As Minas da Web: Marina Bortoluzzi, Instagrafite

Com este post (e um certo orgulho) inauguramos uma nova seção no Ada, As Minas da Web. Vamos mostrar quem são as mulheres que desenvolvem os projetos mais legais, bem sucedidos e inovadores da internet brasileira. Queremos ouvir o porque e o como elas fazem o que fazem, quais as motivações, as encrencas. Não é fácil ser mulher empreendedora na internet (a gente sabe), por isso quanto mais exemplos tivermos, menos mulheres vão desistir de tentar.

Começamos com força: um café de uma hora e meia com a Marina Bortoluzzi, a publicitária catarinense que é curadora e co-fundadora do Instagrafite.

 

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A Marina é o tipo de mulher que faz as pessoas acreditarem nas suas paixões como modelo de negócio. Quem a acompanha internet afora enxerga isso todo dia. Marina foi parar no SXSW, agora está no Havaí, apareceu pintando uma parede em Miami e está pedindo dicas de alguma cidade cool na costa oeste americana. O “como” é a pergunta fácil. Marina e Marcelo Pimentel, parceiro de vida e crime, criaram o Instagrafite: um perfil de Instagram que se transformou no canal digital mais respeitado na cena de arte urbana no mundo. O “porque” é a pergunta legal: dividir para multiplicar. “Tudo funciona de forma colaborativa, esse é o nosso lema“, ela diz.

Com 3 anos de vida, a marca tem mais de 1 milhão de seguidores, 5 sociedades embaixo do braço e é convidada a participar como mídia essencial de todos os festivais de arte de rua do mundo. Vale lembrar: apenas 0,0001% das contas no Instagram têm mais de 1 milhão de seguidores*. Marina e Marcelo ralaram por cada um deles.

 

instagrafite

O arrôba

Marcelo criou o perfil no final de 2011 para preencher um vazio emocional depois da morte de sua mãe. Procurar os melhores grafites de São Paulo era uma boa desculpa para tirá-lo de casa e ocupar a cabeça. Marina o acompanhava nos rolês para ajudar com as fotos: “Inevitavelmente comecei a absorver esse universo. Quanto mais obras a gente fotografava, mais eu aprendia.” Não demorou para o perfil chamar a atenção e, em pouco tempo, pessoas do mundo inteiro começaram a marcá-los em fotos dos grafites que cruzavam os seus caminhos. Naturalmente, os próprios artistas passaram a querer estar naquela galeria muito bem curada. “Depois que abrimos para colaborações, acumulamos 4 meses de emails de pessoas bem foda no nosso inbox. Não sabíamos o que fazer com aquilo tudo“, conta.

Quando perguntei quais eram os artistas que eles agenciavam, ela respondeu com a maior naturalidade: “Na verdade todos. Tenho todos os artistas do mundo como possibilidade”. Ela ajuda os brasileiros a mostrar o seu trabalho lá fora a partir da sua rede de contatos, recebe os gringos na sua própria casa como se fossem família, resolve burocracias de visto e ajuda os que nem conta em banco têm. Tipo uma fada madrinha das ruas. “A relação é muito mais forte quando você está próximo“, diz.

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Hoje, depois de quase 5 mil posts e projetos com marcas incríveis na bagagem, já faz um tempo que o Instagrafite extrapolou o seu @. “Sabemos ser mídia, mas queremos dar cada vez mais atenção a outros formatos para explorar a nossa curadoría.” Só para 2015 eles já têm datas para lançar um canal no youtube, um blog e um aplicativo sobre arte de rua. E onde o calo aperta? “Temos um nome no mercado internacional mas quase nenhum trabalho dentro de casa. Queremos ser reconhecidos aqui.

 

Ser mina

Marina tem papo reto e é eloquente, por isso costuma dominar os ambientes de trabalho por onde passa. É boa gestora, coordena pessoas, é organizada e articula as negociações colocando entrelinhas na honestidade do Marcelo: “Eu faço um trabalho quase holístico de convencimento com o cliente“, ri. Ela sabe que é essencial para o negócio, mesmo não sendo o receptáculo criativo da dupla. “É difícil separar ‘state and church’?” eu pergunto. “Ah, sociedade com homem acaba sendo, ainda mais quando ele é o seu marido, mas se a gente não fosse um casal talvez o Instagrafite não fosse como é hoje”, diz.

 

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Olhando “a cena” do alto, Marina ocupa uma posição quase privilegiada. Existe um preconceito gritante com artistas de rua mulheres. Ou elas são casadas com outro artista e através da dupla se elevam, ou são consideradas homossexuais e precisam suprimir a sua feminilidade para serem respeitadas.  “Só a inteligência barra o preconceito, por isso ninguém menospreza o meu trampo, mas sinto que às vezes preciso bater de frente com mais força“, conta. Em alguns meios empresariais de tecnologia e marketing, a misoginia é tão grande que ela precisa do Marcelo ao lado para ser ouvida.

Mas nem tudo está perdido e ela quer ajudar. Em sua última viagem ao Havaí, Marina notou um aumento da participação feminina e ficou feliz de perceber. No blog, que será lançado no final de março, ela quer dedicar uma seção inteira às minas do grafite.

 

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SP

O papo de morar fora do país é assunto recorrente entre o casal, mas São Paulo é um caso de amor e ódio. ” Estamos tendo a oportunidade de viajar para todo canto do mundo com frequência. Ao final de cada viagem eu ou ele nos perguntamos ‘tu morarias aqui’? A resposta dos dois é ‘não’. Nunca foi tão claro que a nossa cidade é São Paulo. No futuro talvez não seja, mas no presente é aqui que a gente deve e quer ficar. Estamos no lugar certo na hora certa“, ela contou ao Facebook. Em 2015, os dois pretendem explorar as possibilidades e sugar tudo o que ela pode oferecer.

 

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*fonte: Totems.co

fotos: arquivo pessoal

5 aplicativos para fazer diário

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ilustração por Bruna Zanardo*

 

Quantas vezes na vida você já começou um diário nos primeiros dias do ano e conseguiu mantê-lo por mais de algumas semanas? Se a sua resposta for “nunca”, você precisa conhecer uma nova leva de aplicativos que tem mudado a nossa relação com os nossos registros pessoais. O micro-journaling, como é chamado este novo formato, é um hábito facinho de manter.

Aplicativos de micro-journaling incentivam o seu usuário a alimentar o feed diariamente. Seja através de conteúdo inserido manualmente (textos, fotos, links), perguntas randômicas ou pelo registro automático das suas atividades nas redes sociais. Neste último caso, você passa a alimentar passivamente o seu diário com as suas ações digitais, como check ins, posts, fotos do rolo da sua câmera, e assim mapear como foi o seu dia. Chamados de loggers, os apps também te impulsionam a registrar pensamentos, histórias, e elementos complementares ao que já foi postado.

Fizemos uma lista de alguns que vão te ajudar a manter o hábito saudável de escrever sobre nós mesmos. Sem ego, sem filtro e de maneira privada.

 

 Rove

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Pra quem nunca conseguiu manter um diário, este app é uma boa opção. O Rove coleta passivamente (e com a sua autorização) todas as atividades do dia que envolvem o seu smartphone. Exemplo: ele registra os seus deslocamentos e inclusive identifica automaticamente se o trajeto foi feito a pé, de carro, de bicicleta etc. Ele também te geolocaliza sem a necessidade de check-in, usa as fotos que você tirou ao longo do dia e conecta as músicas que você ouviu com momentos específicos. Também tem espaço para notas pessoais, claro. Uma função querida é “exportar uma história”, que gera uma imagem para compartilhar nas redes com os melhores momentos do dia. Pode ser um diário de viagem interessante. No final do dia ele ainda te pergunta: “como foi o seu dia?”

(para iPhone e Android, gratuito).

 

Timehop

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Você se lembra como foi o seu dia há exatamente um ano? Este aplicativo faz isso de forma passiva, sem que você precise inserir informações manualmente, assim como o Rove. Você recebe lembretes das fotos que tirou, do que postou no Facebook, no Instagram ou Twitter, dos seus check-ins no FourSquare e ele ainda te permite sincronizar o feed com iPhoto e DropBox. O app prepara lembretes diários para te mostrar o que estava acontecendo há um, dois ou três anos, com a temperatura local e possibilidade de compartilhamento nas redes sociais. Fofinho para mandar lembranças para os amigos/família/amor em datas especiais.

(para iPhone Android, gratuito)

 

Askt

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A premissa é muito simples: o Askt quer te incentivar a escrever sobre você e suas questões mais íntimas de forma rápida, simples e cativante. Com o formato de um bloco de notas muito espartano, o aplicativo faz uma pergunta provocadora e objetiva por dia. Elas são imprevisíveis e fixas, você não pode simplesmente pular para a próxima. Alguns exemplos: “Descreva a sua ética profissional”,  “Quem você gostaria de conhecer melhor?” ou “Escreva a primeira sentença da sua autobiografia”.

(para iPhone, gratuito)

 

Momento

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Este é o mais “parrudo” de todos e funciona basicamente como o Timehop, só que integrado com mais redes: Facebook, Twitter, Vimeo, Youtube, Last.FM, Flickr (?!), Instagram, a sua agenda e até os seus trajetos no Uber. A diferença é que, aqui, a experiência é mais focada na produção de texto, a experiência mais clássica de um diário pessoal. A interface é bonita, é fácil de usar e a possibilidade de usar tags ajuda muito na hora de procurar momentos, pessoas e histórias específicas.

(para iPhone, US$2,99)

 

Day One

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Tão elegante e simples que dá até vontade de escrever diariamente. O DayOne também está na categoria de diários passivos mas oferece uma experiência bem completa e mais integrada. A começar que também existe uma versão para Mac (US$9,99) e o sync entre as contas é impecável, inclusive com o iCloud. A informação fica segura na nuvem e o app pode ser aberto apenas com senha ou Touch ID (só para iPhones 5S em diante).  Você também pode exportar PDFs só de tags específicas, receber lembretes diários ou semanais e ver estatísticas relacionadas as suas atividades.

(para iPhone, US$4,99)

 

* ilustração: Bruna Zanardo se formou em moda e criou sua própria marca de roupas ainda no colégio para poder dar vida às estampas que criava. Hoje se dedica a projetos de design, ilustração e estamparia. Cresceu em São Paulo mas vive em Chicago, onde trabalha para clientes de lá e de cá.

 

 

 

 

A internet erótica das mulheres

(Um aviso: por causa da natureza do conteúdo, cuidado ao clicar nos links, especialmente se você estiver no trabalho ou na escola. E claro, tudo aqui é para maiores de 18 anos!)

 

 

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ilustração por Thiago Thomé*

 

(Colaborou Cora Poumayrac Nieto)

A pornografia é tida como a força por trás da expansão da World Wide Web desde a sua invenção. Há até quem diga que a internet só foi criada com esse propósito: abraçar esquisitices e suprir desejos inomináveis da vida off-line. Ela representa quase um terço do tráfego total de dados online e 25% das buscas feitas no Google, mas nessa festinha, só um entre três usuários são mulheres. Porque nós não consumimos tanta pornografia como os homens?

Fizemos uma pesquisa anônima entre quase 600 mulheres para entender qual é a internet erótica delas. Além de gerar este grande dossiê, estas respostas nos ajudaram a entender um pouco mais como este conteúdo é consumido.  Descobrimos que 34% das mulheres que responderam nossa pesquisa consomem pornografia menos de uma vez por semana, 29% consomem uma vez por mês ou raramente e 25% consomem três vezes por semana. Esse dado nos fez pensar que quem encontra o que realmente gosta faz disso um hábito. E para facilitar essa busca criamos um guia de pornografia para mulheres com as dicas que surgiram na nossa pesquisa e outros trunfos que garimpamos. É só clicar em cada item para ir às recomendações, e lembre-se de esconder a sua tela!

 

1) Portais de vídeo

2) Tumblrs

3) Contos eróticos

4) Conteúdo pago e bem recomendado

5) Outros formatos

6) Queer (vida longa à diversidade)

7) Casting e direção

            Bônus: siglas que podem te ajudar

 


 

1) Portais de vídeo
Grande parte dos portais de pornô em streaming (vídeos que você não precisa baixar) são gratuitos e costumam ter centenas de milhares de opções. Por isso mesmo representam grande parte das respostas da nossa pesquisa. Isso não quer dizer que eles agradem: muitas mulheres reclamaram que é difícil achar conteúdo interessante, que o excesso de opções é ruim e que nada ali contempla o erotismo feminino. “Gosto de me deparar com o inusitado. Ponho frases e ou palavras soltas e vou fuçando”, recomendou uma de nossas leitoras.

No meio do caminho, muitas desistem com preguiça desse trabalho de garimpagem. Estas são algumas dicas que recebemos para deixar o processo mais indolor e fácil:

1) Descubra o nome do elenco daquele filme que você amou e siga os artistas em mais de um portal.
2) Evite os mais populares, os “top rated” e os mais vistos: eles não são para você. Normalmente são vídeos mais machistões naquele roteiro que a gente já conhece: sexo oral -> penetração -> gozada na cara.
3) Crie suas próprias “playlists” (vários deles permitem que você faça uma seleção e salve).
4) Explore canais específicos até descobrir os que mais te agradam. Como eles são alimentados por produtoras e estudios diferentes, você já vai saber o que esperar em termos de elenco, cenografia, enredo etc.
5) Perca tempo pesquisando as categorias e tente achar o que te agrada nelas. Com isso em mente, crie filtros de busca mais específicos. Por exemplo, ao invés de “sexo oral”, pesquise “oral sex girl on top” ou “oral sex on cars”. (Amamos a confissão de uma das nossas leitoras: “eu sempre acho algo legal quando procuro gay greek men!”).
6) Nunca, nunca, nunca clique em “transe agora”. Você se verá presa em um loop de janelas popup anunciando as coisas mais bizarras da internet.

Mas se a preguiça for muita, tente estas opções:

PornIQ: é um portal de vídeos que ajuda a separar o joio do trigo. Antes de mostrar qualquer opção, ele faz algumas perguntas sobre as suas preferências. “Você curte: sexo amador, orgias imperiais, lugares públicos, fixação oral…?” e no final ele separa os resultados pelo tempo que você tem disponível. A gente apelidou de “smart porn”.

PornMD: um site de busca pornô que agrega resultados de todos os portais de video gratuitos. Nada demais, certo? Se não fosse pelo seu algoritmo espertinho que sugere resultados para sua busca que podem te mostrar universos ainda mais legais.

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Se você estiver com tempo livre, tente as nossas dicas nestes portais. Com o passar do tempo você vai perceber que alguns te agradam mais do que outros; seja pelo design do site ser melhorzinho, seja por ter menos banners de peitos pulando vigorosamente. Em geral, muitos dos vídeos se repetem, mas todos os canais tentam se diferenciar com alguma coleção específica, como produções nacionais, sexo amador e videos do Leste Europeu.

Vai que vai:

4tube

BoaFoda

Cam4

Chaturbate

ForHerTube

Pornhub

Redtube

Safadas

Samba Pornô

Suzi

Tubegalore

Xhamsters

XNXX

Xshare

Youjizz

Youporn

 

Siglas que podem te ajudar:

NSFW (Not Safe For Work): sigla para Não Abra no Trabalho (nem no ônibus, em filas, em casa, na presença de pais ou filhos).
BDSM: sigla que define a pornografia dedicada ao Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo.
MILF (Moms I’d Like to Fuck) FILF/DILF (Fathers/Dads I’d Like to Fuck):  sigla para Mães/Pais Com Quem eu Treparia.
ATM (Ass To Mouth): sigla que define um tipo de sexo que alterna entre o sexo anal e oral com uma ou mais pessoas. Já foi um grande tabu, hoje é hype.
BHM (Big Handsome Men) e BBW (Big Beautiful Women): uma vertente de pornô dedicada apenas a mulheres e homens acima do peso.
CFNM (Clothed Female, Naked Male): sigla para Mulheres Vestidas e Homens Nus.
POV (point of view): sigla para Ponto de Vista, ou seja, um vídeo sendo gravado por um dos protagonistas da cena.
DP: sigla para Dupla Penetração.

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2) Tumblrs

Grande campeão da empolgação feminina, o Tumblr tem se mostrado o melhor amigo das mulheres nesta seara. Porque? Além de atender a muitos nichos e agradar minorias (que tal um Tumblr só de homens gostosos e… peças de queijo? Ou talvez um sobre ateísmo e peitos?), a grande sacada é que o site aceita GIFs animados. Pela enorme quantidade de recomendações que recebemos (mais de 300 mulheres mencionaram pelo menos um Tumblr), começamos a pensar se os GIFs não estariam começando a mudar a relação e a acessibilidade da mulher à pornografia.

Faz um pouco de sentido: eles são discretos, silenciosos, carregam rápido em qualquer computador ou rede (inclusive nos smartphones) e são as melhores partes dos videos que a gente vive adiantando para ver “no que vai dar”. Além disso, o Tumblr é tão fácil de usar que algumas das nossas leitoras confessaram ter os seus próprios canais para repostar o que acham na plataforma e criar a sua galeria privada, exatamente do jeito que gostam. Bela dica. Recebemos uma lista infinita da qual pincelamos alguns:

 

Dicks for girls

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Um dos Tumblrs mais recomendados para as apreciadoras de um belo e distinto membro. Começa sempre com barbas bonitas, torsos malhados e pescoços tatuados, mas conforme a rolagem desce, surgem os poderosos e bem fotografados: com luz natural em casas de revista.

 

Underwear Tuesday

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Logo de cara: “este não é um blog de pornografia”. Aqui o foco é fotografia erótica não escrachada e bastante “vida real”.

 

Romantic Pornography

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Pornozinho delícia para mulheres hetero. Tudo em PB, muitas preliminares inspiradoras e bastante sexo oral. Bom pra ver junto.

 

Porn for ladies

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Este foi um Tumblr campeão de respostas na nossa pesquisa. O que agrada as mulheres e só as mulheres? A galeria tem foco nas heterossexuais, mas a seleção é bem vasta: orais empenhados, fantasia de dominatrix, um pouco de bondage, gelo no peitinho, oral no táxi (e por baixo da mesa), quadrinhos eróticos, pornô vintage, bundinhas musculosas de homens gatos e, por que não, um toque de romance .

 

Let me suck you

let me suck you

Totalmente NSFW! Mas perfeito para quem não aguenta mais clicar na categoria “sexo oral” e só ver videos de mulheres de unhas de porcelana ajoelhadas em carpetes de motel.

 

Let me do this

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Intimidade depravada e bem fotografada. Bem delícia.

 

(M)alicia’s
(m) alicias

Pérola da nossa pesquisa! Esse Tumblr é de uma das nossas leitoras que, por sinal é muito bem humorada e democrática. Tem mina com mina, boquete falando no celular e plug anal em formato de rabinho de raposa. Apenas. “Lá posto e reblogo tudo o que curto”, diz ela.

 

Sex is not the enemy
Aê! Muita, muita, muita DI-VER-SI-DA-DE. Transsexuais e transgêneros, anões gatinhos, peles pintadas de vitiligo, mulheres lindas com mastectomia, pêlos nas axilas, micro-pênis e sexo de All Star. Definitivamente, sexo não é o inimigo.

 

Lili Likes

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Lili é uma doidinha de 31 anos, fã de bondage, submissão e sadomasoquismo. A galeria dela passeia por esse universo com bom gosto e ainda por cima oferece um player com a trilha do filme Réquiem para um Sonho <3 Para fãs de uma pegada um pouco mais forte em SM, vale checar o seu “projeto paralelo”, o SlaveMyMaster. A quem possa interessar: Lili vende suas calcinhas usadas e envia por correio para o mundo todo. Taí um nicho!

 

Your Daily CFNM
Todo um gênero da pornografia, a sigla significa “Clothed Female, Naked Male”, algo como “mulheres vestidas e homens nus.” A coleção é divertida e mostra vários tipos de situações. Algumas cômicas e outras estranhamente sexy.

 

I-shot-myself
Uma idéia simples: uma galeria de selfies sexy. Tem de um tudo mesmo, peito caído, paus enormes (e minúsculos), bundas esculturais, estrias e proporções estranhas. É bem legal perceber como todo mundo consegue enxergar beleza nos seus próprios corpos a ponto de fotografá-los e publicá-los na internet.

 

Italians do it better
Um italiano apaixonado por sexo decidiu mostrar porque eles são melhores na cama do que o resto do mundo. Tem muito GIF de pornôzão clássico mas, ao que tudo indica, os moços amam fazer sexo oral e parecem realmente bons nisso. Fora que a gente amou os grandes narizes, as barbas desenhadas bem fininhas e os cavanhaques cafonas <3

 

Stereo Smut
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Pornografia vintage. Antigamente era assim: muito carão, pêlos a perder de vista, predileção inexplicável por sombra azul e fantasias sexuais peculiares. Ah, sim, fotonovelas!

 

Through Female Eyes

Imagine uma seleção das melhores partes dos melhores filmes pornôs que você já viu, só que em GIFs animados. Pois bem.

 

Borderline porn
Foco na penetração heterossexual. Explícito e sem firulas, mas nada vulgar.

 

Sex and (erotic) Nudism in public places
Sexo de verdade em lugares realmente públicos.

 

Maxing and Relaxing

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Mulheres lindas e nuas que parecem estar nas suas casas te convidando para tomar um café.

 

Outras curadorias mais randômicas de GIFs e imagens:

Testimonial Sex
I just want your dirty love
For her eyes only
Casal Putaria
Casal Sex N’ Roll
Accidental Pornographer
A Pornóloga
Blue Flashlight
Candy Now!
Delectatio Morosa
Fuck Yeah!!! Gay GIFs
É bom pra quem gosta
Pornographic Picture
Porn – Daily
Sexy Things
Suck my Pixxxel
Violence avec Elegance
Tomarno

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3) Contos eróticos

Mulheres são seres com alto poder de abstração e muita criatividade quando o assunto é sexo. Ao contrário dos homens, a inspiração visual e gráfica nem sempre é imprescindível. Poucas coisas são tão excitantes para o cérebro feminino quanto uma boa história; daquelas tão bem contadas que misturam o nosso próprio imaginário com universos desconhecidos e extremamente sedutores. Por não serem visuais (e por isso não causar repulsa), algumas categorias do pornô escrito são mais hardcore. Além disso, os contos são uma forma efetiva de se colocar no papel da protagonista sem ter que abstrair da tatuagem de beijo na virilha ou do piercing de pedrinha rosa nos grandes lábios.

Algumas sugestões em português:

Casa dos Contos Eróticos

Conto Erótico

Jardim do Prazer

Contos de Putaria

Acervo de Contos

Sugestões em inglês:

Literotica (um agregador de sites de literatura erótica)

Nerve

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4) Conteúdo pago e bem recomendado

Erika Lust: premiada diretora sueca, amada pelas mulheres que buscam alternativa ao pornô heteronormativo. Os seus vídeos são criados a partir de mentes femininas safadas e contemplam vários tipo de fetiche de forma muito natural (a ponto da grande maioria dos orgasmos parecerem reais.)

Dane Jones: diretor amigo da mulherada por fazer filmes com muita luz natural, bastante beijo na boca e um casting que você não se incomodaria de conhecer pessoalmente.

X-Art: videos explícitos e bem filmados com foco na mulher que procura sexo afetivo e safado com cara de vida real. Um pouco mais pesadinhos do que “sexo com beijo na boca”, mas de estética clara, em HD e com um belo casting.

Kink: bondage, fetish, dominação e submissão.

We Live Together: pornôzão oldschool lésbico.

Blacks on Blondes: loiras e negros. Com grandes, grandes membros.

Eroticax: totalmente voltado para o público feminino, muita luz natural e soft focus.


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5) Outros formatos

 

Literatura histérica

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Uma série de videos do fotógrafo Clayton Cubitt, que pediu a algumas mulheres para ler trechos de livros enquanto eram estimuladas por vibradores por baixo das mesas. O estímulo aumenta conforme o que elas vão lendo. A experiência é tão envolvente e sensorial que basta só ouvir!

 

Beautiful Agony

Beautiful Agony

Site erótico australiano que publica diariamente vídeos de pessoas se masturbando até chegarem ao orgasmo. Como os videos só mostram as pessoas dos ombros para cima, a grande sacada é ver as expressões se transformando até o gran finale.

 

Gods Girls

Site pago que oferece conteúdo multimidia (videos, contos, fotos, chats) com mulheres lindas que fazem pornô-não-profissional. Elas não são agenciadas e não são pagas. Só estão afim de mostrar o que gostam de fazer.

 

Men Moaning

Como é bom sermos criaturas tão sensoriais. Descobrimos uma série de bibliotecas de áudio só de homens sendo gravados durante o sexo. Alguns só gemem, outros dão ordens, outros são românticos no papai-e-mamãe com direito a tapa na cara no meio do caminho. Só na sua imaginação, claro. Uma das nossas leitoras confessou: “Foi maravilhoso descobrir que isso existia. Salvou a minha vida!”

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6) Queer

O termo anda em alta por indexar um tipo de pornografia que não tem predileção por gênero, orientação sexual, formato, fetiche, duração ou narrativa definida. Tudo funciona com tudo, os papéis podem se inverter a qualquer momento, aparelhos, apetrechos, situações e até a própria mecânica do sexo… simplesmente não há padrões. A única regra é: o prazer deve ser genuíno, por isso é considerada uma vertente quase indie da indústria. É feita por micro e pequenos estúdios por profissionais que trabalham com acordos comerciais equitativos e justos (fair trade).

Espere ver corpos livres e mentes muito criativas fazendo o que dá vontade. Sabe o termo “fora da caixa”? Pois bem, a própria comunidade queer avisa: “foda A caixa”. Muitas coisas podem parecer bizarras, quase um freak show, mas outras podem abrir portas para um universo rico de referências eróticas. Pela infinidade de combinações das variáreis que oferece, é uma pornografia curiosa, experimental e sempre positiva; o tipo de imagem que continua no seu imaginário durante algum tempo. Também é chamada por alguns como “pornografia feminista”. Se joga:

Crash Pad Series

Jiz Lee

Queer Porn TV

Pink & White

Courtney Trouble

Indie Porn Revolution

Wolf Hudson is Bad

FTM Fucker

Pink Label

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7) Casting


Sem predileção e apenas em ordem alfabética, esta é a lista dos atores e atrizes preferidos da mulherada: Bruce Venture, Buck Angel, Christy Mack, James DeenKayden Kross, Manuel Ferrara, Nacho Vidal e, é claro, a grande moça dos “orgasmos reais”, Stoya.

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Thiago Thomé (aka Liquidpig) viveu por anos em São Francisco e é formado pela California College of Arts. Hoje mora em São Paulo, é designer, ilustrador e editor de arte da Confeitaria.

 

 

 

 

As selfies mais incríveis da sua vida

Com certeza você já quis ter braços 10 centímetros mais longos para tirar a selfie perfeita; aquela que inclui uma paisagem, um skyline ou uma cena incrível rolando atrás do seu lindo rostinho.

Então pense: quão legal seria poder fazer uma selfie… aérea? Por ora, Nixie ainda é só um protótipo mas ela se propõe a ser uma câmera voadora que você veste como um ~grande~ relógio ao redor do pulso.

Leia mais sobre os wearables

A tecnologia segue a tendência da “fotografia pessoal” que a GoPro introduziu tão bem com as suas pequenas câmeras acopláveis, mas Nixie quer ser menor, melhor, mais inteligente e… com asas.

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Como funciona:

1) a câmera é acionada com um movimento do pulso que libera as hastes da pulseira,

2) o dispositivo coloca as pequenas hélices para funcionar e levanta vôo,

3) a câmera voa ao seu redor, circulando o ambiente em busca do melhor ângulo,

4) você diz “xiiiis” e… click!

5) a engenhoca volta para o seu braço como um bumerangue. Oh yes.

 

 

Nixie tem tambem um modo “siga-me”, que faz com que a câmera fique atrás do seu dono acompanhando, do alto, o que quer que ele esteja fazendo. Logo de cara, pensamos na felicidade de toda classe de esportistas, para quem a GoPro já representa uma grande mudança em termos de registro de atividades, mas com certeza os russos-kamikazes também farão fila para comprar esta belezinha.

A longo prazo, é interessante imaginar como esse tipo de tecnologia poderia resignificar a ideia de “ponto-de-vista” que carregamos no nosso imaginário, já que ela nos leva da primeira à terceira pessoa em um segundo e revela perspectivas e ângulos cinematográficos que nunca tivemos de nós mesmos.

 

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No começo deste mês, a empresa foi vencedora do prêmio “Make it Wearable” da Intel, como a tecnologia vestível mais promissora para 2015. Os sócios levaram pra casa um belo cheque de US$500.000, pilhas de cartões de visita e muita mídia espontânea.

O slogan deles é simpático: “Tiramos fotos para capturar momentos. Nixie te permite capturar momentos enquanto eles acontecem.”

17 mulheres que fizeram da Internet o que ela é hoje

(Este post foi uma sugestão da leitora Cora Poumayrac Neto, via nossa página do Facebook)

Não é novidade para ninguém que o mundo da tecnologia é dominado por (e direcionado para) homens, mas poucas pessoas sabem como grandes avanços que transformaram a internet no que ela é hoje foram criados por mulheres visionárias que não estão exatamente nos livros de história.

Além da história que a gente mais ama, a da querida e destemida Ada Lovelace (que dá nome ao nosso blog) traduzimos do post do Mic (em inglês) outros exemplos muito inspiradores, de mulheres que venceram a barreira do gênero de forma discreta e com relativo anonimato em momentos muito pontuais da história.

1. Um dos primeiros computadores é programado (1943-45)

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O Exército dos Estados Unidos buscava formas mais precisas de prever os ataques da Segunda Guerra Mundial. Foram 6 as mulheres responsáveis por programar um computador de mais de 45 metros de largura desenvolvido com esse fim. Obrigada, Jean Jennings Bartik, Frances “Betty” Snyder Holberton, Kathleen McNulty Mauchly Antonelli, Marlyn Wescoff Meltzer, Ruth Lichterman Teitelbaum e Frances Bilas Spence.

2. Software para o segundo computador comercial do mundo é implantado

Ida Rhodes migrou para os Estados Unidos quando criança durante a Primeira Guerra Mundial e em algumas décadas já frequentava reuniões semanais na casa de Albert Einstein. Apenas. Na América, Ida passou a trabalhar para o Governo desenvolvendo a linguagem de programação C-10, que potencializou a popularização do segundo computador comercial produzido nos Estados Unidos (o UNIVAC 1).

3. Um grande passo para a programação de computadores (1952)

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Grace Hopper foi a inventora do primeiro compilador, um software que funciona como um tradutor entre humanos e computadores. O software basicamente recebe a linguagem de programação (como JavaScript, por exemplo) e a transforma em Os e 1s para que o computador possa entender as ordens. Esse simples avanço facilitou a vida de muitos engenheiros e possibilitou o desenvolvimento de uma série de programas.

4. A primeira linguagem de programação amplamente usada foi desenvolvida (começo da década de 60)

Em 1961, a IBM contrata Jean Sammet, que passa a liderar o desenvolvimento de FORMAC, uma linguagem de computação que interpreta símbolos algébricos e os traduz em código. Esta foi a primeira linguagem amplamente utilizada na história da computação. Alguns anos depois, ela escreveu um livro a respeito das diferentes linguagens de programacão.

5. O setor de telecomunicações é alavancado (1963)

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Erna Schneider Hoover trabalhava nos Laboratórios Bell quando teve o seu segundo filho, e enquanto se recuperava no hospital (alô multi-tasking!) desenhou um sistema computadorizado de central de telefonia. Ele controlava automaticamente o volume das ligações e deixava as centrais (como os da foto acima) muito mais eficientes. O sistema revolucionou as telecomunicações e Erna foi premiada com uma das primeiras patentes de software emitidas da época. Décadas mais tarde, os sistemas de telefonia “switching”, usados para rotear bilhões de emails, seriam inspirados nas inovações desta grande mulher.

6. Alpha, a linguagem de computação da CIA usada para quebrar códigos, é usada online (1962)

Durante a Guerra Fria, Frances Allen é o ponto de contato da IBM com a CIA. Frances é a responsável por desenvolver e implementar a linguagem Alpha na agência, capaz de identificar padrões idiomáticos com rapidez em quase todos as línguas. Alpha tornou-se a base para a quebra de códigos na CIA pelos próximos 14 anos.

7. Uma freira ajuda a trazer a programação para as massas (meados dos anos 60)

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A freira Mary Kenneth Keller é a primeira mulher americana a conquistar um Ph.D. em Ciências da Computação, e foi a primeira mulher a trabalhar no departamento de computação do Dartmouth College, que na época só admitia homens. Lá, Mary ajudou a desenvolver BASIC, uma linguagem de programação que facilita a escrita de softwares por não programadores. Essa freira simpática acreditava que computadores deveriam ser usados para potencializar o acesso à informação e a promover a educação. Keller chegou a escrever 4 livros sobre o assunto.

8. O primeiro computador doméstico é usado (1965)

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Mary Allen Wilkes foi uma formanda em Filosofia do Wellesley College que entrou para a história da computação. Ela trabalhava no MIT e escrevia o sistema operacional de LINC, o primeiro micro-computador. Algum tempo depois de LINC, ela constrói o seu próprio PC em casa e torna-se a primeira usuária de um computador doméstico da história.

9. Buscas de resultados ganham um grande impulso (1972)

A professora Karen Sparck Jones começa uma nova carreira em ciências da computação em Cambridge, onde passa a trabalhar no processamento de linguagem natural e recuperação de informação. Ela introduz o conceito de frequência inversa de documento, um método estatístico que determina o quão importante certas palavras são em um documento – fundamental para consultas de pesquisa. Com algumas variações sobre o método, também conhecido pela sigla tf-idf, tornar-se um componente central dos sites de busca.

 

10. Typo, um dos primeiros corretores ortográficos, é criado (1974)

Lorinda Cherry une-se à empresa Unix e passa a trabalhar em ferramentas de texto, na análise do Federalist Papers e na compressão de uma agenda de telefones digital. Durante o processo, Lorinda ajuda a desenvolver técnicas estatísticas para encontrar erros ortográficos, posteriormente usadas em um dos primeiros softwares corretores, o Typo.

 

11. A primeira startup multimilionária do Vale do Silício abre o seu capital (1981)

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Sandra Kurtzig monta um negócio de programação de software em sua casa para mantê-la ocupada por meio período. Um de seus clientes pede um programa de gestão de recursos, e Kurtzig percebe o potencial para outras aplicações. Ela decide então capitalizar sobre a ideia e contrata uma equipe para desenvolver outras aplicações. A sua empresa ASK Computers não atraiu a atenção de investidores no começo, então a moça continuou investindo o seu próprio dinheiro. Anos mais tarde, Sandra torna-se a primeira mulher a abrir o capital de uma empresa de tecnologia.

12. Steve Jobs tem as suas melhores ideias (começo dos anos 80)

Adele Goldberg começou sua carreira como assistente de laboratório até chefiar o System Concepts Laboratory da Xerox PARC, na Califórnia. Ela desenvolveu uma série de interfaces gráficas para o usuário final – como os cursores, ícones de lixeira – que modificaram e facilitaram a forma old school de controlar um computador, através de comandos. Steve Jobs pediu que Goldberg lhe fizesse uma demonstração de seu software, mas ela se recusou. Pressionada por seus chefes, Adele foi a contragosto e avisou à empresa: “Estamos entregando o ouro!”. Dito e feito: Jobs incorporou várias de suas ideias em seus primeiros desktop Macintosh.

13. A internet fica mais rápida (1985)

Radia Perlman, uma das poucas alunas no MIT, é contratada na Digital Equipment Corp. Ela desenvolve o algoritmo por trás do Spanning Tree Protocol (também conhecido como STP), uma inovação que permite a Internet como ela existe atualmente. O protocolo cria alguns pontos de tráfego que criam uma vasta rede de informações. Por causa desse avanço, ela ganhou o apelido de “mãe da Internet” — um título que ela rejeita.

14. Nasce a criptografia moderna (1985)

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Shafrira Goldwasser  fica fascinada pela teoria dos números e entra no MIT. Junto com Silvio Micali e alguns outros envolvidos, ela define os requerimentos de segurança de esquemas de assinatura digital, que se tornaram uma das peças-chave em criptografia e cybersegurança. Suas contribuições criaram novos campos de estudo na ciência da computação e influenciarão estudos nas próximas décadas.

15. O tráfego na Internet ganha mais um conjunto de regras (1993)

Sally Floyd é uma das pesquisadoras mais citadas em estudos de ciência da computação. Ela ajudou a inventar a Detecção Randômica Antecipada, que é usada em todos os roteadores de internet e é um componente essencial em como uma informação, como um email, vai de um endereço eletrônico a outro.

16. A turma do suporte ganha uma ajuda (2005)

Monica Lam desenvolve o conceito do livePC, que permite gerenciar computadores de maneira segura em grande escala — uma parte importante da infraestrutura de computadores de grandes corporações.

17. Uma mulher ajuda a desenvolver os sites mais famosos da web (início dos anos 2000)

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Marissa Mayer é a primeira engenharia contratada pelo Google. Ela é a responsável pela clássica página de busca e pelo modo como os usuários interagem com o Gmail, Google Notícias e Google Imagens.

Atualmente, ela é conhecida por ser a toda-poderosa chefe do Yahoo.

Esta é uma lista do que entrou para a história, mas atualmente existem muitas mulheres incríveis construindo os produtos que você vai usar amanhã. Mary Lou Jepsen, que está trabalhando em uma tecnologia que fará telefones e computadores dispensarem fontes de energia externa, Corinna “Elektra” Aichele, que está trazendo WiFi a lugares distantes, Monica Lam (de novo ela), que está criando uma Internet mais social, onde os usuários podem compartilhar o que quiserem e serem donos de suas informações, Ruchi Sanghvi, que criou o algoritmo das nossas linhas do tempo do Facebook.

As inovações que as mulheres criam na tecnologia só serão superadas pelas que elas mesmas ainda vão fazer. Thanks sistas.

Via Mic.

iPhone 6 e Apple Watch: os maiores e os menores que você vai querer

Como é de costume nesta época do ano, hoje a Apple anunciou as novidades que farão a gente parcelar gadgets em muitas vezes, importunar amigos que estão indo para Miami e desejar acessórios caros, de design escandinavo e ligeiramente inúteis.

A “missa”, a como muitos geeks se referem, perde bastante sem Steve Jobs, aquele ser hipnótico que te levou a comprar o telefone celular mais caro da história da sua vida (e que te convenceu de que trocá-lo a cada novo modelo fazia muito sentido). Ninguém saberá contar as histórias da Apple como ele, mas as novidades desse ano apontam para caminhos bem interessantes.

A gente acompanhou o evento via todas-as-redes-possíveis e fez um resumo bem objetivo.

O iPhone 6 e sua versão “plus”

O novo iPhone 6 tem dois tamanhos, ambos são maiores, mais leves, mais bonitos e rápidos do que o iPhone 5S. O tamanho plus é grande MESMO, e veio para competir abertamente com aqueles Androids que mais parecem versões “SUV-branca” de smartphones legais. Alguns chamam de (perdoe, Jobs) “phablets”, uma mistura andrógina e estranha de tablets e smartphones.

Phil Schiller, VP de marketing internacional da Apple. (o primeiro da foto é o iPhone 5S!)
Phil Schiller, VP de marketing internacional da Apple. (o primeiro da foto é o iPhone 5S!)

Quem testou disse que não é grande demais para usar com uma mão só, mas por via das dúvidas eles deram um truque que te permite “ativar” uma tela menor caso você tenha uma mãozinha. O botão de liga/desliga foi movido para a lateral direita e como ambos são maiores, as baterias são melhores e duram mais \o/ #Dizque a câmera frontal melhorou, então preparem os rostinhos, até porque agora teremos uma versão com memória de 128G: haja selfie. Ele vai custar a partir de US$ 199,00, está disponível em grafite, dourado e branco e a pré-venda começa nos Estados Unidos no dia 12 de setembro.

 

NFC  – encoste e pague

NFC é a sigla para near field communication, algo como “comunicação por proximidade”. O iPhone 6 já virá com essa tecnologia embutida e serve para transformar o seu celular na sua carteira. Tudo o que você precisará fazer é: 1) aproximar o celular do sensor do caixa onde você irá pagar 2) checar o valor que vai aparecer na sua tela e escolher o cartão que você quer usar 3) autorizar a compra com a sua digital no botão de “home” do iPhone. Um processo de aproximadamente 7 segundos. Oh yes. Além disso você também poderá usar esse sistema de pagamentos dentro de aplicativos. Pode funcionar muito bem com apps de taxi, por exemplo. É  claro que a gente ainda não sabe qual será a fatia desse bolo para a Apple (normalmente não é pequena), então não dá pra garantir quantos aplicativos toparão usar de fato.

Um ponto importante: não vamos julgar quem está achando surreal a ideia de fornecer (mais) dados de cartão de crédito para a Apple tendo em vista os últimos acontecimentos, mas a tecnologia NFC é bem interessante. Atualmente ela estava relegada à tentativas mal-sucedidas em ações pontuais bancadas por operadoras de cartão de crédito ou bancos fanfarrões, MAS, se os estabelecimentos se equiparem de sensores (simples e baratos) aptos a usá-la, vai ter muito coxispter usando na próxima viagem para Orlando. Aqui no Brasil ainda vai demorar.

 

Apple Watch – o tal relógio é legal, sim

 

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É no mínimo engraçado que a gente tenha parado de usar relógios muito por conta dos nossos iPhones e que agora a Apple lance um relógio que é impossível não desejar. Sim, a gente quer um Apple Watch. ¯\_(ツ)_/¯ A aposta aqui foi bem alta e o investimento idem. Enquanto a Motorola, LG e Samsung se degladiavam antecipadamente para lançar os seus relógios inteligentes este ano, a Apple preparou um arsenal humilhante, digno de genocídio de mercado. O Apple Watch vem em 3 modelos (1 deles em ouro 18 quilates, pá!), possibilita uma infinidade de customizações com pulseiras que trocam (tipo Champion, lembram?) e tem o design mais lindo, orgânico e sem emendas que a gente poderia esperar.

 

 

Então é isso mesmo que você imaginava e além: ele é um micro-computador que armazena fotos, mede batimentos cardíacos, lê e responde emails, te dá informações sobre o caixa eletrônico mais próximo, te avisa sobre uma ligação, te lembra de levantar e mexer o corpo depois de muitas horas sentada, pode ser o seu personal trainer, manda o seu batimento cardíaco (real) para o seu amor em forma de coração e… ah sim! Te mostra as horas.

 

A pesquisa tecnológica por trás desse reloginho é obscena de linda, e por mais que o Apple Watch pareça ser a nova galinha dos ovos de ouro da casa e vá fazer um monte de gente se endividar, não dá para negar que os caras empurram os limites do mercado para uma nova fronteira e ensinam como gerar muito desejo amador sobre um dispositivo extremamente tecnológico.

 

O lançamento do Apple Watch (não é iWatch, pessoal!) é uma resposta um pouco tardia mas promissora da Apple à grande tendência das tecnologias  vestíveis, os “wearables”. São dispositivos que estarão cada vez mais próximos do nosso corpo, que serão cada vez mais inteligentes e customizáveis para as nossas necessidades. Se você achava que dormir ao lado do seu iPhone e tatear o criado-mudo logo de manhã procurando por ele sem abrir o olho era muito freaky, espera só até VESTIR sistemas operacionais inteiros. Já já um iMind. Aguardem 🙂

Crédito das imagens: Reprodução

Miranda July e o seu app Somebody

Na hierarquia atual das telecomunicações, um telefonema é um recurso de última instância e símbolo de grande intimidade. Quem nunca usou o whatsapp, por exemplo, para se desculpar por uma mancada que deveria ser remediada no mínimo pessoalmente (e/ou com flores)? Quem nunca se viu preso em uma DR infinita no chat do Facebook? Quem nunca tomou um pé na bunda via iMessage?
Pensando nisso, a artista/diretora/escritora Miranda July decidiu humanizar um dos recursos tecnológicos mais banais que carregamos para cima e para baixo nos nossos telefones: as mensagens de texto. Somebody é um aplicativo de mensagens criado em parceria com a marca Miu Miu que permite escolher um usuário desconhecido para entregar um recado ao seu destinatário.

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Como funciona: você digita a mensagem, escolhe a entonação com a qual ela deverá ser entregue e seleciona alguém próximo à pessoa com quem você realmente quer falar. Este usuário (provavelmente um estranho) deverá encontrar a pessoa certa e entregar a mensagem verbalmente, agindo como seu substituto. O mais legal: você pode incluir ações na entrega, como um “high-five”, um abraço apertado ou um choro copioso.

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Mas Somebody não nasceu como um app. No começo do ano, Miu Miu convidou Miranda para criar um filme sobre a sua nova coleção, o que deixou a artista apreensiva: “Todos os meus personagens são extraídos da vida real, do dia-a-dia, então no começo não tive certeza se conseguiria vestí-los com alta costura. Depois que me apresentaram as roupas eu entendi tudo, e as imagens começaram a surgir naturalmente”. Passou a imaginar mulheres de todas as idades usando os seus celulares e aplicativos em situações cotidianas vestindo aquelas peças. A imagem não saía de sua cabeça, por isso decidiu ouví-la com atenção.

Assim como a alta moda de Miu Miu seria “hackeada” por ela e usada de forma utilitária no seu filme, o mesmo poderia ser feito com a tecnologia. “Normalmente não questionamos a tecnologia que usamos. Ela é preciosa e nos sentimos sortudos simplesmente por poder usá-la.” A artista respondeu ao convite de Miu Miu perguntando se, além do filme, eles não animariam desenvolver um aplicativo com a premissa de Somebody. A resposta positiva veio em minutos, e Miranda se viu envolta em um processo criativo totalmente novo.

Mas é claro que em terra de Emojis, quem tem voz é rei, por isso é bom deixar o Somebody quietinho depois de algumas taças de vinho. Você provavelmente não quer acionar um desconhecido para abordar o seu ex em uma balada e lembrá-lo dos velhos tempos. Mesmo assim, obrigada Miranda, finalmente um app que incentiva a interação na vida real – e não só  para uma boa noite de sexo.

 

Babá eletrônica do futuro

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Imagine uma babá que consegue te informar, de uma só vez, se o seu bebê está dormindo bem, se está com cólicas, se a temperatura do quarto é a ideal, os seus batimentos cardíacos e até que horas ele irá acordar. Sproutling é a versão Matrix de uma babá-eletrônica: um aplicativo que funciona em conjunto com um wearable (lembra que já falamos deles antes aqui?), colocado no tornozelo do bebê que monitora a sua cria constantemente.

Uma faixinha hipoalergênica com um sensor inteligente acoplado mede movimento, temperatura e posição (o bom e velho GPS). No celular, o aplicativo é alimentado constantemente com esses dados, então se algo sai da normalidade os pais recebem uma notificação. Calma que melhora: a base carregadora da engenhoca também é um compilado de sensores e microfones que medem umidade, luminosidade do quarto e barulho.

Não fosse estranho/futurista o suficiente, o sistema do app começa a aprender com os números que são gerados a partir dos sensores e passa a identificar os padrões vitais do seu filho. Assim, você pode confortavelmente sair pra sua aula de pilates porque uma notificação do Sproutling te avisou que o seu anjinho só vai acordar em 45 minutos. Agora a cereja do bolo: ele também consegue “prever” se o seu filho acordará de bom ou mau humor. Mas e se forem gêmeos? Não se preocupe, você pode “cadastrar” até 4 bebês. Ufa.

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A marca começou o pré-lançamento há uma semana e já vendeu 81% do estoque de um produto que ainda não existe (e que não é barato). Isso nos mostra que há uma bela demanda por este tipo de solução na nossa geração. O lançamento definitivo está previsto para março de 2015 e o preço sugerido é US$300.

Jóia envia notificações do seu celular

Você já ouviu falar em “internet das coisas”? O termo não é uma metáfora e quer dizer literalmente isso: levar a internet e o universo digital para objetos físicos, eletrodomésticos, roupas e todos os elementos palpáveis que nos cercam no dia-a-dia.Uma vertente bem interessante dessa tendência são os wearables, ou seja, as tecnologias vestíveis. Não, não estamos falando de roupas com poderes especiais (ainda), mas sim de dispositivos móveis que vão além de celulares, tablets, GPS e relógios inteligentes.

Um exemplo óbvio de wearable é o Google Glass, aquele óculos bem do estranho que te permite acessar aplicativos e a internet a partir dele e enxergar tudo diretamente no seu olho. O aspecto estranho de Ciclop do X-Men foi alvo de muitos memes da Internet, por isso eles até tentaram dar uma melhorada no visual ciborgue chamando a estilista e diva Diane Von Furstenberg, mas… né? Não deu exatamente certo. Se a ideia é boa mas a execução é feia, não dá para imaginar muitas pessoas vestindo essa tecnologia.

Por isso o Ada PIROU quando descobriu o Ringly, uma “jóia inteligente” bem gatinha que lembra muito os anéis de humor que mudavam de cor conforme os ânimos. Bem anos 80, lembram?

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A diferença é que o Ringly fica conectado ao seu celular e muda de cor, vibra ou emite uma luz discreta de acordo com as notificações que você recebe no seu smartphone. Emails importantes, ligações, lembretes, alertas do seu calendário; é só baixar o aplicativo no seu celular e configurar que tipos de aviso você quer receber e de que maneira. A customização não é nem um pouco ruim; são 4 tipos de vibração, 5 modelos criados em ouro 18 quilates e pedras preciosas e semipreciosas, como esmeralda, safira e ônix.

Nos Estados Unidos o sistema consegue até avisar quando o táxi que você pediu chegou no seu endereço. Alô, vida prática! Mas esperem, porque só melhora: o anel também se conecta com o seu Facebook, Twitter e… atenção, TINDER.

Para quem critica e discute a falta de etiqueta social que os smartphones trouxeram às mesas, reuniões e viagens, o Ringly pode representar um grande avanço. Deixe o celular na bolsa, receba as suas notificações silenciosamente e cheque o que for mais urgente de forma elegante sem aquela sensação de que você está perdendo algo essencial.

A jóia já está disponível para pré venda pelo site, custa em média US$ 150 e as primeiras 1.000 unidades terão um diamentezinho na lateral. <3

Esse vai pro wishlist 🙂

8 aplicativos para namorar em tempos modernos

Dia 12 de junho tá quase aí, e a gente sabe que tem um certo evento internacional (#vaitercopasim) que tá atraindo todas as atenções, mas isso não vai nos impedir de lembrar que também é dia de se aconchegar com a cara metade, ainda que a gente deixe isso para depois da abertura da Copa do Mundo. Não há dúvidas que a tecnologia tem mudado os relacionamentos. Exceto raras ocasiões, não passa um dia sem que a gente converse com os nossos namorados e namoradas, certo? E a novidade é que dá para ir muito além do Whatsapp;  apps de mensagens a dois estão bombando e cheios de funcionalidades fofas. Fizemos uma lista esperta das mais legais e aproveitamos para incluir outros apps pra intimidade digital 😉

 

1) Couple

 

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Na sua descrição na Apple Store eles dizem ser “o melhor aplicativo para quem namora à distância”. Além de ser bom para troca de mensagens, ele também oferece uma lista de tarefas compartilhada, alertas pra ninguém esquecer das datas importantes, sugestões de lugares cool para fazer um date e compartilhamento de localização. Mas a cafonice mais adorável é o ThumbKiss. Você põe o seu dedão na tela, a outra pessoa também e o aplicativo gera um beijinho virtual quando os dois dedões estão exatamente no mesmo lugar. Ah, outra função providencial é poder mandar fotos que desaparecem depois de um tempo (blink, blink!).

(para iPhone e Android, gratuito)

 

 

2) You&Me

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Depois de fazer o sign up, o logo do app se transforma nas iniciais do casal. Este aplicativo é focado exclusivamente em troca de mensagens e não tem outras funções, mas essa única experiência é deliciosa e pensada à minúcia em termos de design e usabilidade. Claro, além de texto dá para enviar fotos e videos (estilo Vine, com a opção do loop), mas também recados de voz, músicas e a opção fofa “halfsie”, onde cada um manda uma selfie e o app faz uma arte fofa. Ah, quando ele identifica (por GPS) que o casal está junto a interface dele muda <3

(para iPhone, gratuito)

 

3) Bounden

A gente não vai mentir: parece bizarro no começo, mas é tão diferente de tudo o que a gente já viu que o Bounden precisa estar na nossa lista. Este aplicativo (desenvolvido por programadores do amor e a Companhia Nacional de Ballet da Holanda) quer incentivar os casais a dançarem juntos. Ambos tem que segurar um só telefone e ir seguindo as indicações que aparecem na tela.

(para iPhone, US$3,99)

 

4) Anylist

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Este é um app de listas compartilhadas do qual já falamos, e só. Mas pense a mão na roda que isso pode ser: lista de compras pra casa, hamburguerias para conhecer, viagens dos sonhos, taras sexuais, filmes pra ver… O sync é perfeito, então cada vez que alguém adiciona ou tira algo das listas o outro é avisado.

(para iPhone, gratuito)

 

5) Splitwise

splitwise 1  splitwise 3

Dinheiro é sempre bom tratar às claras. O Splitwise ajuda muito e funciona como uma espécie de conta corrente. Lá você vai acrescentando quem pagou o quê, quanto e quando e ele vai fazendo os cálculos de forma corrida, assim você sempre sabe como está o saldo. Também dá para dividir os gastos por assuntos, como “casamento”, “reveillon” etc. É bem feito e super intuitivo de usar.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

6) Fingle

Divertido demais! Não é só para casais, mas há algo nele que o deixa sexualmente sugestivo. A trilha e o clima do app são “sexy” e ele funciona como aquele jogo Twister da nossa infância só que com os dedos. Jogue com uma tacinha de vinho por perto 😉

(para iPad, US$1,99)

 

7) TripIt

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A gente também já falou dele antes, mas este app é um organizador de viagens que pode ser muito prático para casais que viajam bastante separados. Ele mantem as pessoas que você quiser avisadas sobre o seu cronograma de viagem, as datas e destinos, além de avisar sobre o atraso ou chegado do seu vôo assim que você pousa.

(para iPhone e Android, gratuito)

 

8) iKamasutra

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O bom e velho guia de todos os guias disponível no seu celular com animações 360 graus e linguagem divertida. Não custa ter à mão para momentos de, cof cof, inspiração.

(para iPhone US$0,99 e Android R$7,22)

(Fotos: Reprodução)