Player: busca por voz, recomendações de filmes, séries e música, mas poucos apps

Ivete Sangalo e Tropa de Elite
A busca por voz, acionada via controle remoto, é um recurso bastante interessante, e já usado no concorrente Amazon Fire TV. Apesar da interface geral do Android TV não estar disponível ainda em português, é possível fazer buscas por voz no idioma: para isso, basta mudar o idioma nos ajustes, em “idioma de busca por voz”.

Quando a busca estava em português, o sistema entendeu buscas pela cantora Ivete Sangalo e pelos filmes “Tropa de Elite” e “Se Eu Fosse Você”, apresentando fichas técnicas e biografias dos atores principais via IMDB e, no caso de “Tropa de Elite”, um link para Tropa de Elite 2″, disponível no Google Play dos EUA (mas não o link para o filme no Netflix, hmmmm). Ao mudar o idioma da busca de volta para inglês, o sistema se confundiu e não trouxe os mesmos resultados.

O Google também está apostando nos jogos para Android. Há uma loja do Google Play separada para jogos (cuja oferta é maior que a de aplicativos de entretenimento) e é possível comprar em separado um joystick sem fio compatível com o Nexus Player. Como o Android TV é baseado no Lollipop, o Google afirma que é possível começar o jogo em um dispositivo Android, interromper e continuar no Nexus Player.

Esta é a segunda tentativa do Google de entrar no mercado de set top boxes, as caixinhas que funcionam como uma central de entretenimento online para sua TV. Em 2012, a empresa apresentou o Nexus Q durante a conferência para desenvolvedores Google I/O, mas o dispositivo tinha poucos recursos que justificassem seu preço de 299 dólares — a oferta de conteúdo era limitada à loja do Google Play, por exemplo. A recepção foi tão negativa que o produto nunca foi colocado oficialmente à venda.

Mas o Google parece ter aprendido sua lição com o Nexus Q: o Nexus Player tem preço estimado de 99 dólares nos Estados Unidos, a mesma faixa de preço do Apple TV e Amazon Fire TV. O joystick é vendido separadamente a 39 dólares. Não há por enquanto previsão de lançamento no Brasil.

(Crédito das imagens: Divulgação/Google)

Tumblr que estamos amando: Tinder na Copa

VAI TER COPA SIM! Mas se depender desse tumblr que descobrimos, o Tinder na Copa, podia ter até duas!!!

A designer paulistana Carol Chang, de 28 anos, teve a ideia de criar o Tinder na Copa depois que ela e algumas amigas perceberam seus Tinders andavam bem mais floridos, e a causa era a quantidade de estrangeiros vindo ao Brasil por causa da Copa do Mundo. Em vez de trocar printscreens dos mais bonitinhos entre elas, resolveram divulgar essa boniteza toda para o mundo. Olhem só alguns exemplos:

 

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(Tem aqueles que gostam de posar com nativos, o aventureiro, o profissional, o praieiro e um “procurando o amor da vida”. Arrã, Christopher, tamos sabendo.)

O tumblr tem um mês de vida, mas foi descoberto mesmo no início de junho, e nos últimos meses as contribuições explodiram, conta Carol.

Os países de origem estão bastante variados, mas Carol diz que surgem bastante australianos e franceses. Entre as cidades que mais mandam colaborações, estão São Paulo (por causa da abertura da Copa amanhã), Rio de Janeiro, Manaus e Belo Horizonte.

Mas não pensem que ela só recebe printscreen de homem bonito, não. “Tem muita menina brasileira me mandando selfie querendo se promover, mas essa não é a ideia do tumblr.” Outra pergunta popular: como faz para ver esse ou aquele cara no Tinder? “É sorte, né.”  A própria Carol já saiu com dois estrangeiros que conheceu no Tinder, um francês e outro americano.

A resposta dos “retratados” no Tumblr também tem sido bem-humorada. Carol conta que um deles viu seu perfil do Tinder em um site estrangeiro, e escreveu para ela, mas levou a coisa na esportiva. Afinal, é época de bola em campo, fazer gol e correr pro abraço, não é mesmo?

Fotos: Reprodução Tinder na Copa

8 aplicativos para namorar em tempos modernos

Dia 12 de junho tá quase aí, e a gente sabe que tem um certo evento internacional (#vaitercopasim) que tá atraindo todas as atenções, mas isso não vai nos impedir de lembrar que também é dia de se aconchegar com a cara metade, ainda que a gente deixe isso para depois da abertura da Copa do Mundo. Não há dúvidas que a tecnologia tem mudado os relacionamentos. Exceto raras ocasiões, não passa um dia sem que a gente converse com os nossos namorados e namoradas, certo? E a novidade é que dá para ir muito além do Whatsapp;  apps de mensagens a dois estão bombando e cheios de funcionalidades fofas. Fizemos uma lista esperta das mais legais e aproveitamos para incluir outros apps pra intimidade digital 😉

 

1) Couple

 

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Na sua descrição na Apple Store eles dizem ser “o melhor aplicativo para quem namora à distância”. Além de ser bom para troca de mensagens, ele também oferece uma lista de tarefas compartilhada, alertas pra ninguém esquecer das datas importantes, sugestões de lugares cool para fazer um date e compartilhamento de localização. Mas a cafonice mais adorável é o ThumbKiss. Você põe o seu dedão na tela, a outra pessoa também e o aplicativo gera um beijinho virtual quando os dois dedões estão exatamente no mesmo lugar. Ah, outra função providencial é poder mandar fotos que desaparecem depois de um tempo (blink, blink!).

(para iPhone e Android, gratuito)

 

 

2) You&Me

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Depois de fazer o sign up, o logo do app se transforma nas iniciais do casal. Este aplicativo é focado exclusivamente em troca de mensagens e não tem outras funções, mas essa única experiência é deliciosa e pensada à minúcia em termos de design e usabilidade. Claro, além de texto dá para enviar fotos e videos (estilo Vine, com a opção do loop), mas também recados de voz, músicas e a opção fofa “halfsie”, onde cada um manda uma selfie e o app faz uma arte fofa. Ah, quando ele identifica (por GPS) que o casal está junto a interface dele muda <3

(para iPhone, gratuito)

 

3) Bounden

A gente não vai mentir: parece bizarro no começo, mas é tão diferente de tudo o que a gente já viu que o Bounden precisa estar na nossa lista. Este aplicativo (desenvolvido por programadores do amor e a Companhia Nacional de Ballet da Holanda) quer incentivar os casais a dançarem juntos. Ambos tem que segurar um só telefone e ir seguindo as indicações que aparecem na tela.

(para iPhone, US$3,99)

 

4) Anylist

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Este é um app de listas compartilhadas do qual já falamos, e só. Mas pense a mão na roda que isso pode ser: lista de compras pra casa, hamburguerias para conhecer, viagens dos sonhos, taras sexuais, filmes pra ver… O sync é perfeito, então cada vez que alguém adiciona ou tira algo das listas o outro é avisado.

(para iPhone, gratuito)

 

5) Splitwise

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Dinheiro é sempre bom tratar às claras. O Splitwise ajuda muito e funciona como uma espécie de conta corrente. Lá você vai acrescentando quem pagou o quê, quanto e quando e ele vai fazendo os cálculos de forma corrida, assim você sempre sabe como está o saldo. Também dá para dividir os gastos por assuntos, como “casamento”, “reveillon” etc. É bem feito e super intuitivo de usar.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

6) Fingle

Divertido demais! Não é só para casais, mas há algo nele que o deixa sexualmente sugestivo. A trilha e o clima do app são “sexy” e ele funciona como aquele jogo Twister da nossa infância só que com os dedos. Jogue com uma tacinha de vinho por perto 😉

(para iPad, US$1,99)

 

7) TripIt

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A gente também já falou dele antes, mas este app é um organizador de viagens que pode ser muito prático para casais que viajam bastante separados. Ele mantem as pessoas que você quiser avisadas sobre o seu cronograma de viagem, as datas e destinos, além de avisar sobre o atraso ou chegado do seu vôo assim que você pousa.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

8) iKamasutra

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O bom e velho guia de todos os guias disponível no seu celular com animações 360 graus e linguagem divertida. Não custa ter à mão para momentos de, cof cof, inspiração.

(para iPhone US$0,99 e Android R$7,22)

(Fotos: Reprodução)

Ringo faz ligações baratas sem usar a Internet

A gente sabe que não é qualquer 3G que dá conta de uma ligação de Skype sem solavancos, delays ou vozes robotizadas, e não é sempre que estamos perto de um wifi decente para fazer uma ligação internacional. Por isso mesmo achamos o Ringo incrível: mais um aplicativo para iPhone, Android e Windows Phone que faz chamadas telefônicas muito baratas, só que sem usar a internet. O Brasil é um dos 16 países escolhidos para lançar o serviço, mas as ligações funcionam para o mundo inteiro. Cadê o segredo?

A experiência é exatamente como uma boa e velha ligação: o Ringo consegue rotear as chamadas do mesmo jeito que as operadoras tradicionais fazem, tanto que você liga para o número de telefone do seu contato, e não para um username. A diferença é que o app transforma qualquer número internacional em um local, barateando de forma agressiva os custos e usando a mesma rede de infra-estrutura. Quando falamos “agressiva” queremos dizer “quase inacreditável“: de cara, o app oferece uma ligação gratuita (sem limite de minutos), promete preços 25% mais barato do que os praticados pelo Skype e um desconto de 90% para chamadas feitas para celulares americanos, ou seja, míseros US$0,003 por minuto. Colocando em perspectiva, é um desconto de quase 500% comparado com a sua operadora local.

Como a redação do Ada fica dividida entre NY e SP, nós testamos o app hoje e ele funcionou muito bem: ligação clara e sem cortes, conexão rápida e usabilidade mais simples do que de outros concorrentes.

As vantagens mais legais do Ringo sobre outros apps de ligação:

1) você não precisa estar conectado

2) o seu número aparecerá na tela de quem está recebendo a ligação normalmente

3) só quem liga precisa usar o aplicativo

 

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Às vezes a gente até esquece que celulares são, na sua essência, objetos que fazem ligações telefônicas, mas taí o Ringo para nos lembrar que quando se trata de tecnologia, o novo é sempre o velho revisitado 🙂

Eis os links para baixar:

Ringo para Android

Ringo para iPhone

Ringo para Windows Phone

16 aplicativos para comer bem

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* foto do publicitário e instagrammer Rafael Mantesso

O Ada convidou 6 chefs e profissionais da gastronomia para listar os sites e aplicativos de culinária que os ajudam a completar tecnologicamente a experiência sensorial e analógica de comer e beber bem. A grande maioria das dicas é gratuita \o/ e as sugestões vão de redes sociais de glutões a aplicativos que funcionam como um Shazam para vinhos. Veja abaixo:

 jamie hollister James Hollister é chef do gastrobar Exquisito!

 MaxxBocca’s Foods: um aplicativo que converte medidas na cozinha. É super comum que receitas usem medidas diferentes; algumas pedem para pesar tudo em gramas, outros em xícaras. Se você utilizar uma receita estrangeira, então, pode se deparar com termos que nem tenha ouvido falar. Esse app é uma mão na roda para isso.

(para iPhone, US$0.99)

México en Tu Mesa: para amantes de comida mexicana. Este aplicativo oferece várias informações, receitas e até utensílios típicos de várias regiões do México. Procure as comidas típicas para cada época do ano e datas comemorativas.

(para iPhone, gratuito)

Great British Chefs: uma coleção de receitas, técnicas e dicas dos chefs mais renomados da Grã-Bretanha. Atualizado frequentemente com novidades de vários chefs badalados. Vale a pena conhecer o mundo dessa alta gastronomia subvalorizada, bem distante dos clichés de Fish and Chips e Shepherd’s Pie.

(para iPhone, gratuito)

 

cury Marcelo Cury é cirurgião vascular e cervejeiro. É colunista na Revista Playboy.

Untappd: é uma espécie de foursquare da cerveja. Nele você consegue registrar o que anda consumindo, dividir opiniões e compartilhar com amigos. A brincadeira ainda oferece badges e promoções.

(para iPhone e Android, gratuito)

Beer Cloud: um sommelier de cervejas no seu bolso. Faz sugestões de harmonização, ensina sobre os copos mais apropriados e funciona como uma mini Wikipedia sobre os estilos diferentes.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

nathalia vergili Nathalia Vergili é fundadora da empresa de gastronomia Senhora Amora

Menu do Dia:  é o aplicativo do site Gastrolândia, da Ailin Aleixo. Todo dia ela posta um menu com entrada, prato principal e sobremesa de restaurantes incríveis (e low profile) de São Paulo.

(para iPhone, gratuito)

 

patricia abbondanza  Patricia Abbondanza é sócia fundadora da empresa de consultoria em gastronomia Dedo de Moça, formada em jornalismo e gastronomia, especializada em confeitaria pela Culinary Institute of America. 

Jamie Oliver: o app do chef pop já teve 10 milhões de downloads e oferece 10 receitas de graça logo de cara. Tem de tudo, de comfort food, receitas de pães deliciosos, refeições para datas comemorativas, listas de compras agrupadas por seções do supermercado e vídeos tutoriais de técnicas mais complicadinhas e truques essenciais pra usar na cozinha.

(para iPhone, gratuito)

Paprika: é um excelente agregador de receitas. Jogue o link de alguma receita lá dentro e o app fará uma lista dos ingredientes com as medidas certas e até uma lista de compras. O app também calcula as medidas a partir da quantidade de porções que você quer fazer, cria um planejamento das refeições da semana e permite jogar receitas do computador direto do app com um só clique.

(para iPad, US$4,99 e Android, R$11,90)

Foodily: um grande Google das receitas. São mais de 2 milhões disponíveis. Um detalhe fofo: durante a pesquisa você pode escolher as receitas SEM algum item, como nozes, carne, açúcar, glúten ou sal.

(site e app para iPhone, gratuito)

 

Rafael Mantesso Rafael Mantesso é proprietário da Belo Comidaria, editor chefe do Marketing na Cozinha, sócio fundador do Instituto ATÁ e professor.

WeTheFeedies: é um app beneficente onde você compartilha fotos de comida e de quebra ajuda uma causa. Se você vai a um restaurante que participa do programa e compartilha a foto de um prato, o restaurante doa o valor de uma refeição por foto para o The Lunchbox Fund, uma ONG que provê refeições diárias para alunos de escolas na África do Sul .

(para iPhone, gratuito)

Foodspoting: é uma rede social de fotos de comida. A maior delas, eu acho. Você fotografa o seu prato e avalia o lugar, além de poder interagir com amigos e outras pessoas que fazem o mesmo. O app também funciona como um guia visual para achar os melhores pratos (e não necessariamente restaurantes) perto de onde você está localizado.

(para iPhone e Android, gratuito)

MealSnap: é um app da DailyBurn que conta quantas calorias tem em seu prato a partir de uma foto. Você sobe a imagem no aplicativo e através de um banco de dados ele avalia o que tem no seu prato e te diz aproximadamente quantas calorias você está prestes a ingerir.

(para iPhone, US$2,99)

Vivino: uma das funções mais legais deste app é que ele geolocaliza e indica onde estão os melhores vinhos de uma região para você comprar. Além disso você pode criar uma lista dos vinhos que você provou, compartilhar dicas com amigos e receber sugestões personalizadas baseadas na pontuação da sua lista.

(para iPhone e Android, gratuito)

Delectable: este app é tipo um Shazam dos vinhos. Você tira a foto de um rótulo e ele já te mostra todas as informações dele. Também vale como uma biblioteca para você guardar os detalhes do que já bebeu ou apenas consultar um vinho no supermercado.

(para iPhone, gratuito)

 

tatu damberg Tatu Damberg escreve no Mixirica, é produtora culinária e empresária.

Donna Hay: o app para iPad da revista australiana é lindo. A idéia é incentivar as pessoas a cozinhar mais em casa com uma pegada moderna e prática. Cada edição tem receitas que conversam com a estação do ano e várias dicas bacanas para otimizar o seu tempo na cozinha.

(para iPad, gratuito)

Camera Plus: o meu aplicativo preferido para editar as fotos tiradas de receitas prontas 😉

(para iPhone, US$0,99)

 

*crédito das imagens:

Nathalia Vergili, Patricia Abbondanza e Rafael Mantesso: divulgação.

James Hollister: Tadeu Brunelli

Marcelo Cury: Egon Jais

Tatu Damberg: Estevam Romera